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EarthBound SNES [Análise]
Earthbound (também conhecido como Mother 2, no Japão) é um JRPG desenvolvido pela Ape em parceria com a HAL Laboratory, e foi lançado originalmente para SNES em 1995, tendo retornado para o Virtual Console do Wii U, onde ganhou ainda mais força.
Idealizado por Shigesato Itoi, a produção do game teve a participação de figuras como Satoru Iwata antes de tornar-se CEO da empresa e Hirokazu Tanaka. O game buscava parodiar e brincar com vários elementos da cultura americana dos anos 90, de uma forma bem leve e humorada, com uma história envolvendo abdução e invasão alienígena aliada à habilidade de poderes psíquicos e paranormais.
O Meteoro que Caiu perto de Casa
→ Uma frase que representa muito bem este jogo é aquela que diz: "Há muitos momentos difíceis pela frente, mas você deve manter o seu senso de humor." Esta citação demonstra o ritmo de Earthbound onde de primeira instância você está tranquilo em sua casam e de repente se vê obrigado a sair e salvar o mundo porque um meteoro caiu na vizinhança e um inseto esquisito te deu poderes sobrenaturais psíquicos como seu último desejo.
Ness, o personagem principal, ganhou ainda mais fama após sua participação recorrente nos títulos da série Super Smash Bros., e desde então ele repetiu aparição em SSB Melee e Brawl, onde recebeu apoio de Lucas, de Mother 3.
Mas no jogo, ele não se sustenta sozinho. Ness, Paula, Jeff e Poo são os protagonistas dessa jornada e também os 4 personagens jogáveis de sua equipe (você pode nomeá-los como quiser, tornando a experiência ainda mais profunda). Eles precisam combater monstros bizarros, mas criativos, como baratas gigantes, UFOs em miniatura e montes de sujeira que mais parecem um enorme pedaço de... fezes. Precisam também ajudar dois macacos a se apaixonarem, enfrentar alienígenas, e tudo isso de uma maneira que flui perfeitamente bem. Os personagens vêm aos poucos, tudo é muito inusitado e imprevisível. Este e tantos outros fatores tornam Earthbound um clássico, um jogo que continua tão incrível e desafiador quanto era em 1995.
Ness, o personagem principal, ganhou ainda mais fama após sua participação recorrente nos títulos da série Super Smash Bros., e desde então ele repetiu aparição em SSB Melee e Brawl, onde recebeu apoio de Lucas, de Mother 3.Mas no jogo, ele não se sustenta sozinho. Ness, Paula, Jeff e Poo são os protagonistas dessa jornada e também os 4 personagens jogáveis de sua equipe (você pode nomeá-los como quiser, tornando a experiência ainda mais profunda). Eles precisam combater monstros bizarros, mas criativos, como baratas gigantes, UFOs em miniatura e montes de sujeira que mais parecem um enorme pedaço de... fezes. Precisam também ajudar dois macacos a se apaixonarem, enfrentar alienígenas, e tudo isso de uma maneira que flui perfeitamente bem. Os personagens vêm aos poucos, tudo é muito inusitado e imprevisível. Este e tantos outros fatores tornam Earthbound um clássico, um jogo que continua tão incrível e desafiador quanto era em 1995.
Apesar de sua idade, EarthBound é um game que introduziu inovações que, ainda hoje, se mostram como incrivelmente inteligentes e únicas. A vida dos personagens, por exemplo, é representada por rodas numéricas. Ao invés de seus pontos de vida esgotarem instantaneamente com cada ataque do inimigo, a roda gira lentamente para baixo até que todos os pontos de vida estejam esgotados. Por exemplo, após um ataque muito poderoso, se um personagem recebe o golpe fatal ainda existe a chance de curá-lo antes de morrer — como se parasse um sangramento. Observar os números rodarem em direção do zero enquanto está freneticamente em meio à luta é de enlouquecer, podendo de modo que a velocidade com que os comandos são feitos influencia completamente na partida.
Lembro-me de um item que representa um celular que tem a incrível habilidade de só receber ligações, sem poder fazê-las. E isso de volta ao tempo em que nossos pais ainda usavam aqueles tijolões e nem sonhávamos com tablets ou coisas do tipo. É engraçado pensar em como a tecnologia evoluiu na própria linha temporal do game, assim como na nossa realidade.
Lembro-me de um item que representa um celular que tem a incrível habilidade de só receber ligações, sem poder fazê-las. E isso de volta ao tempo em que nossos pais ainda usavam aqueles tijolões e nem sonhávamos com tablets ou coisas do tipo. É engraçado pensar em como a tecnologia evoluiu na própria linha temporal do game, assim como na nossa realidade.
Earthbound é considerado um JRPG nada convencional. Os inimigos estão sempre visíveis no mapa, assim você não terá que se preocupar com entrar em batalhas em um mau momento, sendo pego desprevenido. E para melhorar, se o nível de seu grupo é muito superior ao de um inimigo, ele vai fugir de medo. Se você pegá-lo, você simplesmente ganha automaticamente. Isso faz com que revisitar áreas anteriores torne-se uma brisa absoluta, livre de batalhas inúteis.
A trama parece simples: Um garoto que sai de sua casa para salvar o mundo, enquanto seu vizinho maluco continua arranjando intrigas por aí e tentando superá-lo. Com o tempo você passa perceber como os personagens se encaixam em bons momentos, ocasionalmente deixando o grupo ou fazendo aparições inesperadas como cair no meio de um cemitério usando uma máquina voadora.
