Posted by : CanasOminous Jan 15, 2013

Support Conversation (Isaac x Milady)
Gênero e Disclaimers: Romance, Violência, Nudez;
Tema: "Quando nós nos conhecemos...";
Sugestão da leitora: Zyky Flareon (Oblivia).

Era em um pequeno vilarejo desconhecido na região de Sinnoh que a alta realeza e sua família  tomaram como sua moradia. O Rei Umbreon e sua esposa Espeon haviam se mudado há pouco tempo, e sua majestade decidira levar consigo todos os seus filhos e filhas.
Dentre eles estava Milady, uma jovem Glaceon sonhadora e aventureira, sem muitos amigos, mas muito bela e cobiçada por outros membros da nobreza. Todos desejavam sua mão em casamento, pois assim teriam chances de adquirir a herança do rei Umbreon que não andava em sua melhor fase de saúde. Milady nunca se importou com os pretendes que lhes eram oferecidos. Ela era dona de tudo, mas desejava alguém que pudesse dar-lhe algo que ainda não fora oferecido, e por muitos anos a jovem moça lutou para descobrir o que era. Seria realmente possível encontrar esse desejo misterioso, ou tudo não passava de  pensamentos passageiros de uma jovem adolescente?
Certo dia, Mila decidiu sair uma noite. Fora convidada para a festa da Princesa Swablu ao escurecer, seria uma noite do pijama, e Glaceon jamais perderia a chance de ir uma festa onde não tivesse de ser tratada como uma princesa, o que era muito raro em sua família. Porém, sob jurisdição da rainha, ela só poderia ir se estivesse acompanhada...
E o escolhido foi seu segurança, o vigilante Lairon, Atros Atroce; capitão da guarda real da família.
— Peço-lhe perdão, pequena princesa, mas sua mãe foi clara e direta quando me deu a ordem de não perdê-la de vista. — explicou o segurança — E não estou disposto a correr o risco.
— M-Mas eu estou indo para uma festa com minhas amigas, não quero que elas fiquem rindo de mim pelas costas se virem um brutamontes como você na porta do quarto. É coisa de garota, v-você não pode entrar! — reclamou a jovem Mila, vendo o grande homem abaixar a fronte e acenar com pesar em sua feição entristecida.
— Perdão, Milady. Mas são as ordens da rainha.
A moça entrou no castelo da Princesa Swablu bufando, revoltada ao saber que não poderia sair daquelas fronteiras uma vez que “O Vigilante” estaria bem atento ao movimento do lado de fora. A Rainha Espeon tinha razão, era extremamente perigoso para que uma jovem como Mila saísse à noite, mesmo que fosse para ir à festa de boas vindas de uma conhecida.
A verdade é que Mila era jovem, uma garota bonita e esbelta aos seus 14 anos, filha de nobres e pais muito reconhecidos em todo o reino. E como qualquer adolescente naquela idade, ela era extremamente aventureira. Eva teria rido dessa história se soubesse que naquele tempo era sua mãe quem bolava planos para fugir da vigília insaciável de Atros, e naquele tempo o guarda ainda era novo e seus olhos eram tão atentos quanto os de um máquina programada justamente para aquela tarefa.
Em sua juventude Mila tinha de pensar em uma verdadeira estratégia para fugir. Assim que entrou no palácio da Rainha Altaria estudou as saídas e pensou na melhor possibilidade de passar pelo muro. Tinha habilidade com saltos, foi até um dos portões laterais e esperou que a vigília de soldados fosse interrompida. Calculou o tempo em um intervalo de três minutos, e era justamente esse curto período que ela tinha para escapar. Era uma longa distância, mas com habilidade a moça subiu até a parede de concreto e olhou para baixo à procura de algo que ela vira ali ainda pela manhã, e lá estava uma velha carroça de feno, exatamente onde ela deixara.
— Perfeito. — murmurou Mila — Dizem que um gato tem sete vidas, então provavelmente ainda tenho algumas de sobra.
A moça pegou impulso e com seus pés ágeis pulou de cima do muro direto para a carroça de feno lá embaixo. Caiu com uma precisão perfeita, o que teria impressionado o mais habilidoso dos ladrões. Atros ouviu o barulho mesmo a distância e logo saiu para vasculhar. Mila tinha de ser rápida, correu para fora da carroça e escondeu o feno contornando a avenida.
E, por fim, estava livre.
