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O que é Giygas? [Creepypasta]
Conhecido tanto como a "Encarnação do Demônio" e "Destruidor Cósmico Universal", Giygas é um alienígena maléfico que representa toda a realidade do horror e da escuridão infinita. Ele é o chefe final do game Mother 1 e consequentemente também retorna em Mother 2, ou EarthBound no ocidente.
A Origem dessa Criatura
Giygas é um alien de aparência bastante semelhante ao Mewtwo. No game Mother (NES) nos é apresentada a sua história: Perto do ano de 1900, uma raça alienígena abduziu um casal humano, que passou a conviver entre eles.

Esse casal acabou adotando um pequeno alien da raça que os abduziu, e seu nome era Giygas. Eles o criaram como um filho, com todo o amor e afeto possível. Durante seu cativeiro entre os aliens, o “pai adotivo” de Giygas, George, passou a estudar o PSI, uma espécie de poder psíquico que era o grande trunfo desta raça alienígena.
Graças a seus estudos, George conseguiu voltar para a Terra, mas sem sua esposa. Isso desagradou os aliens, que ordenaram que Giygas comandasse uma invasão ao planeta. Giygas, dividido entre proteger aqueles que o criaram e obedecer as ordens de seu povo, é obrigado a abandonar sua mãe, Maria, e invadir a Terra.
Utilizando os poderes de sua raça, Giygas foi capaz de prever o futuro e ver sua própria derrota para um garoto da Terra, e decidiu antecipar seu ataque para impedir que a visão se concretizasse.
Durante sua primeira tentativa de invasão, Giygas foi confrontado por um grupo de crianças disposto a salvar o planeta. A batalha parecia perdida, pois Giygas era resistente a qualquer tipo de dano físico ou mágico, nada podia feri-lo de maneira eficaz… Exceto o mais improvável dos ataques: Uma canção de ninar.
Ao usar o comando em que os personagens cantam a música que George e Maria cantavam para Giygas quando este era criança, o alien começa a perder o controle. Por fim, Giygas é derrotado, mas foge da Terra prometendo vingança.
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| Image by: Evanatt |
O Mal em sua Forma
Anos mais tarde, nos eventos do game EarthBound para o SNES, Giygas voltou a invadir a Terra, mas dessa vez, de uma forma diferente…
Durante o período entre os ataques, Giygas acumulou muito poder maligno. Ele acumulou tanta maldade dentro de si que sua própria existência foi destruída no processo. Seu corpo e sua mente foram totalmente apagados, e ele se tornou um ser disforme, de inexplicável aparência. A única forma de mantê-lo “estável” foi inserindo-o dentro de um aparato chamado Devil’s Machine.
Enquanto que no primeiro game da franquia Giygas era uma espécie de alienígena cuja “mãe” humana o ensinou a ter compaixão – o que definitivamente foi crucial para sua derrota nesse episódio – agora adquire tamanho poder a ponto de destruir sua própria consciência e mente, tornando-se não apenas a personificação ou representação do que há de maligno, e sim o próprio mal em si, sem forma definida ou aparência. É o puro “conceito” do mal.
“Por favor, dai-nos forças…
Se possível… Por favor… Alguém… Ajude!”
Quando temos a oportunidade de enfrentar Giygas em sua forma original, sua imagem se multiplica e percorre a tela de maneira totalmente distorcida, e a música se torna uma sinfonia tenebrosa que parece ser uma mistura de música tocada ao contrário com som de estática e outros barulhos indecifráveis e aterrorizantes.
A estratégia contra Giygas é a mesma da batalha final do game anterior, ataques físicos e mágicos surtem pouco efeito, mas dessa vez, a fraqueza de Giygas é outra, ele é fraco contra orações. Ao utilizar o comando pray, seus personagens pedem que lhes seja enviada força para vencer a batalha. Da Terra, suas famílias e amigos enviam suas preces tentando ajudar de alguma forma.
Assim, aos poucos todos os personagens os quais Ness e seus amigos encontraram durante a aventura começam a sentir algo diferente, a ponto de fazer suas preces pelo bem-estar dos heróis naquele momento difícil. As defesas de Giygas se tornam instáveis, e novas transformações dimensionais passam a ser constantes.