Earthbound leva quatro crianças a salvarem o planeta, sendo três delas dotadas de poderes sobrenaturais e um gênio. Por mais que não haja muitos diálogos entre os protagonistas, nos encontramos pensando em como a amizade desses quatro os torna realmente próximos, dando esperanças de um remake criativo, no melhor estilo dos JRPG dos japoneses com sidequests, conversas aleatória características, momentos divertidos e cheios de humor, e quem sabe uma pontadinha de romance. Earthbound possui uma história digna de livros! E ficamos com aquele desejo remoto de no futuro a Nintendo dar a atenção que a série Mother merece...
A trama parece simples: Um garoto que sai de sua casa para salvar o mundo, enquanto seu vizinho maluco continua arranjando intrigas por aí e tentando superá-lo. Com o tempo você passa perceber como os personagens se encaixam em bons momentos, ocasionalmente deixando o grupo ou fazendo aparições inesperadas como cair no meio de um cemitério usando uma máquina voadora.
Earthbound leva quatro crianças a salvarem o planeta, sendo três delas dotadas de poderes sobrenaturais e um gênio. Por mais que não haja muitos diálogos entre os protagonistas, nos encontramos pensando em como a amizade desses quatro os torna realmente próximos, dando esperanças de um remake criativo, no melhor estilo dos JRPG dos japoneses com sidequests, conversas aleatória características, momentos divertidos e cheios de humor, e quem sabe uma pontadinha de romance. Earthbound possui uma história digna de livros! E ficamos com aquele desejo remoto de no futuro a Nintendo dar a atenção que a série Mother merece...
Avaliação da Sinnoh Produções
→ GRÁFICO 7
Ao meu ver, uma mecânica que poderia ter recebido mais atenção eram as batalhas. Seria bom pelo menos ter algum estímulo visual. Enquanto nós estamos apanhando, não há muita ação. Tudo que você vê é uma imagem estática de cada inimigo e efeitos mágicos contra fundos psicodélicos. Não é a coisa mais emocionante de assistir, mas felizmente cada personagem é único o suficiente para manter interessante a tomada de decisões.
→ SOM 10
Com uma trilha sonora incrível que conta com cerca de 170 músicas, a Soundtrack de Earthbound consegue retratar muito bem cada momento e cenário, deixando o jogador no clima do ambiente. Repleto de sons aleatórios e barulhos bizarros, ainda é de se impressionar o que a equipe de produção pôde fazer com uma franquia que mal recebia atenção e tendo tantas limitações para a criação. Você conquista oito pedaços de uma melodias como o prêmio final por concluir uma fase, só para notar a influência da música no game. Nossa memória automaticamente relembra melodias como as utilizadas em Super Smash Bros., e entre as minhas favoritas estão Snowman, Because I Love You, Eight Melodies e o som bizarro da batalha final contra Giygas.
Com uma trilha sonora incrível que conta com cerca de 170 músicas, a Soundtrack de Earthbound consegue retratar muito bem cada momento e cenário, deixando o jogador no clima do ambiente. Repleto de sons aleatórios e barulhos bizarros, ainda é de se impressionar o que a equipe de produção pôde fazer com uma franquia que mal recebia atenção e tendo tantas limitações para a criação. Você conquista oito pedaços de uma melodias como o prêmio final por concluir uma fase, só para notar a influência da música no game. Nossa memória automaticamente relembra melodias como as utilizadas em Super Smash Bros., e entre as minhas favoritas estão Snowman, Because I Love You, Eight Melodies e o som bizarro da batalha final contra Giygas.
→ JOGABILIDADE 8
A dicotomia entre o sério e o irreverente também é transportada para o gameplay. Embora cheio de sprites bonitinhos e música encantadora, EarthBound não se desculpa por ser um (leia-se: DIFÍCIL) RPG japonês tradicional. O jogo apresenta uma dificuldade acentuada logo no começo, quando Ness está sozinho e mal equipado. Torna-se menos brutal conforme o enredo toma forma, mas nunca é fácil. Espaços no inventário tornam-se incrivelmente limitados, adquirir XP é praticamente uma obrigação, Ness e seus amigos ocasionalmente têm uma precisão frustrante em combate. E enquanto eu encontrei na dificuldade um belo desafio a ser superado, corre-se o risco de enviar os novos jogadores correndo para as colinas.
→ DIVERSÃO 10
O jogo envolve traços tradicionais em sua configuração de 1990. No arsenal de armas temos brinquedos como ioiôs, bastões de baseball e panelas que são usadas contra cachorros com raiva, hippies loucos e mendigos problemáticos. Para salvar o jogo, Ness vai ao telefone público mais próximo e liga para sua mãe, enquanto o dinheiro vem do caixa eletrônico mais perto, onde seu pai deposita uma graninha extra de tempos em tempo. Muita criatividade!
→ REPLAY 10
O jogo foi lançado em 1995, e quase 20 anos se passaram, mas o legado que Earthbound deixou apenas vêm gerando mais e mais apreciadores. A série Mother é velha, completou 25 anos em 2014, e nunca recebeu nem 10% da atenção que merece, mas o fato de Earthbound ter chegado ao ocidente no Virtual Console do Wii U é a prova de que a Nintendo não esqueceu a franquia e, quem sabe, no futuro ainda vejamos Mother 3 ou uma possível continuação? Quem sabe um Remake HD?
O jogo foi lançado em 1995, e quase 20 anos se passaram, mas o legado que Earthbound deixou apenas vêm gerando mais e mais apreciadores. A série Mother é velha, completou 25 anos em 2014, e nunca recebeu nem 10% da atenção que merece, mas o fato de Earthbound ter chegado ao ocidente no Virtual Console do Wii U é a prova de que a Nintendo não esqueceu a franquia e, quem sabe, no futuro ainda vejamos Mother 3 ou uma possível continuação? Quem sabe um Remake HD?
