Posted by : CanasOminous Jul 11, 2013


Support Conversation (Milady & Fire Tales Girls)
Gênero e Disclaimers: Comédia e ecchi leve;
Tema: Uma pequena reunião com as garotas. A pobrezinha da Milady está tendo problemas em sua relação com o Isaac, e poxa, nada melhor que umas amiguinhas dos Fire Tales para ajudarem ela né? Com suas dicas de "como apimentar uma relação";
Sugestão do leitor: Thiago Rosendo (Ilhas Laranja).


A situação não era das melhores na Mansão de Milady. Se não havia a quem culpar, aquela rebelde rainha encontrava algum jeito de acabar com a vida de alguém. Eva já perdera a paciência, não aguentava ouvir os surtos de sua mãe e sempre saía de casa quando encontrava a oportunidade. Atros apenas ouvia, e por isso não havia graça alguma em condená-lo. Culpar Duke a deixava ainda mais frustrada, o coitado já era tão azarado na vida que o mínimo que ela poderia fazer era deixá-lo em paz. Por isso, Milady tinha chegado à conclusão de que a bola da vez seria seu marido, Isaac, e como bom homem que ele era, a mulher esperava que ele deveria ouvi-la em seus momentos de crise como sempre fizera.
— Isso é hora de chegar? Acha que pode ficar saindo de casa quando bem entende e simplesmente me abandonar nesse lugar horripilante, e ainda por cima, sozinha? Sinto falta de uma massagem nos pés, fiquei pedindo para que trouxessem meu chá por dez longos minutos, e só o recebi quando o Atros ouviu lá do portão e me trouxe para que eu ficasse quieta. Vê o prejuízo que você causou?!
— Desculpe, Milady — respondeu Isaac, parecendo mais cansado do que de costume. Algo que sua esposa não notou.
— E o que você tem a dizer em sua defesa?
— Podemos falar sobre isso amanhã? Eu farei a massagem e o chá que você tanto adora, mas preciso descansar por hora. Se me der licença...
Isaac foi até a porta de seu quarto e a abriu, mas Milady estava em um de seus momentos irrequietos, e queria descontar sua raiva em alguém. Ela entrou na frente da porta e apontou o indicador no peito de seu marido, dizendo de maneira extremamente rude e autoritária:
— Eu não quero amanhã, quero AGORA.
Isaac fechou os olhos e soltou um longo suspiro. Estava para girar a maçaneta, mas voltou a fechá-la lançando um olhar horripilante para sua mulher. A pobre Glaceon chegou a recuar em sua poltrona, percebendo que havia ido longe demais. Por um momento sentiu sua raiva passar, porque agora o medo a dominava. Se ela estava em um dia insuportável, então Isaac estava em um pior ainda. Ergueu seu rosto para sua esposa e foi caminhando em sua direção, vendo-a redimir-se de seu erro. Somente então Milady percebeu que teria sido melhor deixá-lo ir dormir em paz.
— Eu faço tudo que você pede desde que nos conhecemos. Tudo. Eu lavo, passo, cozinho, arrumo a casa, e eu nunca vi a senhorita indelicada levantar seus glúteos dessa cadeira para me ajudar a tirar o pó da prateleira. Eu te pedi em casamento no Day Care Center e até hoje você não me deu uma resposta concreta. Você me empurra para o chão todas as noites e eu chego a dormir no sofá quando a vejo dormir angelicalmente com as orelhas baixas — disse Isaac com uma voz séria. — E hoje, hoje que pedi um único dia para sair com os amigos, você me vem com um sermão desses. Eu dispenso, Mila. Eu dispenso.
— M-M-M-Mas você foi sair e beber com os amigos e me deixou sozinha...
— Deixei sozinha porque você não tem amigos, só tem a mim. E fique esperta, Milady, ou você vai  me perder também — ele acenou de maneira gentil.  Boa noite, minha princesa.