Esticou seus braços e respirou o ar puro do lado de fora das muralhas do castelo. Estava livre por algumas horas, livre para explorar, livre para conhecer o mundo que sempre sonhara. Apreçou-se para distanciar-se mais do Senhor Atros que provavelmente já suspeitava de seu desaparecimento, mas a garotinha foi ágil ao passar pelas ruas escuras e se meter no meio das casas do vilarejo. Vestia apenas uma camisola branca que balançava ao toque da lua em sua pele alva. Ao olhar para trás, viu que estava sozinha.
— Sim!! Consegui despistar o tio Atros! Eu sou a melhor, ahá! — gabava-se a jovem com toda sua euforia.
As ruas estavam desertas àquela hora da noite, e Mila agia com cautela para não ser vista naquela situação. Queria apenas vasculhar os cantos misteriosos, explorar, correr riscos. Era isso que ela almejava, algo que mais tarde sua inocência a faria arrepender-se.
          Caminhou sozinha pelas calçadas, mas era obrigada a esconder-se sempre que via os guardas de seu pai na ativa. Provavelmente o Senhor Atros já o avisara do desaparecimento. Aquela montanha de músculos era mais rápido do que ela imaginava, e logo sua caminhada terminaria quando o gigante aparecesse atrás de si e tocasse em seu ombro vestindo sua máscara de ferro e a barba despenteada.
Vamos, princesa. Você já brincou o bastante hoje. — é o que ele sempre dizia.
Porém, a jovem surpreendeu-se ao notar que outra figura a seguia.
Era claramente muito menor do que o Senhor Atros, em compensação não tinha o olhar acolhedor e pacífico de seu segurança. Era um sujeito de más intenções, parecia ser da raça dos Houndour. Milady apreçou o passo e o sujeito a seguiu. Começou a contornar as vielas com velocidade até encontrar-se encurralada em uma rua sem saída.
Ela nunca deveria ter deixado as muralhas do castelo.
— Vai para algum lugar, mocinha? — indagou o homem. — Menininhas assim deveriam estar na cama, mas você parece ter caído dela. Está até vestida para a hora do jantar.
— Quem é você? — indagou Mila, tomando frente no partido. — Afaste-se de mim, ou vou contar para meu pai!
— Ohh, que garotinha corajosa. Então vai, vai contar pro papai. — caçoou o bandido.
— Meu pai vai puni-lo, o rei vai pendurá-lo na forca se aproximar-se de mim!
Os olhos do ladrão brilharam no momento em que Mila confessara que era filha de alguém tão importante. Agora a situação tomava outro rumo, e ver uma jovem singela vestida apenas de camisola fora o suficiente para despertar seus desejos mais íntimos.
— Acho que seu papai não vai se preocupar se eu entregar sua filhinha já desonrada. — disse o Houndour, sacando uma adaga de seu bolso o que fez Mila gelar. — Vamos lá, onde está sua coragem agora? Espero que saiba fazer curativos.
O bandido avançou, mas Mila não tinha como recuar. Viu-se encurralada no momento que o homem a derrubou no chão e prendeu suas mãos. Com a faca ele fez um corte no vestido de uma ponta a outra, revelado os seios singelos e acanhados de menina. Mila sentiu medo, mas não queria chorar. Estava apavorada, mas queria provar ser forte.
O sujeito era alto e tinha braços longos. Não eram definidos, mas indicavam que ele passava muito tempo empurrando pessoas ou batendo em jovens menores do que eles. Milady sentiu que as lágrimas já escorriam incondicionalmente. O homem abriu as pernas da moça com força e lentamente escorregou suas patas imundas até suas regiões mais baixas. Mila gemeu de medo, o ladrão passou a mão em seus cabelos azuladas e sussurrou em seu ouvido de forma ameaçadora.
— Será que seu papai ficaria feliz se eu te mandasse em pedaços?
Subitamente uma faca foi atirada a distância acertando exatamente a costas do bandido. O Houndour uivou de dor caindo para o lado ao tentar retirar a lâmina que lhe despojava sangue sem parar. Mila chorava. Estava assustada demais para continuar lutando e temeu que naquele momento outro bandido viesse para completar a festa. Porém, quem surgiu foi um rapaz, quase da sua idade, vestindo apenas uma camiseta regata branca e calças desgastadas. O rapaz correu e segurou a jovem em seu colo deixando o Houndour para trás, condenando todas as suas gerações e prometendo vingança até o fim.