NOTA FINAL: 9.0
Earthbound se destaca não apenas por ser uma das experiências de RPG mais originais e refrescantes, mas também por ser divertido, criativo e épico. Misturando elementos clássicos com algo mais moderno, o jogo de alguma forma parece familiar e ao mesmo tempo estranho.Com um visual bacana, trilha sonora e enredo extremamente bem planejados, jogar Earthbound nos dias atuais é como revisitar memórias da infância para quem era dessa época, e também notar como um bom jogo não deve ser visto pelos gráficos. E como mencionado pela própria IGN: Você não pode repetir o passado, mas certamente pode visitá-lo.
Earthbound envelheceu bem, e continua forte como uma das mais inovadoras e únicas experiências que os JRPG podem fornecer. — IGN.
Shovel Knight [Análise]
Anunciado durante a E3 de 2014, Shovel Knight é um game indie lançado em Junho pela Yacht Club para as plataformas de 3DS, Wii U e PC. Desde essa primeira aparição desenvolvi certo interesse pelo título. Decidi então correr atrás e descobrir se realmente valia a pena e, certamente, não me arrependi.
Se você é do tipo que acredita que gráficos fazem um bom jogo, então não leia essa postagem e vá fazer alguma outra coisa. Shovel Knight conta gráficos no estilo clássico 8-bits para os amantes da época do Nintendinho. É um game capaz de unir diversos elementos da época do NES para criar uma experiência nostálgica, e que ao mesmo tempo consegue ser fiel à própria ideia e tema. Conta com uma personalidade incrível, que não carece de ter um nome forte ou estar presente há anos no mercado para cativar, um elemento que a indústria de jogos têm sofrido bastante nos últimos tempos, apostando em sequências de cinco, dez, vinte jogos com a busca pelo lucro do que já se sabe que vai dar certo.
Shovel Knight é o primeiro jogo desenvolvido pela Yacht Club e dirigido por Sean Velasco. A empreitada começou no Kickstarter, um site de financiamento coletivo que visa buscar projetos inovadores. A quota inicial era atingir os $70.000 dólares, e a campanha para Shovel Knight terminou com o estrondoso sucesso de $311.502!
Porém, antes de adquiri-lo, eu não estava a par dessa história e Shovel Knight se revelava apenas como um jogo com um título que eu não conhecia. Durante bastante tempo cogitei a possibilidade de comprá-lo, afinal, será que realmente valia a pena experimentar um game com gráficos tão "simples"? Bem, aqui entra a questão do velho "quem vê cara, não vê coração." Gamers que só apreciam um jogo por conta de gráficos estão fadados a perder experiências incríveis como esta, que nem sempre uma imagem em Full HD pode fornecer, e que por vezes pode ser como uma mulher de aparência linda, mas pobre de mente e coração.
É como conhecer jogadores iniciantes ou mais novos que não desenvolveram afeto por jogos independentes esequer demonstram interesse nestas empresas, concentrados em comprar apenas os títulos mais celebrados. Quando experimentei Shovel Knight, pude jogar um dos melhores jogos que vi até agora para o Wii U, e não precisou ser feito diretamente pela Nintendo. Com uma história muito bem elaborada conforme a proposta estabelecida, gameplay excelente, extras e especiais muitíssimo eficientes, trilha sonora envolvente e personagens carismáticos, Shovel Knight não peca em absolutamente nada que propõe dentro de seus limites.
Na história, controlamos Shovel Knight, o destemido cavaleiro da pá que parte em busca de sua amada e se vê forçado a enfrentar a Order of No Quarter e a temível The Enchantress para resgatá-la. Ao invés de usar uma espada para derrotar os seus inimigos, é cômico imaginar como um guerreiro seria capaz de seguir aventura usando como ferramenta apenas uma pá.
Shovel Knight é desafiador tanto nas batalhas como nas áreas de exploração de cada mapa, pulando em plataformas estreitas, enfrentando chefões cada qual com sua habilidade especial. A dificuldade entra como um dos fatores mais desafiadores e que levou muitos fãs de vídeo games a testarem a paciência e suas capacidades, como nos velhos tempos.
Avaliação da Sinnoh Produções
Gráfico 10
Os desenvolvedores tiveram muito cuidado na hora de elaborar cada nível, desenhado especificamente para o chefão final da fase. Tal fator colaborou para que o game ficasse mais variado, os níveis introduzem mecânicas e inimigos inusitados, evitando que o jogo se torne repetitivo durante a primeira experiência. Levei cerca de sete horas para terminá-lo, fazendo tudo aos poucos, experimentando ao máximo cada elemento e sem muita pressa. O mapa que conecta o mundo permite que você passe pelos níveis na ordem que quiser, reprise-os ou retorne para o vilarejo, onde você pode fazer upgrades nas armas e comprar itens a qualquer momento.
Som 9
Com uma trilha sonora nostálgica no melhor estilo retrô, Jake Kaufman traz uma sensação específica para cada cenário e ambiente por onde o cavaleiro da pá passa. Você também pode desbloquear as canções encontrando pergaminhos musicais e entregando-os ao bardo da vila. Tem jeito melhor de conquistar a Soundtrack inteira com seu próprio esforço?
Jogabilidade 9
A jogabilidade funciona incrivelmente bem, o jogo traz elementos que fizeram clássicos como Castlevania, Ducktales, Mario e até Zelda se tornarem clássicos e cria uma experiência que definitivamente faz justiça ao legado desses jogos.
Diversão 9
A indústria dos jogos hoje tenta se limitar a explicar tudo passo a passo para seus jogadores, diferente de antigamente quando mapas, explicações e controles eram extremamente limitados, obrigando o jogador a descobrir tudo por si só. Este é um fator excelente em Shovel Knight que não carece de explicar as mecânicas para o jogador como se ele tivesse cinco anos de idade, então se prepare para morrer várias vezes antes de dominar uma mecânica nova.