Isaac fez um cumprimento cordial e entrou no quarto, deixando sua esposa esparramada na poltrona com os olhos arregalados. Estava tão surpresa que não conseguia pensar em mais nada, seus olhos estavam fixos no chão e Mila perguntava se realmente fora longe demais. Será que ela realmente não tinha amigos? Decidiu tirar aquilo a prova.
A mulher apenas agarrou seu roupão e colocou por cima da camisola fina de seda. Penteou os cabelos e decidiu sair na noite escura que cobria a base dos Fire Tales. O senhor Atros fazia sua patrulha noturna, e ao ver sua senhora sair de casa àquela hora da noite, esfregou os olhos para saber se realmente estava vendo aquilo. Acabou por decidir ignorar sua presença pensando ser uma alucinação, afinal, era impossível que Milady estivesse caminhando pelas ruas movimentadas da guilda que tanto desprezava. Atros ainda a observava, mas esfregou os olhos e virou-se surpreso quando viu que Milady realmente estava ali de pé em sua frente com seus pijamas graciosos. Fazia muito tempo que o velho Lairon não via Milady sair de sua casa. A mulher virou-se para o gigante que bateu continência.
— Minha senhora, aonde pensa que vai? — perguntou Atros acanhado, surpreso pela visita inesperada.
— Vou ver minhas... amigas. Tenho um montãoooo delas, por isso estou levando uma bolsa de dinheiro para... Me divertir junto — explicou a mulher, soltando uma risada forçada e sem graça. — Não que eu vá tentar comprá-las, sabe...? Mas é melhor prevenir do que remediar, não acha?
Atros coçou a cabeça, e ainda esfregava os olhos cansados para ter certeza que sua senhora descera a colina somente para visitar os Fire Tales. Milady partiu diretamente para o dormitório, mas não havia muito movimento àquele horário. Karl dormia no sofá da recepção e Sophie pescava alguns sonhos até ouvir a campainha da porta.
— Ei, Sophie. Psiu. — disse Milady, abanando a mão na frente da mulher. — Ainda está viva ou nesse horário todos vocês viram zumbis?
— Nós trabalhamos, diferente de uma certa pessoa — respondeu Sophie ainda debruçada sobre o balcão, mas logo levantando-se com um enorme susto. — Oh, meu Arceus, Milady!! O que faz aqui?! Quero dizer, há quanto tempo não a vejo fora de seu casulo matrimonial!
— É... Acho que decidi virar uma borboleta por um dia — respondeu a mulher com um sorriso sem graça. — Ei, tenho uma proposta interessante para lhe fazer. Quer ser minha amiga por um dia? Eu pago bem.
Sophie olhou para os lados, e depois encarou-a com ar de deboche.
— Você quer uma amiga, e está tentando me comprar? — perguntou Sophie, passando a mão em seus cabelos esverdeados um pouco confusa. — Não é assim que as coisas funcionam, querida. A amizade deve ser cultivada como uma flor, e apenas com carinho e atenção eles podem vir a desabrochar.
— Ótimo, então reserve o melhor quarto e diga para todas as meninas que farei uma festa com bolo, comida, travesseiros e petiscos! Hoje à noite mesmo, quem vier ganha um brinde especial! Topa?
— Que parte você não entendeu sobre tudo que eu falei? — indagou a recepcionista cruzando os braços. — Ahh... Quer saber de uma coisa? Podemos tentar a sua maneira, mas já adianto que não vai dar muito certo.

Naquela mesma noite, Sophie chamou todas s garotas que estavam disponíveis na guilda. Milena não pôde comparecer, ela não respondeu quando a chamaram em seu quarto, provavelmente devia estar com Mikau. Glaciallis teve de recusar a oferta, enquanto Lyndis ainda não havia retornado de uma missão com Al Capone. No fim das contas estavam presentes Sophie, Jade, Akebia e Wiki, que não perderia uma festança daquelas por nada. Até Eva estava no meio.
