Notas do Autor (Interlúdio III)

Uow, há quanto tempo eu não começava essas notas? Tive até dúvidas em qual frase escolher, mas creio que apesar desse longo período de férias eu nem terei muito a falar, afinal, continuei aqui o tempo todo atualizando personagens, trazendo especiais e Supports para continuar a entretê-los. Os Seis Meses demoraram mais do que eu imaginava, e se eu fosse esperar todos os personagens serem apresentados eu realmente teria demorado Seis Meses! Eu já estava louco para recomeçar, para enfrentar logo a Liga e mostrar o resultado de todo esse preparo essencial antes do derradeiro fim. Caros leitores, é aqui onde entramos efetivamente na última temporada.
Trazer de volta personagens tão antigos era um risco, mas decidi apostar no fator de que a Grande Criação foi uma das melhores épocas de Sinnoh, e como poderia alguém esquecê-la? Detesto descartar uma boa ideia, e conforme o tempo foi passando eu percebi que inutilizar alguns desses personagens seria como jogar na parede algumas cartadas extras...
Por que o Seth e o Beliel? Alguém se lembra dessa enquete, feita lá em meados da Saga Diamante, e com os seguintes resultados? Bem, foi naquele dia que eu percebi os personagens que eu deveria usar. Em especial os dois, pois eles foram os que provaram que de fato mereciam uma segunda chance. Num geral, todos os personagens da Grande Criação puderam retornar de alguma maneira. Cada um deles irá trilhar seu próprio caminho, sendo convergente aos demais, ou não.
A cena em que o Coffey enterra uma plantinha no Capítulo 58 foi provavelmente uma das coisas mais sem sentido para alguns, e no fim das contas esse gigante foi o responsável por ser praticamente o anjo da guarda de seus amigos, rs. A árvore e a mensgaem do Interlúdio pode ser interpretada da maneira como vocês bem desejarem, seja para dar uma segunda chance mesmo aos que não merecem, ou simplesmente trazer de volta dois Pokémons que eu precisava. Este é o nosso mundo da imaginação, cheio de suas surpresas inesperadas, de reviravoltas e atitudes complexas que mudam o caminho a ser traçado, ainda que o final seja o mesmo.
Sejam bem vindos de volta ao universo de Sinnoh, vocês não têm ideia do quanto senti falta dessas notas... Teremos de encarar a Liga Pokémon, o Grande Festival, a Elite e o Campeão... Será que conseguimos tudo isso até o Capítulo 100?
Interlúdio III
Pokémons P.O.V. (Point of View)
Por que o céu estava miseravelmente tão azul? Por que o chão em que estava deitado parecia um carpete persa dos melhores tecidos, tão fino e macio quanto se estivesse descansando nos campos verdejantes das colinas mais distantes, com o vento a seguir seu caminho incontrolável, e a vida continuar seu ciclo? Por que tudo aquilo era tão bom?
Por que estava vivo, afinal?
Beliel continuava deitado com os braços esticados, não sabendo se os demais ossos estavam quebrados ou se ele simplesmente danificados. Sentia que já estava ali descansando há muito mais tempo do que devia, mas perdera completamente a noção do tempo.
E, por algum motivo, aquele céu o incomodava.
— Azul — ele sussurrou ao vento. — Por que tão azul?
Ouviu o caminhar pesado de alguém ali perto, mas não quis nem se mexer. Já estava praticamente morto mesmo, não tinha nada a perder. Mas a morte era sempre cheia de suas desavenças, e parecia negar sua entrada prendendo-o naquela terra sem sentido algum. Seus olhos esbranquiçados continuavam fixados no alto até que o som dos passos começou a se tornar mais próximo e uma moça caiu ao seu lado ajoelhada.
— Encontrei ele, chefe.
Beliel virou-se e viu silhuetas esquisitas, formas e cores misturadas de uma maneira inexplicável que nem mesmo ele poderia compreender. Um brilho forte chegou, era como se um pedaço do sol tivesse ido até ali e agora o examinasse de longe, o calor de seu corpo era pesado mas ao mesmo tempo num contraste frio, a respiração quase inaudível por conta da suavidade rítmica daquele guerreiro dourado.
— Beliel? Beliel, consegue me ouvir?
— Seth — ele afirmou, somente agora tendo reconhecido o dono daquela respiração.
A mulher ao lado soltou um suspiro de gratificação.
— Você sobreviveu.
— Eleanor — ele repetiu, pouco a pouco voltando a compreender e lembrar-se tudo que passara.
Os três ficaram em silêncio por um longo tempo. Não havia o que comemorar, e nem mesmo o que falar. Não deveriam estar ali.
— Eu posso garantir que estou morta. Estamos no inferno por um acaso? — perguntou Eleanor.
— É um pouco mais quente e fedorento. Mas posso estar enganado — respondeu Beliel, com os olhos ainda fixados no alto. — Só me digam... Por que este céu é tão azul?