Replay 8
Repleto de desafios especiais conhecidos como "feat", é impossível conseguir todos eles na primeira vez que se zera Shovel Knight. Após terminar o game uma vez, você desbloqueia o modo New Game +Plus com uma dificuldade mais atenuada, enquanto continua tentando desbloquear as missões mais difíceis como aquela de zerar o jogo sem cair de nenhum penhasco... Esse aqui é difícil até para a galera mais hardcore!
Nota Final: 9.0

Shovel Knight é celebrado não apenas por ser um jogo com um estilo clássico e retrô em tempos onde ligam mais para gráficos do que a essência do jogo em si. Ele tem personalidade, tem seu próprio estilo baseando-se em algo que conhecemos, mas com uma visão completamente nova.
É um excelente jogo e que poderia ser facilmente confundido com um dos clássicos do NES. Seu visual e a alta dificuldade serão um grande estímulo para aqueles que procuram um game mais desafiador.
O fato do game ter recebido tanto apoio no Kickstarter é aprova de que a indústria indie segue com força total e que ideias inovadoras merecem apoio, e têm toda a chance de aparecer em uma das grandes empresas, seja na Nintendo, no Xbox ou Playstation. Não é uma tarefa impossível, e sabendo como trabalhar com suas ideias há muita gente decidida a investir nesses projetos para que eles se tornem realidade.
Shovel Knight -- em toda a sua glória old school -- é sem dúvida o melhor jogo lançado até agora em 2014. — IGN.
Saiba como usar a Deluxe Digital Promotion
Um dia desses, enquanto eu estava no Club Nintendo respondendo questionários e mais questionários, vi que eles perguntavam o motivo de compra de um jogo online... E dentre as opções, ali estava algo que falava de uma promoção digital. Como todo bom curioso que faz uso da internet, decidi dar uma aprofundada no assunto para saber do que se tratava.
Fui procurar saber melhor o que era a Deluxe Digital Promotion, e me surpreendi com algo inesperado! Gosta de comprar jogos online? Então o que acha de conseguir mais alguns dólares para melhorar suas compras no eShop do Wii U?
1. Somente se você tiver comprado um Wii U Deluxe Edition você poderá ter acesso à promoção!
Como o nome da promoção diz, ela só é disponível para os jogadores que tiveram acesso à um deluxe set. A versão deluxe é aquela que vem com 32 gb de memória e alguns outros pequenos apetrechos. Também inclui a versão do New Super Mario Bros. U, Wind Waker, Mario Kart 8, enfim... Se for Deluxe, tá valendo!
Ficam os avisos para os usuários: Não é possível entrar na promoção de imediato, é necessário aguardar até um dia após suas compras na eshop, e também, certifique-se de que sua região esteja dentro da promoção, o que falaremos no tópico a seguir.
2. Tenha uma conta no Nintendo Network ID, mas ela deve ser dos Estados Unidos, Canadá ou México.
Como o nome da promoção diz, ela só é disponível para os jogadores que tiveram acesso à um deluxe set. A versão deluxe é aquela que vem com 32 gb de memória e alguns outros pequenos apetrechos. Também inclui a versão do New Super Mario Bros. U, Wind Waker, Mario Kart 8, enfim... Se for Deluxe, tá valendo!
Ficam os avisos para os usuários: Não é possível entrar na promoção de imediato, é necessário aguardar até um dia após suas compras na eshop, e também, certifique-se de que sua região esteja dentro da promoção, o que falaremos no tópico a seguir.
2. Tenha uma conta no Nintendo Network ID, mas ela deve ser dos Estados Unidos, Canadá ou México.
Antes de mais nada, você precisará ter uma Nintendo Network vinculada ao seu console ou portátil. Somente os três países são permitidos e podem fazer uso do Deluxe Digital Promotion, ou seja, nada para os brasileiros, como sempre... Ainda assim, acho que a maioria de nós já mora no Canadá mesmo, não é? *risos*
3. Acesse o site https://p.nintendo.net/deluxe/
Na pequena barrinha azul ali ao lado, insira a sua conta da Nintendo Network ID e a senha. Você não terá que criar uma nova conta nem nada para fazer uso da promoção, é só chegar e acessar!
4. Compre jogos digitais na eShop do Wii U!
A cada $10 usados você receberá cerca de 100 pontos. Quando reunir um total de 500 pontos, ou seja, cerca de $50 gastos (o preço de um jogo bem cotado, como os da série Mario), você poderá trocar esses pontos por mais um código que lhe dará mais 5 dólares.
Faça pequenas compras no Virtual Console, e quando perceber, terá alguns dólares a mais para gastar!
Nota: O Wii U não tem muito espaço para armazenar memória, mas este problema pode ser concertado com um pendrive ou um cartão SD para aumentar o espaço. Muitos não veem vantagem em comprar jogos digitais por preferirem guardar a caixa ou não terem cartão internacional, mas muitos jogos vêm sido disponibilizados somente dessa maneira, como Child of Light, EarthBound, Shovel Knight e muitos outros do Virtual Console.
5. Acessando o site da promoção, clique em Get Activation Code.
A página abaixo indica o seu total de pontos obtidos na conta (onde o valor abaixo está representado por 1671), 171 é o total que possuo no momento (após já ter retirado os $15 que eu tinha de bônus), e 329 é a quantidade que falta para completar 500 e poder retirar mais 5 dólares. Note que o dinheirinho extra só podem ser retirados após completar 500 pontos! Não é possível retirar em quantias pequenas ou aleatórias.
6. Com o código em mãos, você receberá uma série de 16 dígitos. Entre no eshop do Wii U, e insira esses números em Enter Download Code.