Se quiser ter um vislumbre de como é esta psicodélica batalha nos games, dê uma olhada no vídeo abaixo:
Se quiser ter um vislumbre de como é esta psicodélica batalha nos games, dê uma olhada no vídeo abaixo:
Há especulações que dizem que a batalha final de Earthbound é uma viagem no tempo. Giygas é um ser que ainda não nasceu, portanto não tem forma, e os personagens do game estão lutando justamente para impedir seu nascimento e evitar que ele perpetre o mal à que está destinado. Para isso, nossos “heróis” devem percorrer todo o caminho do ventre e abortá-lo da barriga de sua mãe.
Giygas seria incapaz de raciocinar simplesmente por ser um feto, e seu bizarro padrão de ataques seria apenas legítima defesa. Suas frases “…I’m h… a… p… p… y…”, “I fell g… o… o… d…”, “It hurts… it hurts…” seriam alusão à violação do ventre feminino (praticamente um estupro) em que ele está sendo gerado, um dos conceitos que mais alimentaram a imaginação dos fãs e sua famosa creepypasta sobre a "Teoria do Aborto".
Isso quer dizer que nesse game nós estamos jogando com o objetivo de impedir a existência de uma forma de vida que ainda sendo formada? Quem sabe, mas é fato que esta é uma temática bem perturbadora para um RPG que parece tão inocente!
Graças a essa batalha final e discussões bizarras que circulam pela internet, Giygas tornou-se uma lenda no cenário das Creepypastas e lendas urbanas, amplamente divulgadas na internet.
Conclusão
Você pode muito bem ter ouvido falar da história desse épico chefão, mas enfrentá-lo pessoalmente depois de passar cada fase deste game e vê-lo isso com seus próprios olhos, é uma sensação completamente diferente. Desde a quebra da Quarta Parede (ou Fourth Wall), quando os personagens conversam com o jogador, até aqueles momentos finais em que toda a tela fica escura... Poucos chefões conseguiram me levar ao extremo de meu instinto gamer, mas Giygas foi um desses. EarthBound foi lançado em 1995, e ainda o vejo como um dos games mais incríveis já feitos, digno de todo o esforço e tão recompensador quanto, nos levando a sentir parte deste universo.
Giygas também aparece na primeira colocação em nosso TOP 10 - Chefões Incríveis! Uma batalha inesquecível para quem quer que tenha conseguido chegar até ele, tendo conhecimento de toda sua história.
Depois dessa, que tal matar a saudade do seu Super Nintendo? Quem sabe você não acaba encontrando outro significado obscuramente assustador naquele chefão super difícil, ou na trama de um jogo que antigamente lhe parecia tão inocente?
Depois dessa, que tal matar a saudade do seu Super Nintendo? Quem sabe você não acaba encontrando outro significado obscuramente assustador naquele chefão super difícil, ou na trama de um jogo que antigamente lhe parecia tão inocente?
Saiba mais sobre a Creepypasta Original aqui: Recanto do Dragão.
Fonte: Earthbound Wiki e Arkade
EarthBound SNES [Análise]
Earthbound (também conhecido como Mother 2, no Japão) é um JRPG desenvolvido pela Ape em parceria com a HAL Laboratory, e foi lançado originalmente para SNES em 1995, tendo retornado para o Virtual Console do Wii U, onde ganhou ainda mais força.
Idealizado por Shigesato Itoi, a produção do game teve a participação de figuras como Satoru Iwata antes de tornar-se CEO da empresa e Hirokazu Tanaka. O game buscava parodiar e brincar com vários elementos da cultura americana dos anos 90, de uma forma bem leve e humorada, com uma história envolvendo abdução e invasão alienígena aliada à habilidade de poderes psíquicos e paranormais.
O Meteoro que Caiu perto de Casa
→ Uma frase que representa muito bem este jogo é aquela que diz: "Há muitos momentos difíceis pela frente, mas você deve manter o seu senso de humor." Esta citação demonstra o ritmo de Earthbound onde de primeira instância você está tranquilo em sua casam e de repente se vê obrigado a sair e salvar o mundo porque um meteoro caiu na vizinhança e um inseto esquisito te deu poderes sobrenaturais psíquicos como seu último desejo.
Ness, o personagem principal, ganhou ainda mais fama após sua participação recorrente nos títulos da série Super Smash Bros., e desde então ele repetiu aparição em SSB Melee e Brawl, onde recebeu apoio de Lucas, de Mother 3.