Seth e Eleanor viraram-se para seu companheiro com um ar impressionado. A mulher perguntou, chegando bem perto de seu rosto com os olhos arregalados:
— V-Você está enxergando?
Beliel esticou uma de suas mãos para cima onde pudesse vê-la.
— Vejo... Coisas. Formas, cores, brilho. Não é nada como a escuridão negra do abismo em que estive emergido por tanto tempo. Eu pensava que nunca tinha visto o céu, mas essas memórias estavam presas nesse corpo clonado. Eu não lembrava que era tão azul.
Seth examinou de perto os olhos do Houndoom, e percebeu que eles continuavam brancos e sem brilho, embora tivessem algum contraste estranho com a realidade.
— O que você vê? — Seth perguntou enquanto segurava no rosto do homem.
Beliel nem olhou para os lados.
— Palavras. Luzes. Flashes. Imagens. Uma... árvore.
— Sim, estamos em uma árvore que nasce nas águas perdidas no meio do oceano — Seth confirmou de maneira inesperada.
— Uma árvore que surgiu no meio do oceano em uma ilha completamente devastada por um terremoto e uma bomba... Isso tem alguma relação com o fato do Beliel voltar a enxergar assim de repente? — perguntou Eleanor. — Já não estou entendendo mais nada...
— Ele ainda é cego. A longa escuridão em que estava aprisionado o cegou para muitas coisas, mas creio que esses olhos consigam ver através de algo que mais ninguém consegue. A verdade.
— Eles sempre puderam — respondeu Beliel um pouco incomodado, cortando um pedaço de sua manga e cobrindo os olhos. — Mas eu prefiro não ver. Abençoados são aqueles que vivem na ignorância.
— Mas a sabedoria também traz a resposta para muitos caminhos, meu bom amigo. Ela abre portas, trilha novos caminhos, define novas oportunidades. Ela te dá um motivo pelo qual acreditar, e viver — correspondeu o Dragonite.
Seth ajeitou sua capa e armadura, sentando-se no chão gramado ao lado de Beliel e Eleanor.
O vento continuava correndo depressa, e era interessante perceber que a um dado ponto aquele carpete de grama era um amontoado de folhas, e tudo caía na vastidão do mar. O Dragonite, o Houndoom e a Pinsir. Membros da extinta Clony Guild, sobreviventes da grande guerra que teve como cenário a Ilha de Ferro e terminou com sua destruição. Tudo aquilo parecia muito distante, mas na realidade não acontecera fazia tanto tempo.
— Antes de mais nada, não estamos no inferno — disse Seth com um sorriso. — Alguns de vocês podem ter morrido, mas aqui estão novamente. Tal como essa ilha. Conseguem entender o sentido disso?
— Não há sentido — respondeu Beliel deitado. — Simplesmente aconteceu.
— Estamos em uma árvore ou uma ilha? — indagou Eleanor.
— Um pouco dos dois. Creio que todos os integrantes da Grande Criação tombaram antes do fim da batalha, então não souberam que a Ilha de Ferro foi completamente destruída e desapareceu do mapa. Mas eis que surgiu isso... A árvore.
Seth levantou-se e foi andando até o horizonte onde o mundo parecia encontrar seu eixo, e olhou para baixo. Eles estavam num lugar alto, muito alto, cortavam as nuvens e invadiam o território dos pássaros.
— Essa árvore surgiu para dar um novo sentido à nossa existência — ele virou-se para seus dois amigos restantes. — Companheiros, nossa missão não terminou. Ela está apenas para começar.
— A Grande Criação acabou, Seth! — Eleanor ergueu-se irritada. — Acabou, foi destruída! O Barão está morto, Atomico foi liquidado, Neon Photorine afundou com seus próprios sonhos, Colossus desapareceu...
— Ele nos salvou — Seth ainda olhava para o horizonte. — E nenhum de nossos amigos realmente estão mortos. Eles já se foram, já aceitaram a oportunidade que lhes foi dada. Iniciaram uma nova vida, recomeçaram de novo não como um clone, mas como um ser existente. Nossa função nesta terra não se limita à nossa existência, não tente explicar o sentido das coisas. Elas simplesmente seguem seu próprio rumo, perfeito e imutável.
Flashback On (Capítulo 58)
Havia uma pequena fresta no corredor que permitia um feixe de luz entrar na sala, ao menos aquilo provava que eles ainda não estavam completamente no subsolo da terra. O gigante ficou a contemplar a claridade atentamente, e em seguida, olhou para o chão. Agachou e agarrou o piso, arrancando-o como se fosse uma erva daninha indesejável. Mikau e Milena surpreenderam-se ao notar um pequeno broto nascendo sobre as frestas que lhe emitiam luz. Era o primeiro sinal de vida saudável desde que eles haviam entrado nas bases do Rockets.