Após colocado o código, confirme que ele deu certo e os 5 dólares serão adicionados à sua conta. Com eles, você poderá continuar comprando e fazendo uso da Digital Deluxe Promotion. A vantagem aqui está que você não perde nada, e ela entra apenas como um bônus! (E um bônus muito bem vindo, eu estava louco para poder comprar Shovel Knight, e esses 15 dólares extras caíram como uma luva!)
Você não precisa ter feito um registro antes de começar a fazer uso da promoção. Se você já tinha uma Nintendo Network antiga e costumava fazer várias pequenas compras no eShop, é provável que tenha pontos para usar e nem saiba!
A Deluxe Digital Promotion só é válida até Dezembro de 2014, e seu cash só poderá ser tirado até Junho de 2015. Tem como perder uma chance dessas? Vai que esse dinheirinho entra exatamente para completar a quantia que você precisava para comprar aquele jogo tão aguardado!
Para maiores informações, o guia do usuário pode ser acessado nessa página, em inglês: https://p.nintendo.net/deluxe/static.do#prepaidnumber
O Fire Hopping, em Mario Kart 8
O que é o Fire Hopping?
Aposto que você já tentou jogar Mario Kart 8 online, ou pelo menos baixar os Ghosts dos melhores jogadores do mundo no Time Trial, e percebeu que você só estava uns 30 segundos atrás deles nas corridas... Como isso é possível? Será que essa galera usa cheat? Olhando melhor os replays, você perceberá que os jogadores vivem pulando de um lado para o outro, sem contar que estão sempre usando personagens pesadões... Será que tudo isso tem algum motivo? Está na hora de descobrir!
Fogo Hopping (também conhecido como Frogging, Boost Jumping, etc) é uma nova técnica em Mario Kart 8 usado principalmente em Time Trials, que permite que você estenda um impulso de um power slide, rampas ou cogumelos. A técnica contribui para melhorar o tempo do jogador no Time Trial, principalmente no modo online.
Como funciona o Fire Hop?
É importante ter em mente que:
Como o Fire Hopping não "quebra" o sistema online de Mario Kart 8?
Ao fazer uma curva fechada, o jogador deve começar a dar pequenos saltos para a esquerda e para a direita enquanto o fogo está expelindo. Se o fizer corretamente, a ação irá aumentar a velocidade e a distância do impulso Drift. Como os jogadores perdem velocidade enquanto estiverem no ar, um bem-sucedido Fire Hop pode lhe dar um impulso prolongado, melhorando em alguns milésimos a sua curva. Feitos corretamente durante todo o percurso, é possível ganhar uma vantagem de até 20 segundos em uma corrida!
Os pequenos pulinhos para os lados são a parte mais difícil, pois você vai precisar ajustar o seu salto para evitar bater na parede e ainda preparar-se para a próxima curva. Você pode utilizar o Fire Hop até 4 ou 5 vezes durante a curva para ocasionar um maior impulso, mas até mesmo um ou dois saltos já irão aumentar a sua velocidade. Note que se você ficar pulando quando não deve isso pode diminuir sua velocidade, por isso não o exceda nos pulos.
O Fire Hopping pode ser feito com quase qualquer veículo (com exceção de Sport Bikes e suas variantes devido aos drifts para dentro) e funciona melhor com veículos de alta velocidade (Speed).
- Usando esta técnica, indo ladeira abaixo pode te atrapalhar e diminuir sua velocidade;
- Se você estiver em busca de melhorar o seu tempo (em Time Trials, por exemplo), usar os personagens mais pesados, como Bowser, Wario, e Morton é extremamente viável.
A técnica é um grande truque para subtrair milésimos e segudos preciosos do seu tempo em Time Trials, mas esses segundos significam muito pouco no multiplayer. O Fire Hopping exige uma quantidade significativa de habilidade para ser aperfeiçoado, como dominar atalhos e curvas no momento exato. Não é recomendado para uso em Grand Prix ou on-line, principalmente pelo perigo de ser atingido por itens ou jogadores que poderiam arrancá-lo da pista e arruinar seu sucesso com Fire Hop. Melhor nem arriscar!
Fonte: IGN
Pikmin 3 [Análise]
Eu podia jurar que eu já não gostava mais de ficar esperando muito tempo por um jogo. Uma sensação desenfreada de precisar daquilo, de querer ir comprá-lo logo no lançamento, de procurar reviews, detonados e informações só para ficar em dia com o game antes mesmo que ele tenha sido lançado.
Aí eu percebi que não existe idade para jogar video games, rs.
Quando o novo Pikmin 3 foi anunciado para o Wii U eu fiquei eufórico! O console mal recebeu divulgação ou atenção no Brasil até agora, então, se eu quisesse jogá-lo eu teria de esperar alguns anos luz e pagar uma "pequena" taxa de impostos, como de praxe. Até que fui surpreendido pela disponibilidade de baixar o jogo online pelo próprio Wii U. Consegui conectá-lo na internet depois de muito esforço, fiz todos os ajustes necessários, driblei o fato do eShop nem saber que o Brasil existe, e finalmente adquiri meu Pikmin 3 cerca de 15 dias depois de seu lançamento. Eu estava ansioso por colocar minhas mãos neste jogo, como há muito tempo não sentia. Na verdade, sinto que aos poucos estou entrando no clima da nova geração. E presumo que ela virá cheia de surpresas!

Quando se pensa nos jogos da Nintendo, os primeiros que nos vêm em mente são os mais previsíveis. Mario, Zelda, Metroid, Donkey Kong, Kirby, Pokémon... Franquias que se popularizaram cada vez mais com o passar dos anos... Que fazem os fãs esperarem por seu lançamento a cada ano, tendo em vista que a Nintendo já estipula datas quase previsíveis para se lançar algumas dessas franquias.