Mas no jogo, ele não se sustenta sozinho. Ness, Paula, Jeff e Poo são os protagonistas dessa jornada e também os 4 personagens jogáveis de sua equipe (você pode nomeá-los como quiser, tornando a experiência ainda mais profunda). Eles precisam combater monstros bizarros, mas criativos, como baratas gigantes, UFOs em miniatura e montes de sujeira que mais parecem um enorme pedaço de... fezes. Precisam também ajudar dois macacos a se apaixonarem, enfrentar alienígenas, e tudo isso de uma maneira que flui perfeitamente bem. Os personagens vêm aos poucos, tudo é muito inusitado e imprevisível. Este e tantos outros fatores tornam Earthbound um clássico, um jogo que continua tão incrível e desafiador quanto era em 1995.
Ness, o personagem principal, ganhou ainda mais fama após sua participação recorrente nos títulos da série Super Smash Bros., e desde então ele repetiu aparição em SSB Melee e Brawl, onde recebeu apoio de Lucas, de Mother 3.Mas no jogo, ele não se sustenta sozinho. Ness, Paula, Jeff e Poo são os protagonistas dessa jornada e também os 4 personagens jogáveis de sua equipe (você pode nomeá-los como quiser, tornando a experiência ainda mais profunda). Eles precisam combater monstros bizarros, mas criativos, como baratas gigantes, UFOs em miniatura e montes de sujeira que mais parecem um enorme pedaço de... fezes. Precisam também ajudar dois macacos a se apaixonarem, enfrentar alienígenas, e tudo isso de uma maneira que flui perfeitamente bem. Os personagens vêm aos poucos, tudo é muito inusitado e imprevisível. Este e tantos outros fatores tornam Earthbound um clássico, um jogo que continua tão incrível e desafiador quanto era em 1995.
Apesar de sua idade, EarthBound é um game que introduziu inovações que, ainda hoje, se mostram como incrivelmente inteligentes e únicas. A vida dos personagens, por exemplo, é representada por rodas numéricas. Ao invés de seus pontos de vida esgotarem instantaneamente com cada ataque do inimigo, a roda gira lentamente para baixo até que todos os pontos de vida estejam esgotados. Por exemplo, após um ataque muito poderoso, se um personagem recebe o golpe fatal ainda existe a chance de curá-lo antes de morrer — como se parasse um sangramento. Observar os números rodarem em direção do zero enquanto está freneticamente em meio à luta é de enlouquecer, podendo de modo que a velocidade com que os comandos são feitos influencia completamente na partida.
Lembro-me de um item que representa um celular que tem a incrível habilidade de só receber ligações, sem poder fazê-las. E isso de volta ao tempo em que nossos pais ainda usavam aqueles tijolões e nem sonhávamos com tablets ou coisas do tipo. É engraçado pensar em como a tecnologia evoluiu na própria linha temporal do game, assim como na nossa realidade.
Lembro-me de um item que representa um celular que tem a incrível habilidade de só receber ligações, sem poder fazê-las. E isso de volta ao tempo em que nossos pais ainda usavam aqueles tijolões e nem sonhávamos com tablets ou coisas do tipo. É engraçado pensar em como a tecnologia evoluiu na própria linha temporal do game, assim como na nossa realidade.
Earthbound é considerado um JRPG nada convencional. Os inimigos estão sempre visíveis no mapa, assim você não terá que se preocupar com entrar em batalhas em um mau momento, sendo pego desprevenido. E para melhorar, se o nível de seu grupo é muito superior ao de um inimigo, ele vai fugir de medo. Se você pegá-lo, você simplesmente ganha automaticamente. Isso faz com que revisitar áreas anteriores torne-se uma brisa absoluta, livre de batalhas inúteis.
A trama parece simples: Um garoto que sai de sua casa para salvar o mundo, enquanto seu vizinho maluco continua arranjando intrigas por aí e tentando superá-lo. Com o tempo você passa perceber como os personagens se encaixam em bons momentos, ocasionalmente deixando o grupo ou fazendo aparições inesperadas como cair no meio de um cemitério usando uma máquina voadora.