Coffey ficou de joelhos, e ainda assim era mais alto do que seus companheiros. Enfiou suas mãos na terra, retirando aquela plantinha com enorme carinho e comoção. Milena ficou a admirá-lo um tanto quanto surpresa, Mikau o observava de forma séria e indignada. A mulher lhe dirigiu a palavra com certa dúvida:
— Como você sabia que essa planta estava aí?
— Eu num sei... Eu só senti, senti isso aqui dentro. Consegue entender? — ele respondeu com a fala mansa, tocando de forma tranquila em seu peito estufado na região do coração.
Coffey abaixou os braços, e assim, Milena regou a planta com um pouco de seu poder aquático, permitindo que ela continuasse a crescer forte e saudável dali para frente. [...] Só após o dever cumprido o gigante voltou a andar, mas permaneceu em silêncio deixando a sensação de que sua missão naquele local havia sido cumprida.
Flashback Off
— O grande Colossus, também conhecido como Coffey, é uma figura interessante neste universo... Vocês podem não acreditar em milagres, mas Arceus costuma enviar algumas de suas dádivas para nos abençoar nos lugares mais estranhos e improváveis. A vida precisa seguir seu ritmo.
— E nós não fazemos mais parte dessa rotina — respondeu Eleanor ao cruzar as pernas um pouco incomodada. — Chefe, não tente dar esperança para aqueles que já a perderam.
— Não estou lhes dando esperança, estou dando a mesma chance que me deram.
Seth olhava para o horizonte incansavelmente.
— Não é magnífico? Vivemos e respiramos o mesmo ar deles, olhamos para este mesmo céu. O céu azul, Beliel.
Beliel continuava em silêncio sem mover um músculo no chão.
— Me foi dado o dever de proteger um portão — disse o porteiro do inferno. — E esse portão foi destruído. Nada mais sei além daquilo que havia sido incumbido a mim... Eu... estou confuso. Perdido e desamparado. Não sei o que deve vir a seguir.
Seth continuou:
— Conhece os Fire Tales?
— Nunca ouvi falar.
— Nosso companheiro ingressou nessa guilda. Lhe foi apresentada a oportunidade, e ele partilhou dela conosco.
— Não tenho o interesse de entrar em equipes felizes e tolas, e muito menos de obedecer ordens de um humano.
— Ah, creio que você se lembra da garota que enfrentou.
Beliel virou o rosto em direção do dragão alado.
— Como sabe disso?
— Eu a vi. Está viva e com saúde, todos eles estão, na realidade. O nome dela era... Lyndis, não? Você gostava daquela faixa que cobria sua visão. A moça está com ela, guardando-a, com a mesma esperança de um ia vê-la retornar ao seu dono. Ela está apenas esperando essa chance aparecer.
— O que procura com essa conversa, Seth?
— Uma chance, meus amigos. Uma chance. Eu irei encontrá-la, irei correr atrás de minhas oportunidades, irei recomeçar não como um clone, mas como um Pokémon. Esta é a nossa essência nesse mundo, e devemos honrá-la.
— Batalhar, treinar, lutar por um bem maior, e por fim morrer defendendo uma causa — Beliel revelou uma risadinha ligeira. — Acho que nunca irei me cansar disso.
Beliel foi tentando levantar-se sentindo todos seus músculos doerem, mas com esforço e ajuda de Eleanor foi capaz. Levou a mão até o rosto e retirou a faixa improvisada, voltando a deixar à mostra aqueles olhos brancos, frios e sem alma.
— Devo viver a ignorância ou a sabedoria? Saber de todos os problemas ao meu redor e lamentar por eles, ou encontrar uma solução?
— Não abandone a sabedoria, e ela protegerá você. Ame-a, e ela lhe dará segurança. Para ter a sabedoria é necessário primeiro pagar o seu preço; abrace-a, e será respeitado. A sabedoria fará com que andes pela luz da aurora, mas a ignorância o fará cair sem saber no que tropeçou.
Beliel foi tirando a atadura lentamente, soltando um suspiro na sequência.
— Leve-me até esses Fire Tales. Temos algumas contas para acertar.
Seth acenou a cabeça levemente, e em seguida olhou para Eleanor ao seu lado. A mulher não correspondeu:
— Nem vem, vou ficar longe desses caras, muito macho pro meu gosto.
Ela riu enquanto alongava seu ombro e virava o rosto.
— É que, sabe... Eu sinto que já tive uma guilda, no passado, numa outra vida. Quero descobrir mais sobre ela se eu puder. Talvez eu encontre algumas mulheres bem interessantes no caminho, e quem sabe até nos trombamos por aí?
— E posso garantir que esse caminho será repleto de surpresas — Seth devolveu-lhe o sorriso. — Vá em paz, Eleanor. Encontre o sentido de sua própria existência, e abrace a chances que lhe derem.