Mas e
quanto aos Pikmins?
Tendo
sido lançado há mais de uma década, quando estreou em 2001 com seu primeiro
título para Game Cube, a série Pikmin permaneceu como um dos grandes segredos
da Nintendo. Não possui a força dos jogos de Mario, ou o brilho extremo de
Super Smash Bros. E aos que pensam que a Nintendo só tem Mario Kart, bem... Pikmin 3 é um dos melhores games que pude jogar nos últimos anos. Por um longo
tempo estive longe de comprar novos títulos realmente bons, e creio que Pikmin 3 tenha sido apenas o precursor de jogos incríveis que o Wii U virá a nos oferecer.
Em uma Galáxia não muito distante...
Pikmin
3 começa com a expedição de três astronautas que são enviados para um planeta
misterioso em uma expedição atrás de comida para sua terra natal. Assim que
eles começam a explorar este planeta com aspectos e meio ambiente semelhantes
ao da terra, eles encontram pequenas criaturinhas que se assemelham a insetos,
os conhecidos Pikmin. Yannick LeJacq, da NBC News, os comparou a uma mistura de Wall-E com os pequenos pedacinhos de carvão fofos,
de “A Viagem de Chihiro”. Essas criaturinhas ridiculamente e dolorosamente
adoráveis se tornam a sua principal ferramenta de batalha e exploração. Aqui,
você treina suas melhores habilidades como um líder de verdade.
Como os filmes da
Pixar, o jogo mistura alegria e emoção para contar sua própria história sem
perder uma linha de raciocínio. O fato dos Pikmin serem tão fofos pode parecer
doce falha no início, mas o objetivo central do jogo – encontrar comida para
sobreviver – solavanca cada quebra-cabeça com urgência emocional. E para o que
parece ser um jogo infantil à primeira vista, Pikmin 3 se revela extremamente desafiador.
Pikmin 3: Um motivo para comprar o Wii U?
Como todos têm
observado, o novo Wii U da Big N não têm se saído muito bem nas prateleiras,
e com pouco menos de um ano no mercado as vendas ainda não dispararam como
deveriam, por mais que o preço seja acessível. A própria Nintendo já admitiu que
é a culpado pelas persistentes fracas vendas do Wii U, e até sugeriu que ela
precisa de algumas novas franquias em seu mix previsível de jogos.
Não sei se Pikmin
3 é o suficiente para que gamers curiosos possam olhar para trás e pensar em investir
no Wii U, mas sei que a franquia Pikmin num geral é o suficiente para fazê-los pensar sobre o
assunto. Foi o primeiro jogo que realmente me fez pegar o Wii U para valer,
começando assim a sua história. Foram três dias seguidos atrás da tela
conhecendo cada vez melhor esse ambiente novo, tão incrível, mágico e perverso
ao mesmo tempo. Pikmin 3 é apenas o começo de muito que ainda está por vir,
disso eu posso ter certeza.
Qual a
opinião de quem conferiu os dois títulos antecessores?
Na moral,
eu odiava Pikmin. Acho que demorei 5 anos para olhar aquele jogo e tentar jogar
para valer, porque o negócio era tão difícil, mas tão difícil, que minha cabeça
de criança não conseguia resolver nada! Fases com cerca de apenas 10 minutos, múltiplas
tarefas ao mesmo tempo, ver 50 bichinhos morrerem por um bem maior... Era demais
para mim. Eu resetava toda vez que algum Pikmin de meu exército morria, o que tornava o game praticamente inviável.
Isso
nos leva à pequena lista de outros aspectos de Pikmin 2, que foram amplamente modificados.
Você não pode mais mover Pikmin manualmente como era com o botão C, do jeito
que eles se alinhavam atrás de você. Eu realmente senti falta desse recurso no
início. Em vez disso, agora você pode travar em um alvo e comandar sua horda
para atacá-lo em massa de uma vez, ou comandar sua tripulação
se esquivar rapidamente para a esquerda ou para a direita. Estes novos movimentos fazem o game ser mais justo,
incutindo o sentimento de que você só pode comandar o seu exército e nunca
controlá-los totalmente.
Pikmin
3 não é tudo o que Pikmin vêm fornecendo, mas ainda é a melhor representação do
conceito até a data. É como uma substituição completa de Pikmin 1 e
um companheiro perfeito para Pikmin 2. A série está em
pleno vigor, amparada por incrivelmente belos gráficos, uma história envolvendo
inesperadamente, toneladas de segredos e novas maneiras de jogar, todas sem
nunca se afastar do espírito do jogo original.
Avaliação da Sinnoh Produções
Gráfico
10
O cenário está lindo, os Pikmins mais inteligentes, e os monstros ainda mais assustadores! Até mesmo a chuva chega a influenciar no ambiente, o que provoca uma mudança sutil na fauna e no clima, dando uma impressão ainda mais bela ao jogo. Tudo colabora para que você sinta que foi diminuído para dentro do jardim do Sr. Miyamoto como na primeira vez, mas dessa vez com um visual de dar gosto! E cara... Dá pra tirar fotos com o GamePad... Eu poderia voltar todo o Story Mode somente para tirar foto desse cenário maravilhoso! Tipo... Pikmin Snap, rs. (Ahh, vamos lá, Pokémon Snap era muito show...)
Som
9
A trilha sonora está tão boa que você sente que faz parte dela. Os barulhinhos das folhas, galhos, árvores, o grito de guerra dos Pikmins e o som assustador que alguns monstros fazem... Não tem como não se impressionar.