— Hmm?! Espera, você deveria estar dormindo, mocinha! Como é que você...?! — gritava Milady, revoltada e extremamente confusa com a presença da filha, mas a pequena Eevee acenava com a mão não escondendo uma risadinha de lado.
— Você também devia estar em casa, mamãezinha. Acha que o pai ficaria feliz se soubesse que você está dando uma baita festa para suas "amigas"? Disseram que haveriam rapazes dançando em postes, fiquei curiosa e vim vir como isso funciona.
— Não te interessa, garota! — respondeu Milady, vendo que estava encurralada naquela situação.
Se sua filha saísse e contasse tudo para Isaac, seu marido provavelmente ficaria ainda mais frustrado. Restava-lhe acolher a garota e recebê-la como uma convidada especial.
— Eu não mereço essa situação... Bem, garotas, então acho que teremos de nos contentar com um evento a menos essa noite, pois essa mocinha aqui é menor de idade — disse Milady, segurando nos ombros da filha como se a apresentasse pela primeira vez para a guilda. — Minhas queridas convidadas, esta é Eva, minha filha.
— Oui, é um prazer conhecê-la, Eva. Oficialmente, devo dizer. — respondeu Akebia, lembrando-se que conhecera a garota há mais tempo do que sua mãe podia imaginar.
Wiki foi até um dos sofás, e sentando-se sobre ele desabotoou sua camisa branca para ficar apenas de roupas de baixo e sentir-se mais confortável. Pareceu criar um holograma no ar que se assemelhava a uma caixa de e-mails, e ali cancelou todos os seus pedidos.
— Eu demorei horas para conseguir marcar horário com aqueles caras, eles eram os melhores no que fazem, isso eu garanto! Mas agora iremos comemorar como sem a nossa diversão principal? — disse Wiki animada. — Diga, o que faremos agora? O que seis moças lindas e solteiras podem fazer quando estão entediadas? 
— Contente-se, querida, podemos nos divertir de outras formas. — respondeu Sophie amigavelmente.
— Tipo, com cordas?! — indagou Jade animada, não sendo muito bem recebida.
— Oh, mon cher. A verdade é que uma festa não pode ir para frente sem fofocas, pijamas, e muitos petiscos chiques e refinados! Eu irei para a cozinha preparar algumas coisas, então é só vocês esperarem um instantinhookay? — sugeriu Akebia.
As garotas concordaram, e enquanto deixavam sua amiga cuidar da comida uniram-se em uma roda para fofocarem. Todas trouxeram suas roupas de baixo e pijamas, era um encontro entre amigas onde uma podia confiar na outra e contar seus maiores segredos. Milady nunca tivera a oportunidade de participar de um programa assim, e parecia muito deslocada.
— Sobre o que exatamente vocês falam?
— Vida alheia, sobre a feiura de outras mulheres, e também cobiçamos outros caras, adultério, novelas, revistas de fofoca, atores galãs da rede Johto, sobre o marido das outras... — dizia Sophie fazendo a contagem em suas mãos quando Milady a interrompeu:
— Marido dos outros!! Sim, sim! Esse é o meu problema!! — disse ela empolgada, vendo que a atenção de todas iam em sua direção. — Bem, eu... Estou tendo alguns problemas com o Isaac... Ele me tirou do sério hoje.
— Ohh, coitadinha da minha gatinha preferida. Vai, conta pra gente o que aconteceu. Desabafa! — repetiu Wiki, deitando-se na cama e balançando suas pernas de um lado para o outro.
— Começou com ele cismando em ir visitar os amigos dele... Digo, eu nunca permito que ele saia de casa, mas ultimamente ele têm estado muito constrangido e chateado, nunca tem disposição para nada... Já não me olha da mesma maneira...
— Vocês não fazem sexo?
A pergunta de Wiki soou com certa curiosidade na voz, mas ao assimilar a questão Milady arregalou os olhos e tampo os ouvidos de sua filha que estava ao seu lado o mais depressa que podia
— QUE PERGUNTA É ESSA?? Não, não, claro que não, e por que deveríamos?!