Os três se reuniram em um pequeno círculo que representava tudo que havia restado de sua guilda. Seth não era mais perfeito. Atomico sentiu medo. Beliel nunca fora, de fato, orgulhoso. Coffey encontrou amigos. O Barão Maximiliano aceitou desculpas. Neon Photorine juntou-se à sua família. Eleanor jamais desistiu de correr atrás de suas velhas memórias. Delfort encontrou o caminho até sua casa. Magnum e Malbora tiveram sua segunda chance para recomeçar.
— É aqui onde a Grande Criação termina efetivamente, meus caros — disse Seth. — Está na hora de começarmos tudo de novo, pelo que espero ser a última vez.
— Mas você sabe que não será — Beliel lançou-lhe um olhar de relance.
— Oh, não. — O dragão já sabia que era verdade. — Nunca será.
Coffey
"Sua voz era um troar grave e baixo. Não parecia ser muito inteligente, e tão pouco parecia ter instrução. Na sua maneira de falar, como em tantas outras coisas, ele era um mistério. E eram sobretudo seus olhos que perturbavam Milena, eles tinham uma ausência pacífica, como se ele estivesse flutuando longe, muito longe." — Capítulo 55.

Coffey é um Rhyperior gigantesco, ocupava a posição como o Número 7 na contagem dA Grande Criação dos Rockets e atualmente é um dos guerreiros mais poderosos da equipe de Luke. Tudo à respeito deste sujeito é um mistério, não se sabe ao certo de onde veio e nem por que, mesmo sendo tratado como prisioneiro pelos humanos não demonstrou ameaças para aqueles que o cercavam. De todos os mistérios à respeito de Coffey, são seus olhos que sobretudo se destacam, eles exalam uma certa tranquilidade pacífica, parece estar sempre disperso e desatento como se vivesse em outro mundo. Sua origem é completamente desconhecida, ele diz buscar uma forma de voltar para sua casa, mas nunca foi capaz de lembrar-se realmente onde vivia.
Dizem que Coffey era apenas uma clonagem de um Rhyhorn geneticamente modificado pela ação humana. Ele não possui nenhuma lembrança de sua vida passada, e desde então Coffey passou a agir como uma simples criança aprisionada no corpo de um gigante. Não é possível dizer se as experiências foram um sucesso ou um fracasso, nem mesmo se o guerreiro encontrado por Mikau e Milena tratava-se de um clone ou um fantasma, um espírito de tempos antigos ou um anjo que vaga na terra. Coffey é apenas um gigante adormecido de pouca inteligência e coragem, mas provou que pode tornar-se extremamente agressivo ao se deparar com pessoas de má índole; é como se ele fosse capaz de ver o coração de cada um. Dentre todas as clonagens da Ilha de Ferro, sua história era a mais desconhecida e certamente permanecerá dessa maneira por muito tempo. Sua primeira emoção foi a Inocência.
• MOVESET •
Coffey odeia batalhas, mas quando ingressou na Fire Tales precisou começar a lutar para defender a si mesmo e seus amigos. Ele evita ao máximo qualquer competição, está sempre procurando um canto sossegado onde possa ficar refletindo sobre a vida e vendo o tempo passar. Quando entra em uma luta, poucos são os que conseguem fazer frente ao seu poder incrível. Apesar de ter perdido o braço direito, Vista construiu uma arma mecânica para que o gigante pudesse utilizar como arma de combate aumentando ainda mais sua força. Coffey é um dos guerreiros mais poderosos e temidos da guilda, sua variedade de ataque o tornam um verdadeiro colosso e uma máquina de guerra.
~ Earthquake
~ Stone Edge
~ Mega Horn
~ Aqua Tail
• FIRE TALES •
Coffey é um sujeito manso, ingênuo e bondoso. Apesar do tamanho e da aparência robusta, seu coração é leve e puro como o de uma criança. Ao ingressar na guilda muitos de seus companheiros estranharam seu jeito tão pacífico, e alguns até mesmo arrumavam maneiras de perturbá-lo, porém, era como se uma aura sobrenatural o protegesse da maldade dos humanos e Pokémons, tornando-o quase indestrutível. Coffey vive em algumas ruelas pouco movimentadas da guilda, perambulando como um viajante perdido que nunca encontrou uma maneira de voltar para casa. Têm um estranho apreço por Mikau e Milena desde que se encontraram na Ilha de Ferro, mas a mulher sempre o está protegendo dos perigos apresentados pelo atirador, aconselhando e auxiliando no que for possível.
Coffey pôde tornar-se um Rhydon quando Chaud, o ferreiro, concluiu sua armadura. Feita de metais raros e resistentes, a força física e defensiva do gigante duplicaram. Infelizmente ele teve de amputar seu braço após a batalha contra a guilda Legacy, mas neste meio tempo Chaud e Vista descobriram uma forma por meio de tecnologia avançada e eficiência de tornar o defeito uma qualidade, desenvolvendo uma de suas armas mais poderosas.