Jogabilidade
8
Eu demorei para me acostumar com o novo controle. Zerei, e eu ainda não peguei o esquema perfeitamente Acredito que alguém mais novo (ou meu pai que também curte ficar matando os Pikmin por qualquer bobeira, rs) irão demorar um tempinho até se adaptar a todos os comandos. Tanto que ainda prefiro o imbatível controle clássico do Game Cube, o que pode ser concertado com o Wii U Controller Pro. São muitas funções para poucos botões no Wii Remote, e ainda senti que o GamePad não mostrou tudo que tem a oferecer dentro do Wii U. Mas ainda assim, a função de tirar fotos e o mapa funcionam de uma maneira bem legal. Embora eu não apoie muito a ideia de ficar olhando para o controle toda hora que quer consultar algo... Parece tão... amador.
Diversão
10
Pikmin 2 foi um de meus games preferidos para Game Cube, e já cheguei a zerá-lo com 0 Pikmins mortos na campanha. Mas dessa vez eu queria era me divertir, então eu mandava meus soldados para uma guerra que sabia que seria perdida, e nunca me diverti tanto em ver uma batalha de bichinhos coloridos contra insetos gigantes. Mano, Pikmin não é um jogo feito para você cuidar de seus Pikmin. O legal mesmo é vê-los lutar até a morte, crescer junto e dar a vida por um bem maior, ser um líder que participa de cada batalha, e não alguém que fica só de longe dando ordens. Chega até a parecer que eles precisam do caos para sobreviver... Esses Pikmin são um dos maiores mistérios da natureza.
Replay
8
Eu ainda não encontrei todas as bugigangas que Pikmin 3 tem para oferecer (esses arquivos secretos são danados de encontrar!), e eu mal posso esperar para voltar ao jogo nos próximos dias, meses e até anos para tentar para encontrá-los todos. A série Pikmin faz coisas que nenhum outro jogo consegue fazer, e Pikmin 3 faz essas coisas de maneira incrível.
Nota Final: 9.0
Pikmin 3 com toda certeza é merecedor do troféu de ouro de Sinnoh! Ele pode ser um dos motivos para que as pessoas que já o conhecem considerem comprar um Wii U, e quem sabe os que ainda não foram introduzidos comecem a cogitar essa possibilidade. Com essa mistura louca de Age of Mythology, estratégias e batalhas alucinantes, você chega a ter no mínimo a curiosidade de ir para a sala e ver o que está acontecendo. É um jogo de aparência infantil, com um desenrolar de trama assustador e ainda sem perder o carisma que a Big N possui com cada um de seus games.
Pikmin 3 pode não ser "novo "no sentido de que os fãs da Nintendo já foram capazes de atirar essas criaturas adoráveis desde o início dos anos 2000. Mas é novo no sentido de que a série Pikmin ainda está evoluindo, continua crescendo e melhorando ao longo do tempo.
Quando ganhei o meu Wii U [História]

Seis meses. Há seis meses tenho o Wii U em casa.
Ainda me lembro do Natal de 2006 quando o Wii chegou até minhas mãos pela primeira vez, e o que era aquilo? Quanta tecnologia! Controlar personagens via sensor, fazer movimentos (mesmo que simples, na época) que eram refletidos diretamente no jogo, aquilo era um sinal do futuro chegando mais depressa do que eu esperava. Utilizei o velho Wii até o seu fim, até os cabos do sensor serem comidos pelo cachorro e o botão B de meu Wii Remote principal começar a falhar. E, por fim, ele teve seu merecido descanso na prateleira eterna do Museu da Nintendo em meu quarto.
Ainda me lembro do Natal de 2006 quando o Wii chegou até minhas mãos pela primeira vez, e o que era aquilo? Quanta tecnologia! Controlar personagens via sensor, fazer movimentos (mesmo que simples, na época) que eram refletidos diretamente no jogo, aquilo era um sinal do futuro chegando mais depressa do que eu esperava. Utilizei o velho Wii até o seu fim, até os cabos do sensor serem comidos pelo cachorro e o botão B de meu Wii Remote principal começar a falhar. E, por fim, ele teve seu merecido descanso na prateleira eterna do Museu da Nintendo em meu quarto.
É lá onde estão todos os que já passaram por minhas mãos. Não sou um cara Old School que teve acesso aos jogos antigos como o Super Nintendo ou o Atari. Comecei tarde, mais ou menos em 1998 com o Nintendo 64 já em seus anos finais, mas ainda assim guardo cada um deles com muito carinho e respeito. Chegou o momento de dar continuidade e partir para a próxima geração, e com isso, estou com o Wii U aqui me olhando de relance ao lado da televisão na sala.
Devo ter jogado ele umas duas ou três semanas com o divertido Nintendo Land e o Assassin's Creed III assim que o adquirimos, mas desde então ele ficou lá, com um delicado paninho por cima para não pegar poeira.
Isso é engraçado, porque pergunto-me se cresci ou se o console deixou a desejar. Vemos os números recentes e as notícias, e elas de fato não são nada boas. Todos estão criticando o novo Wii U que mal chegou e já passa por uma crise, e sempre levantando aquela velha questão: Será que a Nintendo será capaz de peitar a concorrência? Com o Xbox One e o PS4 chegando a nossas portas, será que o Wii U tem alguma chance de continuar surpreendendo ou está fadado a um fim trágico antes mesmo de começar?
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| The Museum "Uma vez fui em uma palestra da Saga onde perguntaram: Quem aí tem um Game Cube? Eu e minha irmã levantamos a mão, e somente nós. O professor de Design de Games apontou para nós e brincou ao dizer: Guardem, porque isso será um tesouro daqui a um tempo!" |
De
volta ao velho Game Cube
Vocês conhecem esse aparelho? Ou melhor, já viram alguém que tinha? Creio que quanto mais o tempo passa, mais raro o velho Cubo se torna. Com sua aposentadoria precoce, o Game Cube teve vendas fraquíssimas numa época em que o PS2 chegava ao seu auge, e até hoje não sei se conseguiram piratear os jogos, o que obrigava as pessoas a comprarem todos originais (o que convenhamos, não era nada barato há alguns anos). Houveram críticas, poucas vendas, números baixos; e tudo isso junto foi responsável por um período extremamente precário da Nintendo.