Earthbound leva quatro crianças a salvarem o planeta, sendo três delas dotadas de poderes sobrenaturais e um gênio. Por mais que não haja muitos diálogos entre os protagonistas, nos encontramos pensando em como a amizade desses quatro os torna realmente próximos, dando esperanças de um remake criativo, no melhor estilo dos JRPG dos japoneses com sidequests, conversas aleatória características, momentos divertidos e cheios de humor, e quem sabe uma pontadinha de romance. Earthbound possui uma história digna de livros! E ficamos com aquele desejo remoto de no futuro a Nintendo dar a atenção que a série Mother merece...
A trama parece simples: Um garoto que sai de sua casa para salvar o mundo, enquanto seu vizinho maluco continua arranjando intrigas por aí e tentando superá-lo. Com o tempo você passa perceber como os personagens se encaixam em bons momentos, ocasionalmente deixando o grupo ou fazendo aparições inesperadas como cair no meio de um cemitério usando uma máquina voadora.
Earthbound leva quatro crianças a salvarem o planeta, sendo três delas dotadas de poderes sobrenaturais e um gênio. Por mais que não haja muitos diálogos entre os protagonistas, nos encontramos pensando em como a amizade desses quatro os torna realmente próximos, dando esperanças de um remake criativo, no melhor estilo dos JRPG dos japoneses com sidequests, conversas aleatória características, momentos divertidos e cheios de humor, e quem sabe uma pontadinha de romance. Earthbound possui uma história digna de livros! E ficamos com aquele desejo remoto de no futuro a Nintendo dar a atenção que a série Mother merece...
Avaliação da Sinnoh Produções
→ GRÁFICO 7
Ao meu ver, uma mecânica que poderia ter recebido mais atenção eram as batalhas. Seria bom pelo menos ter algum estímulo visual. Enquanto nós estamos apanhando, não há muita ação. Tudo que você vê é uma imagem estática de cada inimigo e efeitos mágicos contra fundos psicodélicos. Não é a coisa mais emocionante de assistir, mas felizmente cada personagem é único o suficiente para manter interessante a tomada de decisões.
→ SOM 10
Com uma trilha sonora incrível que conta com cerca de 170 músicas, a Soundtrack de Earthbound consegue retratar muito bem cada momento e cenário, deixando o jogador no clima do ambiente. Repleto de sons aleatórios e barulhos bizarros, ainda é de se impressionar o que a equipe de produção pôde fazer com uma franquia que mal recebia atenção e tendo tantas limitações para a criação. Você conquista oito pedaços de uma melodias como o prêmio final por concluir uma fase, só para notar a influência da música no game. Nossa memória automaticamente relembra melodias como as utilizadas em Super Smash Bros., e entre as minhas favoritas estão Snowman, Because I Love You, Eight Melodies e o som bizarro da batalha final contra Giygas.
Com uma trilha sonora incrível que conta com cerca de 170 músicas, a Soundtrack de Earthbound consegue retratar muito bem cada momento e cenário, deixando o jogador no clima do ambiente. Repleto de sons aleatórios e barulhos bizarros, ainda é de se impressionar o que a equipe de produção pôde fazer com uma franquia que mal recebia atenção e tendo tantas limitações para a criação. Você conquista oito pedaços de uma melodias como o prêmio final por concluir uma fase, só para notar a influência da música no game. Nossa memória automaticamente relembra melodias como as utilizadas em Super Smash Bros., e entre as minhas favoritas estão Snowman, Because I Love You, Eight Melodies e o som bizarro da batalha final contra Giygas.
→ JOGABILIDADE 8
A dicotomia entre o sério e o irreverente também é transportada para o gameplay. Embora cheio de sprites bonitinhos e música encantadora, EarthBound não se desculpa por ser um (leia-se: DIFÍCIL) RPG japonês tradicional. O jogo apresenta uma dificuldade acentuada logo no começo, quando Ness está sozinho e mal equipado. Torna-se menos brutal conforme o enredo toma forma, mas nunca é fácil. Espaços no inventário tornam-se incrivelmente limitados, adquirir XP é praticamente uma obrigação, Ness e seus amigos ocasionalmente têm uma precisão frustrante em combate. E enquanto eu encontrei na dificuldade um belo desafio a ser superado, corre-se o risco de enviar os novos jogadores correndo para as colinas.