— Ué, vocês vivem juntinhos naquele casarão, debaixo do mesmo teto... Presumo que até seja na mesma cama. Qual é, Mila-chan, agora entendo por que o Isaac têm estado tão frustrado com a vida! — protestou Wiki.
— O que isso tem haver? — perguntou a felina.
— Tudo, querida. Olha vou te ensinar uma lição para que você use com seu marido.
Wiki foi para mais próximo de Glaceon e segurando suavemente em sua nuca aproximou seus lábios e deu-lhe um beijo terno nos ombros. A rainha de cabelos azulados corou como uma maçã, retraindo seus músculos e sentindo as pernas tremerem. Wiki foi subindo lentamente. A mulher de olhos dourados abriu a própria blusa e jogou Milady de tal maneira que ela chegou a bater a cabeça e reclamar em resposta.
— Está prestando atenção? Vou te mostrar tudo que você deve fazer com seu marido, tudinho! — disse Wiki com certa tentação em sua voz.
Vendo a cena, Eva perguntou:
— O que exatamente vocês duas estão fazendo?
Milady chutouWiki para longe e logo arrumou-se em seu canto.
— Era um treino. Tipo jiu-jitsu. Sua amiga tentou me ensinar, mas eu faço isso há mais tempo que ela — respondeu Milady séria, sentando-se de maneira comportada e balançando suas orelhas felinas.
— Ah, agora entendi porque o Chaud me disse que lutadores dessa técnica ficam com a orelha pontuda... Depois do chupão que a Wiki deu na sua eu pensei que ela fosse sair fora — comentou Eva.
— É, acho que passei um pouco dos limites. — Wiki dava risada enquanto lambia os beiços. — O que podemos fazer a seguir, meninas?
— Que tal se aprendesse algumas outras técnicas juntas? Se vocês duas fazem jiu-jitsu então vou ensiná-las a brincar com o bastão de baseball!! Quem gosta de baseball?! — perguntou Jade.
Milady ficava cada vez mais constrangida em meio a suas novas amigas, e sentia-se cada vez mais envergonhada na frente da filha. Não demorou muito para que uma cortina de fumaça fosse saindo da cozinha e Akebia saísse de lá correndo.
— O que houve com esse fogão?! Ele é tão ruim que não dá para preparar comidas refinadas nele, onde já se viu?! — gritou Akebia.
— Mas a gente só queria pipoca, e não os seus pratos esquisitos — argumentou Sophie.
Akebia ficou frustrada com a resposta da amiga.
— Pratos esquisitos? Você percebe que tentou trocar os mais refinados pratos do universo, o azeite mais puro que existe. e minhas fórmulas secretas compartilhadas apenas com o gastrônomo chefe, Panetto... por um balde de pipocas salgadas? Que até os tiozinhos da rua sabem fazer?
— Uma vez pipocas, sempre pipocas. Garanto que minhas pipocas já viram mais filmes do que esses seus pratos chiquérrimos com uma folha no meio e nada de sabor. Pipocas estiveram em mais cinemas do que todas as bilheteria do mundo, juntas. As pipocas estão em todo lugar, admita isso, querida. Você perdeu.
Akebia virou-se frustrada e da cozinha retirou um facão que passou zunindo em direção de Sophie e quase cortou as orelhas de Milady. Sophie virou-se amargurada, e erguendo as mangas de seu pijama partiu em direção de Akebia dando um soco no rosto da flor que foi parar no outro lado da cozinha.
— Nossa, isso está ficando perigoso... Adorei! — gritou Jade animada.
— Qual é, festa que é festa nunca fica completa sem um homem sarado. Aí, gente, vocês estão muito estressadas, o que acham de começarmos um show de verdade da melhor maneira? Vamos lá, garotas! Esse é o nosso momento de aproveitar juntinhas, iuhuul! 