Cara, mas o Game Cube não era um console ruim. Não era mesmo. Quem teve deve lembrar-se muito bem dos grandes títulos memoráveis que saíram para ele, e posso citar aqui uma lista imensa de clássicos fundamentais para a formação dos jogos que vieram logo em seguida ou serviram como base para próxima geração da franquia, como:
- Super Smash Bros. Meele;
- Luigi's Mansion;
- Animal Crossing;
- Super Mario Sunshine;
- Zelda Wind Waker;
- Pikmin;
- F-Zero GX;
- Metroid Prime;
- Paper Mario: The Thousand Year Door;
- Pokémon Colosseum;
- Soul Calibur II;
- Donkey Konga;
- Fire Emblem: Path of Radiance;
- Mario Kart Double Dash;
- mais alguns diversos Mario Party;
- e todos os grandes títulos que o bigodudo italiano sempre comanda.
Não conheço praticamente ninguém que tenha tido um Game Cube na infância, mas digo que aquele cubinho esquisitão fez parte da minha, não importa o que digam.
Os meus amigos na escola se divertiam com o PlayStation 2 ou o Xbox, que por sinal também tiveram incríveis games de suas respectivas empresas, o PS2 está aí para provar como um dos consoles mais vendidos da história, mas o que quero dizer é que ainda hoje as pessoas continuam em sempre olhar para os números só para criticar o pobre Cubo... Não importa o que ele tenha feito de bom para aqueles que o tiveram, e já dizia o Pequeno Príncipe: O que importa para as pessoas grandes são sempre os Números.
Os meus amigos na escola se divertiam com o PlayStation 2 ou o Xbox, que por sinal também tiveram incríveis games de suas respectivas empresas, o PS2 está aí para provar como um dos consoles mais vendidos da história, mas o que quero dizer é que ainda hoje as pessoas continuam em sempre olhar para os números só para criticar o pobre Cubo... Não importa o que ele tenha feito de bom para aqueles que o tiveram, e já dizia o Pequeno Príncipe: O que importa para as pessoas grandes são sempre os Números.
uma
História para contar
Enfim, qual a ligação disso tudo com o Wii U?
O que quero dizer é que esse alavanco inicial do novo console da Nintendo é uma fase difícil, de fato. Os verdadeiros jogos da empresa ainda não saíram, e mais uma vez ela terá de depender exclusivamente dela, sem apoio das thirdies como costumam dizer. Como sempre, terão de depositar as esperanças em sua trindade extrema composta por Mario, Zelda e Pokémon, sem contar as demais criações maravilhosas e personagens fantásticos que a Big N vem cultivando.
Estou aqui com meu Wii U em casa, bonitinho. Parado ao lado da televisão. Acho que ele está só esperando a hora em que seja jogado para valer e tenha muitas histórias para contar! Já me perguntaram: Vale a pena? Foi uma perda de dinheiro? Cara, de forma alguma, estou louco para conferir alguns clássicos que conheci no próprio Game Cube, sendo o primeiro deles Pikmin 3. Eu estarei ali para comprar, jogar, e sorrir da mesma maneira. Como nos velhos tempos.
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| "Acho que ele está só esperando a hora em que seja realmente jogado para valer e tenha muitas histórias para contar!" |
Não sei se sou eu que estou ficando velho para isso, se são meus amigos que estão ficando mais exigentes ou se eles não vão com a cara da Nintendo mesmo... Pra falar a verdade, isso já acontecia lá atrás na época do Game Cube. E aí entramos e conectamos as duas linhas de raciocínio:
— Ei, galera, eu tenho o Game Cube em casa. Querem vir jogar?
— Game Cube? Cara, a gente vai é na casa do Zé jogar PS2. Isso sim é vídeo game!
Hoje chego para meus amigos e falo:
— Ei, galera, estou com o novo Wii U em casa. Querem vir jogar?
E nenhum deles mostra interesse.
Mesmo hoje estarei aqui para me divertir com o Wii U, que por mais irônico que pareça, para mim é um curioso videogame "novo" com cara de "velho". É o novo console da Nintendo, com toda certeza conterá os clássicos gigantes que farão as vendas subirem bastante. Mas espero não me meter nessa guerra de consoles. A Nintendo tem seu público, e essa legião de fás estará aí para se divertir com o que quer que eles tenham a fornecer, isso não vai mudar.
Espero que o Wii U não se junte ao meu museu tão cedo. Não que isso seja horrível, como: Nossa, quando o videogame vai para aquele armário, significa que ele já era. Não quer dizer isso. Ainda olho para cada console desde o Nintendo 64 todas as manhãs com boas lembranças; as batalhas travadas, corridas no Mario Kart, lutinhas tensas com Super Smash Bros. e amizades desfeitas por causa de Mario Party. Memórias e lembranças de quando dormir depois da meia noite era coisa de gente grande. É um sentimento de concretização, como um descanso bem merecido. E é exatamente essa sensação que os vídeo games de minha estante me passam, pois eles têm uma história para contar. Histórias que levarei para minha vida toda.
Espero que o Wii U tenha algumas bem legais para compartilhar. Eu sei que terá.
































































