Posted by : CanasOminous Aug 19, 2014

Support Conversation (Magnum Von Charge x Milady)
Gênero: Comédia, Ecchi;
Tema: Conhecemos pouco sobre Magnum e Malbora, dois Pokémons de Dawn que
entraram bem tarde na equipe, mas que têm muito a vivenciar ao lado dessa família;
Notas do Autor: Um episódio especial para a segunda Semana R16 de Sinnoh!

DisclaimersEsse capítulo não é recomendado para menores de 16 anos!

O som dos passos de Milady ecoava por todos os corredores. Devia estar usando um salto alto de nove centímetros, usava as mãos para erguer a barra da saia. E pela força com que pisava, com toda certeza estava estressada, como de costume.
 Senhor Magnum? Senhor Magnum? Onde você se meteu?
Assim que Milady dobrou um dos corredores, deparou-se com um velho senhor que dormia encostado à parede em horário de serviço. Tirava uma soneca tão gostosa que até roncava, com a boca semiaberta e ainda estando de pé. A rainha deu um chute de leva na perna de ferro do homem que mal se mexeu. Magnum coçou a orelha e passou a mão em seus bigodes, ainda sonolento.
— Boa tarde, minha senhora... — ele bocejou enquanto coçava as axilas.
Frustrada com a cena, Milady arqueou uma das sobrancelhas e cruzou os braços.
— Senhor Magnum, é a décima quarta vez que o chamo, mas sem uma resposta. Posso saber exatamente o motivo de tamanho descompromisso para com minha pessoa? — reclamou a rude Glaceon. — Exijo seus serviços imediatamente.
— Estou sempre à serviço, minha senhora — respondeu o Probopass de forma atenciosa.
Milady jogou uma toalha e diversas peças de roupa sobre o velho que quase desmontou de tanto peso. A rainha franziu o cenho e indicou com a cabeça em direção do banheiro.
— De onde saiu tanta coisa? — indagou Magnum.
— Leve essas roupas para minha casa de banhos. Ligue a banheira, prepare a água quente, deixe encher, e em seguida aguarde o meu sinal, ouviu bem? — ordenou Milady.
— Perfeitamente.
Após feitos todos os preparos a banheira estava transbordando, as paredes já começavam a ficar úmidas e os espelhos embaçados. Magnum continuava ao lado de Milady, completamente indiferente ou talvez com um pouco de sono, tanto que não notou o olhar mortal que a mulher amndou em direção do velho com sua feição estressada de sempre.
— O que está esperando? Saia logo daqui, ou está esperando que eu o convide a participar? Quero que o senhor fique de vigia na porta e não permita que NINGUÉM entre aqui, entendeu? — ela gritou.
— Talvez a senhora devesse trancar a porta... — O Probopass aconselhou gentilmente.
— Juuuura? Nossa, quanta inteligência, senhor Magnum! Deixe-me procurar o seu cérebro em meu bolso, pois você provavelmente o esqueceu em algum lugar, não acha? — disse Milady num claro tom de sarcasmo. — Têm estado cada vez mais difícil contratar bons funcionários, viu... Talvez a velhice tenha feito seu cérebro atrasar no raciocínio! Se estou mandando o senhor ficar aqui é porque a fechadura está quebrada, e não sei que diabos o senhor Atros foi fazer na cidade, porque pedi para ele comprar duas coisinhas e parece que ele foi sair de férias em Unova!
— A senhora enviou sua filha Eva junto. Imagino que a essa hora seja ela quem esteja dando uma volta por todos os parques e lojas disponíveis, aventurando-se enquanto pode — disse o velho Magnum, compreensivo. — Mas não se preocupe, minha nobre senhora, pois não permitirei que ninguém se aproxime da porta em hipótese alguma.
Milady meneou a cabeça, por fim, revelando um sorriso.
— Bom. Muito bom. Estou um pouco de mal humor hoje, então vou demorar. E não se esqueça: NINGUÉM entra. — Milady repetiu antes de fechar a porta, deixando sua voz ecoar nos azulejos azuis do chão. — Ninguém.