— Você está bem? — perguntou o rapaz de maneira rápida.
Mila acenou com a cabeça, tentando esconder aquela situação embaraçosa.
Pôde notar que o jovem andava descalço e mesmo com o frio que fazia vestia-se com roupas leves e simples. Ele tinha cabelos claros e olhos cor de mel, suas orelhas indicavam que ele também era da raça dos Eevees, o que fez Mila pensar que este era o mais novo recruta de seu pai, mas surpreendeu-se ao ver o jovem levá-la para bem longe do castelo.
Ao notar tudo mais claramente viu que ele a levara para uma casa pequena, muito pequena. Tinha apenas uma cama, uma mesa e alguns móveis de madeira. Todos muito bem manufaturados, com detalhes mínimos a serem percebidos. A casa inteira era do tamanho de seu cômodo no palácio. O jovem salvador deixou-a em cima da cama de lençóis sujos e imediatamente correu para pegar um cobertor e cobrir a moça que tinha os seios machucados e à mostra. Mila cobriu-se extremamente envergonhada com a situação.
— Você me viu daquela maneira... — disse ela, arrependida de ter fugido.
— Vejo essas coisas todos os dias. — respondeu o rapaz enquanto buscava uma toalha.
Mila sentiu vontade de mandar seu pai matar aquele jovem por ter visto algo que a lei só permitia aos casados. Porém, ele era seu salvador, como poderia condenar alguém que a salvara? Com a toalha um pouco molhada e o jovem levou a mão até o ombro da garota e cobriu-lhe o busto que sangrava um pouco por um corte que levara. Mila gemeu em silêncio.
— Está doendo. Muito.
— Desculpe. — respondeu o rapaz.
Mila voltou a ficar em silêncio antes de falar:
— Qual é o seu nome?
— Eu sou Isaac, moro nesse vilarejo há muitos anos e conheço bem essas ruas. Nunca a vi por aqui, mudou-se recentemente?
— Sim, eu... Sou filha de um camponês. — mentiu a garota.
— Ah, compreendo. Eu sou filho de um alfaiate, mas meu pai viajou há dois anos e desde então não voltou. Minha mãe morreu há pouco menos de um ano. Vivo aqui sozinho, tentando conseguir dinheiro para seguir com os negócios de meu pai.
— Você trabalha? — perguntou ela admirada ao ver um jovem quase da sua idade trabalhando. — E mora num lugar pequeno como esse?
— Sim, os negócios não andam muito bem. — respondeu Isaac com uma risada, sentando na cama ao lado da garota e cruzando as pernas. — Bem, mas peço para tomar um pouco mais de cuidado daqui para frente. Essas ruas são perigosas, principalmente para mulheres.
— Desculpe, gosto de uma aventura, mas... Depois dessa acho que vou sossegar um pouco. — respondeu ela com um sorriso.
Milady parou no momento em que percebeu que aquele rapaz olhava descaradamente para seus olhos. Ao menos ele tinha um porte educado o suficiente para não olhar para outras coisas. Chegou até a ficar constrangida, ele aos poucos se aproximava demais. Mesmo que fosse seu salvador ainda tinha suas vestes cortadas e temia que fugira de algo ruim para alguém pior. Mas por algum motivo sentiu que os olhos de Isaac eram serenos, e não maldosos. O rapaz riu ao encostar-se a uma parede de madeira.
— Engraçado, tem certeza que é filha de camponês? Eu teria me lembrado de seu rosto em qualquer lugar. — disse Isaac com certo tom galanteador. — Perdoe minha audácia, mas conheço muitas garotas, e você não é como nenhuma delas. Qual o seu nome?
Os dois jovens tomaram um verdadeiro susto quando uma das paredes da casa de Isaac fora derrubada e de trás dela um grande Lairon era acompanhado de uma patrulha de uma dúzia de soldados Arons. Era Atros, o Vigilante, que finalmente encontrara a princesa perdida. Mila esboçou uma feição alegre enquanto o pobre Isaac arregalou os olhos ao ver o tamanho do capitão da guarda.
—  Ops. Você me encontrou. — brincou Milady.
Atros não sorriu como de costume, mas foi em direção de Isaac e deu um soco tão forte no rosto do pobre Leafeon que ele caiu para fora da cama completamente inconsciente. Mila soltou um grito ao ver a cena.
— O que está fazendo?!! Ele salvou a minha vida!!
Atros olhou para o Leafeon nocauteado e depois voltou a olhar sua princesa.
          — Ops. — disse Atros.
E tudo se apagou para Isaac.