"...Tô procurando luz, porque tenho medo do escuro
quando tô num lugar que num conheço..." — Coffey, Capítulo 55.
"Não foi culpa sua. [...] É assim no mundo todo, todos os dias. Eles julgam pela aparência, julgam pelos métodos, mas ainda assim num conseguem ver aqui dentro, no coração." — Coffey, Support Conversation com Milena.
"Certa vez ouvi dizer que existia um homem solitário nesta vida sem sentido, que ele foi enviado do céu para a terra sem objetivo algum. Ele caiu neste mundo vazio e desde então têm procurado uma forma de voltar para sua casa. Dizem que é como um símbolo de boa sorte, que ele caminha por aí só para... dar um sentido aos que não possuem." — Jade, Support Conversation com Yoshiki.
"Não foi culpa sua. [...] É assim no mundo todo, todos os dias. Eles julgam pela aparência, julgam pelos métodos, mas ainda assim num conseguem ver aqui dentro, no coração." — Coffey, Support Conversation com Milena.
"Certa vez ouvi dizer que existia um homem solitário nesta vida sem sentido, que ele foi enviado do céu para a terra sem objetivo algum. Ele caiu neste mundo vazio e desde então têm procurado uma forma de voltar para sua casa. Dizem que é como um símbolo de boa sorte, que ele caminha por aí só para... dar um sentido aos que não possuem." — Jade, Support Conversation com Yoshiki.
Primeira Aparição e Evoluções na História
- Primeira aparição no: Capítulo 55 - A Grande Criação (Parte 3)
- Apareceu evoluído no capítulo: Capítulo 70 - Fire Tales Vs. Iron Fist
- Capturado no capítulo: Capítulo 60 - I Will be Here
- Evoluiu para Rhyperior nos: Seis Meses, Capítulo Indefinido.
Batalhas e Cenas Interessantes de Coffey
- Enfrentou Neon Photorine junto de Mikau e Milena: Capítulo 58 - Solidão e Perfeição
- Foi derrotado por Luna na batalha contra a Legacy no: Capítulo 65 - Eu sou a Lenda
- Participou da batalha de ginásio contra Riley no: Capítulo 70 - Fire Tales Vs. Iron Fist
- Participou da batalha contra a Throne of Kings no Torneio das Guildas: Capítulo 89 - Quando uma História Termina
- Participação na primeira disputa da Segunda Casa: Capítulo 95 - As Espadas que Contavam Histórias (Parte 1)
- Participação na batalha da Quarta Casa: Capítulo 97 - O Novo Líder (Parte 1)
- Participação na batalha da Quarta Casa: Capítulo 97 - Coração Roubado (Parte 2)
- Protegeu Mikau na Quarta Casa: Capítulo 97 - Voe Sem Cair (Parte 3)
Support Conversations e Episódios dos FT Importantes com Coffey
- Ingressou na guilda no: FT 23 - O Último Dia de Nossas Vidas
- É visto com seu braço amputado no: FT 25 - A Decisão
- Importante participação na guerra ao lado de Milena: FT 33 - Queime, a Esperança
- Support Conversation com Yoshiki: Doctor Knife - Episode 2: Take Me Home
- Support Conversation com Milena: Coffey's Diary
- Support Conversation Aerus: The Last Wish
Pessoas que se importam [ou fingem se importar]
Soundtrack
• RHYHORN, RHYDON E EVOLUÇÃO •
"Foi escolha minha, chefe. [...] Escolhas pra uma trilha melhor no futuro. Nem sempre o caminho aberto é bom, às vezes o menor e mais difícil nos leva pra algo melhor." — Coffey, FT 25.
Colossus, como fora apelidado em sua forma clonada, era um Rhyhorn geneticamente modificado e de força colossal. Nas prisões do Setor 3, uma área conhecida por ser a zona onde os mais perigosos experimentos eram deixados, a equipe de Pokémons aquáticos da Fire Tales se deparou com um Rhyhorn muito maior do que o tamanho normal da espécie. Guiado por dois Sneasels que o levavam para um final indefinido, Colossus não chegou a batalhar seriamente contra Mikau e Milena, uma vez que estava mais preocupado em descobrir o que fazia naquele lugar do que lutar. É um gigante de imensas proporções e também um guerreiro detentor de força sobrenatural. Acreditam que cientistas o aprisionaram e o levaram para longe do bando em que vivia, e então os Rockets passaram a realizar testes no Rhyhorn que revelou-se como uma ameaça tendo de ser controlada imediatamente, mas nada nunca foi provado. Conhece ataques como o Earthquake e o Mega Horn, e dentre as criaturas de sua espécie demonstrou sobressair-se em todos os aspectos físicos, porém, não psicológicos. Ninguém sabe se ele é apenas uma clonagem ou se é o verdadeiro Pokémon, mas Coffey possui emoções e por conta disso passou a desenvolver muitos sentimentos. Foi levado para a Fire Tales, onde foi recebido com muito entusiasmo por Luke, mas ainda assim não totalmente liberto da vigilância constante de Mikau.