Magnum logo voltou para seu posto, de costas para a parede enquanto observava o movimento através da janela. De um dos corredores era possível ter visão até a base dos Fire Tales, mas tudo era tão distante... Sem contar que ultimamente Milady e Isaac não visitavam seus amigos com a mesma frequência por conta das batalhas que se aproximavam. Resumindo, não havia nenhuma novidade nas redondezas, e o trabalho na mansão passava a ser, no mínimo, desconcertante.
Magnum piscou. Estava começando a ficar com sono de novo. Se continuasse naquela posição por mais alguns minutos acabaria dormindo. E se Milady o pegasse mais uma vez, tinha medo do que poderia acontecer.
— Não. Não. Não posso dormir — repetia Magnum para si mesmo, balançando a cabeça freneticamente. — Não posso. Não posso... Não poooooooosso...
O vento lá fora devia estar  fresco e suave. Magnum logo imaginou como seria tirar um lindo cochilo sob a sombra de uma árvore naquela tarde tão tranquila. Balançou a cabeça novamente, estremeceu-se todo.
— Ahh, o que eu daria por um pouco de café... — suspirou o velho homem.
Para sua sorte, Malbora logo passou ali trajada em sua armadura, provavelmente fazendo a patrulha. Magnum chamou pela companheira no mesmo instante.
— Minha filha, será que você poderia fazer um pouco de café para mim? Não posso sair de meu posto, ou a senhorita Milady cortaria meu pescoço — explicou Magnum.
Malbora gesticulou, provavelmente indicando que não tinha nada mais relevante para fazer e poderia ir preparar o café. Satisfeito com a notícia, Magnum só precisaria esperar mais alguns minutinhos e logo estaria novo em folha.
Seus olhos pesavam tanto que pareciam estar sendo cobertos com areia. Só conseguia pensar em sua cama quentinha, e dormir. Dormir até não aguentar mais. Estava tudo tão monótono nos últimos dias, nada de novo acontecia. Foi quando Magnum fechou os olhos e demorou para abri-los... Quando voltou a si, não tinha noção de quanto tempo havia passado.
— Pelas barbas de Landorus, será que eu dormi?! — indagou o velho, desesperado. — Preciso me certificar de que a senhorita Milady não saiu do banheiro, e também que ninguém tenha tentado invadir a porta e causar-lhe algum mal, mas como?
Ele olhou para a fechadura quebrada, e decidiu dar uma espiada só para ter certeza.
— Ufa, a senhorita ainda está se trocando... Isso quer dizer que o cochilo foi só impressão minha — O Probopass murmurou aliviado. — Essa foi quase.
Logo voltou para seu posto de vigilância, e demorou alguns segundos para que ele percebesse o que tinha acabado de ver. Seus olhos imediatamente voltaram para a fechadura:


— NUUUUUUUUUSSS.... — O velho levou a mão até o coração. — M-M-M-Minha boa Cresselia, desse jeito eu vou enfartar!!
Enquanto espiava pelo buraco da porta, não demorou para que reparasse que Malbora estava ao seu lado com uma bandeja contendo um bule e duas singelas xícaras de café, para ela e seu companheiro. Ao deparar-se com Magnum bisbilhotando, ficou completamente sem reação.
— Opa, você estava aí, Malbora? Que sorte a sua, a senhorita Milady estava à sua procura! — mentiu ele, tentando disfarçar o sangramento nasal. — Nossa rainha disse que viu uma aranha mutante dentro do banheiro, olhe só o que esse monstro fez com o meu nariz! Estou pedindo a sua ajuda para entrar lá e liquidar esse invasor.
Malbora ainda parecia confusa, esboçando várias feições como se quisesse dizer: “Isso não me parece uma boa ideia!” Mas Magnum insistiu que ela entrasse, já empurrando-a para dentro do banheiro.
— Não se sinta tímida, minha querida, é só uma aranha mutante. Entra lá e faça seu serviço, deixe o seu café para o titio aqui. Boa sorte!