         Na manhã seguinte o jovem despertou com fortes dores na cabeça e, principalmente, nas costas. Estava deitado numa cama que parecia ser feita d’água, era tão grande, luxuosa e macia que não pôde deixar de sentir-se incomodado. Nunca antes deitara em algo tão macio e luxuoso. Isaac ainda não sabia onde estava.

          Ao virar-se notou que a pequena Glaceon o observava deitada, com o rosto apoiado em cima dos braços, as pernas apontadas para o alto balançando em movimentos suaves de ansiedade. Ao ver Isaac abrir os olhos a princesa animou-se.
— Você acordou!
— Eu pensei que tivesse morrido. — afirmou Isaac.
— Me desculpe, me desculpe de verdade. O Senhor Atros perdeu a cabeça quando viu minhas roupas rasgadas e você tão perto de mim daquela maneira. Eu já consegui fugir dele outras vezes, mas essa foi o mais perto que eu cheguei de me meter em encrenca. Acho que não vai acontecer de novo... Meu pai reforçou a guarda e minha mãe quase adoeceu com a notícia...
— Senhor Atros é o seu pai?
— É o meu segurança. — respondeu ela.
Isaac riu.
— Que tipo de menina anda com um segurança? A menos que você fosse alguma espécie de princesa ou... coisa do tipo. — comentou Isaac, vendo sua voz desaparecer na medida que ele prestava atenção no quarto que parecia ter sido feito de ouro. — Você é uma princesa.
— E você, é o meu salvador. — respondeu Milady ao abraçá-lo de forma afável.
Graças ao Senhor Atros, a casa do pobre Isaac fora destruída e o rapaz acabou sendo obrigado a morar numa mansão após o ocorrido. A verdade é que muitas coisas mudaram desde aquele dia. Glaceon foi repreendida por seu pai de tal maneira que nunca mais ameaçou fugir de casa. Aos poucos sua coragem desapareceu, a meiguice transformou-se em ganância e ela já não olhava o mundo da mesma maneira. Sentiu que sua juventude passara lentamente atrás de um trono dando ordens aos servos.
Era Isaac quem sofrera uma reviravolta incrível. Mesmo depois de muitos anos o Senhor Atros ainda olhava admirado para o pequeno Leafeon que provou de seu punho, lembrava-se daquele pobre garoto que salvara sua princesa, e como recompensa recebera um murro na cara que por pouco não o matara. Isaac passou a morar na mansão, sob serviço de Milady. Ele era uma visita ilustre, e ganhava para fazer-lhe companhia. Mila o adorava e por muito tempo os dois se divertiram, mas os anos foram passando e muitas coisas mudaram...
          O Rei Umbreon faleceu, assim como sua esposa, o reino foi interditado quando um terrível acidente os assolou e causou a morte de grande parte dos filhos da realeza. Milady conseguiu fugir com ajuda do senhor Atros e seu mais novo acompanhante.
A Glaceon optou seguir para um lugar distante, e por um momento sentiu uma sensação estranha. Ela finalmente poderia sair em uma aventura, finalmente estaria fora dos muros e viveria os perigos que tanto almejara, mas parecia estava fugindo de algo. Ela havia envelhecido, não tinha a mesma energia de antes. Soltou um longo suspiro ao pensar que sua vida fora perdida, e no fim dos tempos o Tempo tornou-se o vilão da história, foi quando sentiu uma mão amiga em seu ombro, tocando-lhe de forma suave e tentadora como nos tempos em que era apenas uma jovem apaixonada.
Vamos, Milady? A aventura começa agora.
E a mulher sorriu ao ver que Isaac continuava ao lado dela.
          Certas coias nunca mudavam. O Capitão Atros agora estava velho, mas jurou servir a filha da rainha enquanto tivesse forças para continuar de pé. Chegou inclusive a recrutar dois soldados para sua casa, Magnum e Malbora, pois jamais deixaria que sua protegida fosse ameaçada novamente como naquele dia.
A fuga de Milady custara sua liberdade, depois daquele incidente a garota nunca mais quis fugir de sua vida. Recebeu em troca um marido que a acompanhou até o fim de seus dias e lhe deu uma filha que almejava mais do que tudo fugir e ser livre uma última vez. Mila gostava de mostrar-se como a rainha mandona e impedia a fuga da garota, mas no fundo amava a vê-la correr.
Bem, mas esse era um segredo que somente ela poderia saber. Ficava sentada na cadeira real dentro de sua mansão no topo da colina, ao norte da base dos Fire Tales, e cada vez que olhava pela janela e via sua filha brincar livremente soltava um suspiro de gratificação ao ver seu próprio retrato pintado na juventude de menina.
Eu jamais tiraria sua liberdade. — pensou Milady ao sibilar um sorriso em seu rosto.
Logo se voltou para trás e ordenou que Isaac lhe trouxesse um pouco de chá e massageasse seus pés, afinal, a velha rainha ainda tinha uma reputação a cumprir. Quanta sutileza...