→ DIVERSÃO 10
O jogo envolve traços tradicionais em sua configuração de 1990. No arsenal de armas temos brinquedos como ioiôs, bastões de baseball e panelas que são usadas contra cachorros com raiva, hippies loucos e mendigos problemáticos. Para salvar o jogo, Ness vai ao telefone público mais próximo e liga para sua mãe, enquanto o dinheiro vem do caixa eletrônico mais perto, onde seu pai deposita uma graninha extra de tempos em tempo. Muita criatividade!
→ REPLAY 10
O jogo foi lançado em 1995, e quase 20 anos se passaram, mas o legado que Earthbound deixou apenas vêm gerando mais e mais apreciadores. A série Mother é velha, completou 25 anos em 2014, e nunca recebeu nem 10% da atenção que merece, mas o fato de Earthbound ter chegado ao ocidente no Virtual Console do Wii U é a prova de que a Nintendo não esqueceu a franquia e, quem sabe, no futuro ainda vejamos Mother 3 ou uma possível continuação? Quem sabe um Remake HD?
O jogo foi lançado em 1995, e quase 20 anos se passaram, mas o legado que Earthbound deixou apenas vêm gerando mais e mais apreciadores. A série Mother é velha, completou 25 anos em 2014, e nunca recebeu nem 10% da atenção que merece, mas o fato de Earthbound ter chegado ao ocidente no Virtual Console do Wii U é a prova de que a Nintendo não esqueceu a franquia e, quem sabe, no futuro ainda vejamos Mother 3 ou uma possível continuação? Quem sabe um Remake HD?
NOTA FINAL: 9.0
Earthbound se destaca não apenas por ser uma das experiências de RPG mais originais e refrescantes, mas também por ser divertido, criativo e épico. Misturando elementos clássicos com algo mais moderno, o jogo de alguma forma parece familiar e ao mesmo tempo estranho.Com um visual bacana, trilha sonora e enredo extremamente bem planejados, jogar Earthbound nos dias atuais é como revisitar memórias da infância para quem era dessa época, e também notar como um bom jogo não deve ser visto pelos gráficos. E como mencionado pela própria IGN: Você não pode repetir o passado, mas certamente pode visitá-lo.
Earthbound envelheceu bem, e continua forte como uma das mais inovadoras e únicas experiências que os JRPG podem fornecer. — IGN.
Nintendo Soundtrack
Alguns games marcaram nossa infância de tal maneira que as canções ficaram presas em nossas memórias, levando-nos ao momento nostálgico que é jogá-lo depois de tanto tempo. Nesta galeria você confere a nossa coletânea de trilha sonoras (Original SoundTrack, ou OST) que foram consideradas verdadeiras obras primas ou que de alguma maneira trazem tantas boas lembranças.
Para acessar a página com mais informações e a lista completa de músicas presentes em cada álbum, basta clicar nas imagens! Keep Playing.
[ATENÇÃO! TODOS OS DOWNLOADS DO SITE FORAM RETIRADOS. DESCULPE-NOS O TRANSTORNO, MAS NÃO TRABALHAREMOS MAIS COM ELES.]
POKÉMON
- Pokémon Ruby & Sapphire
- Pokémon FireRed & LeafGreen
- Pokémon Diamond & Pearl
- Pokémon HeartGold & SoulSilver
- Pokémon Black 2 White 2
- Pokémon X&Y
THE LEGEND OF ZELDA
- Hyrule Symphony
- The Legend of Zelda: Ocarina of Time
- The Legend of Zelda: Majora's Mask
- The Legend of Zelda: Wind Waker
- The Legend of Zelda: Phantom Hourglass
- The Legend of Zelda: Twilight Princess
JOGOS INESQUECÍVEIS
- Animal Crossing: Wild World
- Banjo-Kazooie & Banjo-Tooie
- Bayonetta
- Bravely Default [Live Concert]
- Child of Light
- EarthBound [Mother 2]
- F-Zero GX/AX
- Fragile Dreams: Farewell Ruins of the Moon
- Kirby 64: Crystal Shards
- Metroid Prime 3: Corruption
- Pikmin
- Pikmin 2
- Pikmin 3
- Punch-Out!! Wii
- Shovel Knight
- Strike the Earth! - Shovel Knight Arranged
- Super Metroid [Sound in Action]
- Super Smash Bros. 64
- Ragnarok Online
- Valiant Heart - The Great War
















































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