Rhyhorn: 22 de Outubro, 2012
Rhydon: 14 de Março, 2013
Os Gijinkas utilizados na história após a primeira aparição de Coffey foram disponibilizados quase 10 meses mais tarde do que o planejado. O desenho foi refeito, pois neste meio tempo o autor passou a adotar a arte digital como padrão, mesmo que na época ele ainda estivesse aprendendo como usá-la.


22 de Janeiro, 2012 e 02 de Fevereiro, 2012
Primeiros projetos de Gijinka criados para Coffey em sua forma de Rhyhorn e Rhydon que foram mais tarde descartados, ambos datados de muito antes que o personagem entrasse efetivamente na história.
TRIVIA
- Coffey foi criado e desenhado pela primeira vez em Janeiro de 2012, por conta disso o autor optou por manter sua aparência inicialmente para que o personagem fosse demonstrando suas mudanças conforme o próprio desenhista progrediu;
- Coffey é uma homenagem à Michael Clarke Duncan, que interpretou o gigante John Coffey no filme "À Espera de um Milagre";
- Sua personalidade assemelha-se muito ao personagem John Coffey, tal como suas falas e muitas das descrições utilizadas;
- É o primeiro personagem negro da equipe;
- Ele foi cotado para entrar na equipe no Capítulo 36, porém, sua aparição não poderia ter uma recepção adequada e sua estreia foi sendo adiada cada vez mais, onde finalmente estreou no Capítulo 55;
- Coffey é o único vilão dA Grande Criação que tem seus olhos amostra (compartilha isso com Malbora, mas o vilão em si trata-se da Boca);
- Colossus deveria ter inaugurado na fanfiction como um Rhydon, mas o autor já tinha planejado sua aparência como um Rhyhorn, e para reaproveitar o estilo do personagem sua evolução foi contida;
- O ator Michael Clarke Duncan morreu aos 54 anos, e se não fosse por um breve engano cometido pelo autor o gigante Coffey teria estreado na fic exatamente no Capítulo 54;
- Coffey teve uma mudança drástica em seu rosto na mudança de Rhydon para Rhyperior, de modo que o personagem ficasse ainda mais parecido com o ator;
Karl
Karl é o Togekiss maloqueiro de Lukas Wallers, um Pokémon voltado para a área de apoio aos seus companheiros e que ainda consegue causar danos intensos quando bem deseja. O pequeno Togepi de Lukas veio de um ovo que o jovem recebera de Cynthia na Rota 207, vindo a nascer somente em sua estadia no Hotel Deluxe Heart, na cidade de Hearthome. Karl revelou-se de imediato como uma criatura traiçoeira e maliciosa, sempre arranjava encrenca com inimigos maiores que seu tamanho e ainda assim não se intimidava com nenhum oponente. Tinha más influência em seu círculo de amigos fora da guilda, mas Sophie teimava em cuidar para que ele não se perdesse, e com o tempo passou a criar quase que uma relação maternal para com ele. Karl tornou-se um grandioso Togekiss, e não se deixou levar pelas más influências e nem pelos Pokémons ruins. Graças aos seus amigos Karl assumiu um compromisso como um rapaz dedicado e responsável, ainda que alguns traços de sua maneira ousada e cheia de malícia tenham continuado, afinal, sua personalidade é justamente querer ser o paradoxo de sua espécie.
Dizem que os Togepis guardam a felicidade das pessoas em seus cascos, mas, neste caso, diziam que Karl armazenava a raiva dos outros. Apesar de toda sua maldade, Lukas sempre confiou plenamente em seu Pokémon para qualquer ocasião. Karl nunca gostou muito de apresentações e nem de batalhas, mas participa quando é realmente necessário. Não é de muitas palavras e nem dos mais populares, prefere ficar em seu canto quieto observando o movimento dos outros, mas sempre está disposto a apoiar seus amigos e principalmente Sophie, Lyndis e Al Capone. Juntos, eles formam uma família pequena e honesta, onde cada um deles completa os fragmentos que falta na vida do outro.