Fechada a porta, Malbora se viu encurralada. Ainda estava vestida com sua armadura completa,  pôde sentir o ar quente se dissipando e fazendo seu corpo ferver naquele peso todo. Assim que Milady virou-se para trás, seu coração gelou. A mulher estava despida, escovando seus longos cabelos soltos e do lado de fora da banheira principal que já estava repleta de espuma. As cachoeiras ao lado liberavam água para todos os lados, a serviçal nunca vira todas elas ligadas, exceto quando entrava nas casas de banho para fazer a limpeza de tudo. Participar da festa era outra história.
— Malbora? O que faz aqui? Pensei ter dito para aquele velho não deixar ninguém entrar... — afirmou Milady com uma inusitada calma.
A pobre garota não tinha voz, logo era impossível dizer que Magnum a mandara ali dentro para matar uma aranha mutante que nem existia ou coisa parecida, mas, para sua sorte, Milady gostava da moça e logo esboçou um sorriso.
— Deixa pra lá. Já que entrou mesmo, arranque logo essa armadura e venha lavar as minhas costas, fazendo o favor.
As ordens de Milady eram imutáveis, e imediatamente Malbora fez conforme o ordenado. Retirou a parte mais pesada de sua armadura, ombreiras, manoplas, peitoral... Até ficar somente com um colã azulado. O cabelo ainda estava preso em um rabo de cavalo, e mesmo assim, sentia-se extremamente desconfortável naquela situação. As mãos tampavam seus seios singelos que já ficavam perfeitamente esculpidos pela roupa apertada. Não estava acostumada a retirar a armadura, já sentia-se sem nada.
— O que está esperando, mocinha? Tire logo o resto, não vou querer que você encharque todos os corredores depois que sair com essa roupa toda!
Ainda meio corada, Malbora fez conforme o pedido e despiu-se por completo. Cobria os seios com suas mãos, e se tivesse voz seria capaz de sair correndo dali de tamanha vergonha. Milady virou-se para ela e acenou com a mão.
— O que houve, minha querida? Não tem ninguém te olhando aqui, estamos apenas entre mulheres. — É o que ela pensava. — Venha, solte o cabelo. Entre na água e fique um pouco mais confortável, aposto que vai sentir-se melhor.
Não encontrando outra saída, Malbora fez o que sabia de melhor: Obedecer.
Magnum mantinha os olhos bem atentos pela fechadura.


Milady e Malbora estavam nas casas de banho da mansão. A jovem Mawile ainda se encolhia toda tímida com a situação, mas sua Rainha não tirava os olhos dela, como se a examinasse das cabeças aos pés. Era difícil dizer o que Milady pensava, principalmente pelo fato de que era sempre tão chata e rabugenta com qualquer um naquela casa, mas tratando-se de Malbora, até que ela agia como uma pessoa... compreensiva.
— Você... tem cicatrizes no corpo. Isto é horrível... — disse Milady de maneira entristecida, tocando no braço da amiga que soltou um gemido baixo. — Ahh, me desculpe, eu devia ter sido mais cuidadosa... E ora, eu já havia me esquecido de como era o som de sua voz. Eu adorava ouvi-la cantar quando eu era menina, sabia?
Malbora dirigiu os olhos em direção de Milady que ainda a fitava. Ela cruzou as pernas e relaxou, prosseguindo com o assunto.
— Quantos anos você tem agora? Acho que os experimentos que fizeram em você a mantiveram nova, parece que temos a mesma idade. Nossa, nem parece que já faz tanto tempo desde aquele acidente, não? — A Glaceon soltou um longo suspiro de tristeza. — Perdemos alguns bons amigos naquele dia... Mas quer saber? Fiquei muito feliz de que ao menos você e o senhor Magnum estão bem. Aquele velhote pode ser meio lento e desengonçado, mas para mim é como se fosse um tio tarado distante... E todos os dias, tê-los aqui comigo, me traz esperanças de reencontrar os demais. De que tudo volte a ser como era... Ah, mas que bobagem minha! O tempo não volta.