Wiki foi até um dos cantos do quarto onde havia um pilar que o sustentava, e após assumir a sua forma de masculina, Mozilla retirou suas vestes até ficar apenas com um short preto e uma gravata borboleta em seu pescoço troncudo. O homem segurava no poste enquanto rodopiava no ar, Jade se emaranhava com algumas cordas e Akebia e Sophie destruíam a área gourmet particular do cômodo. Milady foi recuando, segurou no braço de sua filha e deixou a destruição para depois.
— Qual é, mamãe, agora que ia ficar divertido! — protestou Eva.
— Divertido até demais para a senhorita. Venha, vamos para casa, tenho algumas coisas importantes para resolver com seu pai.

• • •

            O bar estava vazio naquela tarde, e em uma das mesas isoladas um cobertor era estendido sobre uma mesa de madeira formando um tabuleiro improvisado para cartas. Isaac estava sentado na companhia de Aerus, Mikau e General. Os quatro competidores faziam uma competição de pôquer para passar o tempo enquanto tomavam algumas bebidas para esquecer seus problemas. Isaac não estava em um de seus melhores dias.
            — Diga aí, rapaz. A patroa tem te dado muito problema? Tu parece desligadão... — disse Aerus, colocando algumas fichas em jogo e passando a rodada para seu companheiro.
Isaac fez mais uma aposta enquanto olhava suas próprias cartas.
— Ah, às vezes a Milady precisa entender que todos nós precisamos de alguns momentos ao lado dos amigos. Para descansar e descontrair. Aposto que ela faria o mesmo com as amigas dela, se tivesse alguma. — respondeu o Leafeon. — Check.
— A Senhorita Glaciallis disse que a convidaram para uma festa ontem à noite. O senhor tem notícias dessa reunião de garotas? — perguntou General.
— Uma reunião de mulheres? Não deve ter saído coisa boa — Mikau riu de forma sarcástica.
— A Milady já é bem grandinha para saber o que ela quer ou não. Se ela sentiu vontade de ir e se divertir com as amigas, deixe-a. Mas espero que ela também entenda que eu tenho o direito de compartilhar com os meus. — assentiu Isaac, recendo apoio e tapinhas nas costas dos outros competidores.
Subitamente a porta do bar foi aberta onde a sombra de uma mulher projetava-se sobre a mesa solitária de pôquer. Era Milady, bem vestida e com a expressão de raiva frequente que carregava no rosto. A mulher foi andando em direção da mesa enquanto Mikau ria e pensava como seu amigo Leafeon estava encrencado, mas a mulher apenas puxou uma cadeira, misturou as cartas e jogou um bocado de fichas no meio da mesa.
— Senhores, façam suas apostas.
Os homens se entreolharam tentando entender a cena. Isaac ergueu o queixo e sorriu ao perguntar com certa malícia:
— Divertiu-se muito ontem à noite, querida? — perguntou ele entregando as cartas para os competidores do turno.
— Você não tem ideia — disse Milady de maneira irônica.  Me diverti tanto que decidi entrar na roda de amigos de meu marido e ver o que vocês fazem de tão bom que passam a noite inteira presos aqui. — Ela parecia entediada, olhava suas cartas e fazia suas altas apostas com audácia e determinação. — Então, o segredo dos homens é ter um baralho, bebidas de graça e alguns amigos. Nada mais? Acho que é por isso que todos vocês se entendem... Quer saber? Eu os invejo, plebeus.
— E o que exatamente mulheres fazem quando estão juntas? — perguntou Aerus com certa curiosidade.
O dragão havia apostado mais alto, cobrindo a oferta da felina. Milady abaixou suas cartas e encarou o líder da equipe.
— Bem, nada demais. Coisa de mulher... — respondeu Milady fria, mostrando suas cartas e juntando todas as fichas da mesa. — Straight flush, seus infelizes. Passem a grana!

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