• MOVESET •
Karl trabalha bem assumindo batalhas para contra atacar, prestar apoio defensivo ou simplesmente ser um estorvo para qualquer adversário. A evolução lhe trouxe algumas boas artimanhas na questão do ataque como o Aura Sphere e o Air Slash. Quando era mais jovem seu ataque marca era o Metronome que utilizava qualquer golpe aleatório para surpreender a si mesmo e seu adversário. Suas habilidades na questão de suporte são devidas à convivência com Sophie, sua protetora. Ainda detesta apresentar-se em Contests, mas aos poucos sua mãezinha vem tentando mudar esta ideia O Nasty Plot tornou-se um de seus maiores truques, um ataque que aumenta seus níveis de Sp. Attack por ter... Pensamentos indecentes [afinal, Karl vêm usando muito de seu Nasty Plot com Lyndis kk]
~ Aura Sphere
~ Air Slash
~ Nasty Plot
~ Wish
• FIRE TALES •
Quando ingressou na equipe, Karl procurava montar seu próprio grupo dentro da guilda, a Gangue do Ovo, mas com o tempo suas brincadeiras de criança foram deixadas de lado para assumir um caminho mais maduro. Ele e Sophie ganharam grande intimidade quando se encontraram pela primeira vez em uma madrugada monótona da guilda. A moça sempre está acompanhada do rapaz que até hoje trata como se fosse seu pequeno filho, agindo como uma mãe super-protetora e colocando-o em situações vergonhosas. Karl tornou-se também um grande amigo de Lyndis, que sempre estava caçoando da atraso do amigo em não alcançar a evolução tão cedo. Com o tempo suas brincadeiras e intrigas foram se transformando em uma paixão mais intensa, até que eles perceberam que estavam perdidamente apaixonados.
Karl era encontrado em becos afastados da equipe oferecendo objetos roubados dos humanos em troca de algo de valor equivalente, mas Sophie o afastou desses problemas para impedi-lo de cair num buraco sem volta. Sua fama de "Perigoso" foi deixada para trás, de modo que Karl hoje só tenha a reputação de "filhotinho da Sophie". Prometeu ficar com Sophie, contanto que um dia ele se tornasse mais alto do que ela, mas tal promessa caiu no esquecimento e nunca mais foi lembrada. Apesar das controvérsias no passado, todo o cuidado e prestação da mulher veio a ser recompensado com um jovem Pokémon saudável e magnífico após atingir a idade adulta. Karl tornou-se, de fato, o seu maior orgulho.
" Você sempre evitou batalhas, quando eu tentava treiná-lo você preferia apenas assistir, mas quer saber de uma coisa? Você é muito poderoso, [...] e eu acredito que você seja capaz de derrotar qualquer um caso se esforce. Eu nunca duvidei de você." — Lukas, Capítulo 45.
"Você vive querendo dar uma de homem maduro, mas eu gosto de tomar conta de você. Gosto quando se preocupa comigo. Quero te ensinar coisas, quero aprender com você... [...] Então... Quer experimentar algo novo?" — Lyndis, Support Conversation com Lyndis.
"A gente não pode impedir o filho de crescer. Ele simplesmente... cresce. [...] Ah, quando foi que o tempo passou e eu nem pude perceber? — Sophie, Support Conversation com Sophie.
"Você vive querendo dar uma de homem maduro, mas eu gosto de tomar conta de você. Gosto quando se preocupa comigo. Quero te ensinar coisas, quero aprender com você... [...] Então... Quer experimentar algo novo?" — Lyndis, Support Conversation com Lyndis.
"A gente não pode impedir o filho de crescer. Ele simplesmente... cresce. [...] Ah, quando foi que o tempo passou e eu nem pude perceber? — Sophie, Support Conversation com Sophie.

Primeira Aparição e Evoluções na História
- Ovo recebido de Cynthia, na Rota 207, no: Capítulo 19 - Seguindo Minha Vida
- No finalzinho da primeira temporada, nasceu no: Capítulo 26 - Os Sonhos são para Você
- Evoluiu para Togetic no: Capítulo 45 - Minha Pequena Criança
- Evoluiu para Togekiss nos: Seis Meses, capítulo indefinido.
Batalhas e Cenas Importantes de Karl
- Marco e Karl enfrentam o Barão Maximiliano: Capítulo 53 - A Grande Criação (Parte 1)
- Karl é usado como arma contra Sophie na luta do Barão: Capítulo 57 - Medo e Traição
- Protagonista do episódio ao lado de Lyndis: Capítulo 69 - O Espírito da Montanha
- Participação na batalha da Segunda Casa: Capítulo 96 - A Nossa Promessa (Parte 2)
- Participação na batalha da Segunda Casa: Capítulo 96 - As Correntes do Amor (Parte 3)
Support Conversations e Episódios dos FT Importantes com Karl
- Ingressou na guilda no: FT 7 - A Guilda
- Conheceu Sophie no episódio: FT 8 - Vivendo a Noite
- Sua amizade com Sophie continua crescendo: FT 15 - Recebendo o Dobro
- Já é considerado praticamente o filho de Sophie: FT 23 - O Último Dia de Nossas Vidas
- Support Conversation com Lyndis [A amizade continua crescendo]: One Hot Weekend
- Support Conversation com Lyndis [Começa a esquentar]: Hot Feelings in the Snow
- Support Conversation com Lyndis [A relação sobe para outro nível]: Hot & Tight
- Support Conversation com Sophie: Stales Cupcake
- Support Conversation entre Sophie e Al Capone: Senses of Wine
- Support Conversation entre Sophie e Al Capone: My Little Piece of Home
Família ♥
Soundtrack
Karl's Theme - Next Episode (Dr. Dre Feat. Snoop Dogg & Nate Dogg)
Lyndis (Feat. Karl) - Get It Started (Shakira Feat. Pitbull)
O tema principal de Karl traz umas das músicas mais famosas e conhecidas de Dr. Dre. Mundialmente famosa, repercutiu como um símbolo do Gangsta Rap. Suas demais canções trazem parcerias com Lyndis, onde ela costuma fazer o refrão e Karl faz o rap como sua própria maneira de transmitir uma mensagem.