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  1. Quanta sutileza! kkk!
    Então Dona Milady tem passado, né? kkk! Legal que ela negou tudo ao máximo! kkk!
    Adorei conhecer a vida da madame antes de virar nojenta, e fiquei muito feliz de saber que ela nem é tãããããão chata quanto pensava! kkk!
    Preciso admitir, tô adorando esses support conversations! kkk!
    Inté!

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  2. Diga ae, Grande Moa! Ehh, meu rapaz, acho que todo mundo merece uma chance, não é? A Milady é daquelas chatas insuportáveis, mas admito que aos poucos nessas últimas conversas ela têm me conquistado também. Mal posso esperar para refazer a aparência dela, na primeira imagem criada ela ainda tinha cara de boazinha, vou precisar fazer umas modificações para tsundere kk Cara, eu também estou adorando escrever esses Supports. Sério, é uma coisa tipo: Ahhhh, tô afim de escrever. Não tem que pensar num baita roteiro, em quem vai participar, em ultrapassar um mínimo de palavras e tudo o mais, eu apenas tenho alguma ideia ou vejo uma situação de meu cotidiano e sinto vontade de retratá-la. Fico feliz que vocês também estejam curtindo, porque acho que graças a essas conversinhas manteremos o blog atualizado por um bom tempo! Abraços ae, companheiro.

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  3. Kkkkkkkkkkkkkk! Essa Milady, hein? Festinha de pijama? Kkkkkkk! Tô amando essas support conversations! Continue assim, Canas!