• TOGEPI, TOGETIC E EVOLUÇÃO •
"Eae. Firmeza? De boa? Sussa."
— Karl, FT 7.
Quando os Irmãos Wallers chegaram ao Mt. Coronet, eles acabaram por se separar e perder seus Pokémons após um desabamento inesperado, e em uma dessas batalhas contra um poderoso Graveler selvagem o pequeno Togepi alcançou sua confiança e felicidade máxima com seu dono, atingindo a evolução. Este foi o derradeiro início para que Karl fosse se revelando aos poucos e começando uma reforma em sua maneira de ser e agir.

Quando era apenas um Pokémon filhote, Karl já se mostrava muito ousado mesmo raramente tendo tido a oportunidade de entrar em uma batalha para valer. Poucas eram suas técnicas e habilidades, mas ainda assim ele tinha alguns truques que consistiam em bater e correr. Ele intimidava os grandalhões, e depois se escondia na barra da saia de sua mãe. Luke o julgava um Pokémon fraco, mas Lukas se dedicou em treiná-lo pois sabia que um dia teria um Togekiss poderoso na equipe, e o resultado valeu a pena. A cada nova evolução, Karl tornava-se um guerreiro versátil e de muita habilidade a ser comprovada.
Sempre que alguém procurava algo, bastava recorrer à sua presença. Karl tinha essa mania de roubar pequenos objetos e fazer uso de suas ervas, mas aos poucos foi deixando-as de lado e passou a utilizá-las somente para provocar os inimigos do que para uso próprio. Nunca abandonou algumas manias de sua personalidade, mas passou a tentar ser um pouco menos folgado, encrenqueiro e egoísta. Tudo por causa de sua convivência com sua adorada Sophie que fez toda a diferença.
TRIVIA
- O nome Karl é um dos poucos que não possui nenhuma referência concreta. Especula-se que surgiu de uma lembrança antiga do autor da ossada de um gato morto que tinha esse nome. Meio fúnebre, não?;
- A aparência final de Karl é de 20 anos;
- Canas odeia Togepis;
- Karl possui uma cor em cada olho por fazer parte do Fairy Egg Group, junto com Akebia e Watt. Porém, há um erro nesse termo dentro da fanfiction, pois tecnicamente Pachirisu também deveria ter um olho de cada cor por fazer parte do mesmo grupo;
- Karl tem uma tatuagem da Fire Tales em seu braço, exatamente como os personagens do anime que deu origem à guilda. a Fairy Tail;
- Em Pokémon Platinum, Cynthia realmente presenteia o protagonista com um Ovo de Togepi recebido em Eterna City. Na fanfiction, a diferença é que Cynthia presenteia Lukas na Rota 207, próximo à entrada do Mt. Coronet.
- O ovo foi recebido nas portas do Mt. Coronet, sendo que ele também evoluiu para Togetic no Mt. Coronet, praticamente no mesmo lugar em que eclodiu;
- A equipe de Lukas Wallers possui fortes traços da equipe de Cynthia nos games da série. O Togekiss da campeã entrou em Platinum;
- Apesar da sexta geração ter mudado o tipo dos Togepi e suas evoluções para Fairy/Flying, a fanfiction apresenta uma história que se passa na quarta geração, logo, a modificação não foi feita;
- O casal formado entre Karl e Sophie foi por puro acaso. O personagem foi crescendo ao lado da mulher, mas no fim das contas terminou se apaixonado por Lyndis, outro acaso inesperado!
Awards & Nominations

Karl recebeu uma estatueta por sua performance junto dos demais membros da Fire Tales na batalha da Segunda Casa, contra Sonnen. Também foi indicado duas vezes à Pokémon Revelação, mas não levou a vitória.
- Nomeado à Pokémon Revelação (Saga Diamante);
- Nomeado à Pokémon Revelação (Saga Platina) - com Lyndis;
- Nomeado à Melhor Casal (Saga Platina) - com Lyndis;
- Melhores Ilustrações de Mangá (Saga Platina) com Sophie, Sonnen, Al Capone, Lyndis e Aerus - Capítulo 95.

































