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  4. Ah, é por isso que a Milady é tão chata e nunca deixa a Eva sair de casa? 'u'
    Na boa, a Mila é uma chata profissional, eu nunca gostei muito dela, mas depois disso, até compreendo um pouco ela. Só não quer que o mesmo aconteça com sua filha. Mas não vai acontecer, Milady, fica tranquila. A Eva tem o Chaud! XD
    O passado da Milady é algo bem real, eu gostaria de fugir as vezes só pra explorar o mundo lá fora, porque eu sou muito protegida pela minha família. Eles me sufocam demais, mas sei que só querem me proteger.
    Ficou ótimo, Canas! A Milady não parece mais tão chata como antes... Bom, mas eu tiro minhas conclusões no próximo Fire Tales! kk

    Até mais!

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  5. Diga aí, galerinha. Tá aí um dos supports que mais adorei escrever até o momento, acho que o enredo tomou um rumo surpreendente e concreto, com começo, meio e fim; deixando aquele desejo de querer amar os personagens conforme o caminho vai sendo trillhado. Afinal, a equipe da Dawn nunca reecbeu muita atenção, e acho que os Support cairam do céu como a oportunidade perfeita de sobressair com esse pessoal esquecido, mas que ainda eram tão apreciados por alguns leitores.

    Quando começamos a ver o passado dsses personagens passamos a entendê-los melhor né, digo que até mesmo nossas opiniões podem mudar. A Milady tem todo esse jeito mesquinho mas sabemos que tudo é feito para um bem maior. Agora, uma coisa eu acho que nunca vai mudar, Kohai. No próximo capítulo que ela aparecer provavelmente já voltará a ser essa mulher mandona e mimada. Certas coisas nunca mudam, né não? kkkkkkkkkk Mas qual é, a Milady é o pico do exagero e da servidão, chega a ser cômico. Podemos colocá-la em algumas comédias por aí, e quem sabe surge uma oportunidade pra trazer mais capítulos nesse nível? Acho que a galera está aos poucos se acostumando kk

    Valeu pelos comments, pessoal. Tenho um montão de Supports guardados, e assim que surgir a oportunidade continuarei postando, mas tenho o capítulo 65, o Omascar e as imagens do Menu pra atualizar, então nas próximas semanas vocês podem garantir muito entretenimento por aqui! Estamos no meio das férias, mas elas ainda estão longe de acabar kkkkkkk Abraços, meus caros!

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  6. adorei esses supports conversations, a milady ate que tem razão de não querer que eva saia para nao se meter em encrencas mas os fire tales não são uma guilda de pervertidos, a milady ja deveria saber disso.

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  7. Diga ae, Alan. Olha, companheiro, acho que não se trata dos Fire Tales, e sim, de todas as outras coisas ruins espalhadas aí pelo mundo. É como naquele episódio onde a equipe foi atacada pela Thunder Fang Guild, sabe? Nunca se sabe quando algo ruim vai acontecer, e a Milady prefere prevenir-se a deixar a filha correr os mesmos riscos que ela. Quando a Mila era jovem ela só pensava em conhecer e explorar o mundo, mas às vezes a gente não percebe que a maldade está espalhada por todos os lados, é inevitável... Eh uma realidade que preferimos evitar, mas por sorte neste mundo de histórias temos grandes guerreiros como o Chaud, assim como a Kohai citou, e se depender desses guerreiros eles jamais deixariam que nenhum de seus amigos passassem por perigos! ;) Até temos alguns meio malucos como a Wiki e o Yoshiki né, eles contam? Aposto que colocam qualquer um pra correr só de aparecerem na rua no meio da noite kkkkkkkk Valeu aí Alan, logo mais espero lançar novos Supports!

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  8. *------------------------------------------------------------------------------------------------*
    Cara, essa Milady é simplesmente perfeita! kkkkkkkkkkk Como posso gostar tanto de uma personagem?! Man, acho que foi meu Support favorito! Quem diria que a Glaceon tinha um motivo pra ser chatinha? Eu simplesmente adoro quando ela mostra ter esse lado humano da Eva, ela é muito fofa kkkkkkkkk Coitado do Isaac, quem diria que conheceu o Atros em uma situação dessas? Mas de alfaiate a príncipe... Nada mal, hein? Curti muito mesmo, é como se tudo da minha Pokémon favorita fizesse sentido agora kkkk Ótimo trabalho, man õ/

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