Malbora desviou os olhos, revelando que aquele assunto a deixava entristecida. Por muito tempo ficara presa nas mãos dos Rockets, sendo fruto de experiências para clonagens. Mesmo quando seus treinadores morreram, sua maior felicidade foi reencontrar Dawn, a filha de seus mestres. Foi como um sopro de esperança, onde Arceus não permitiu que ela desistisse de tudo mesmo quando a vida não a apoiava.
As duas continuavam se encarando na banheira quando Milady aproximou-se de seu rosto. Malbora recuou, extremamente corada, fazendo com a rainha risse:
— Sabe o que eu queria arranjar para você? Um homem.
Malbora arregalou os olhos, e logo a Glaceon voltou a rir.
— Ah, não fique com essa cara! Deve estar se perguntando por que sou boa para você e tão rabugenta com os demais, mas é que a vejo como se fosse uma irmã minha que desapareceu há muito tempo, entende? — indagou Milady. — Ei, e o senhor Atros? Você não o acha, no mínimo, interessante?
Malbora balançou a cabeça para os lados, numa tentativa frustrada de dizer “sim” e “não”.
— Hm, talvez ele prefira as tsunderes, e você é um tanto quanto meiga demais para ele... Não sei, é difícil dizer. Ao mesmo tempo que conheço o velho Atros na palma da minha mão, ainda sinto que ele carrega tantos mistérios com ele! O que me diz? Ah, esqueci que você não fala.
Milady acenou com a mão, insinuando que deveriam esquecer aquele assunto.
— Vamos deixar de lado essa conversa. Agora, levante-se. Quero que lave as minhas costas.
 Magnum tinha os olhos tão centrados no buraco da fechadura que era capaz deles ficarem presos ali dentro. Tanto é que ele nem se deu conta de quando passos foram se aproximando no corredor, chegando cada vez mais perto... Era Isaac que fazia uma de suas caminhadas quando avistou o velho Probopass com a cara enfiada na porta.
— Hm, senhor Magnum? — indagou Isaac, confuso com aquela cena.
Assim que virou-se, o Leafeon ficou pasmo com o que vira. Levou a mão até a boca num claro sinal de surpresa.
— Senhor Magnum, seu nariz está sangrando!
— Ah. — O coração do velho palpitava. — É por causa de... Uma aranha mutante que estava dentro do banheiro junto com sua esposa — ele hesitou. — Eu tentei esmagá-la, mas ela foi mais forte do que eu. Level 69 ou mais.
Isaac prontificou-se a entrar ali no mesmo instante.
— Eu jamais permitirei que uma criatura dessas faça mal ao senhor, e muito menos a minha  adorada esposa! Por favor, afaste-se, eu cuido disso.
Isaac não fazia ideia de que a fechadura da porta estava quebrada, então empurrou-a com tanta força que acabou caindo dentro do banheiro. O ar estava extremamente úmido e tão cheio de vapor que era difícil enxergar ali dentro, mas foi o suficiente para avistas o dois pés de sua esposa logo em sua frente. Erguendo o olhar, deparou-se com Milady que o olhava debaixo para cima com os olhos esbugalhados.
— Oh, olá, querida. Que bela visão daqui debaixo, não? — cumprimentou Isaac com um sorriso sincero, ainda caído no chão. — E meus cumprimentos para você também, jovem Malbora! Seu par de... olhos, estão muito mais radiantes hoje, sabia?
— Quem. Deixou. Você. Entrar? — indagou Milady, procurando conter suas palavras com toda calma possível. A essa altura Malbora já havia trazido uma das toalhas para a mulher, mas isso não diminuía nem um pouco sua ira. O que havia sido visto, não podia ser desvisto.
— Vim aqui matar uma aranha selvagem que feriou o pobre senhor Magnum e também a encurralou em sua posse. Onde está a tal abominação?
Malbora acenou positivamente, como se somente agora conseguisse dizer que o verdadeiro motivo de estar ali era pela aranha.
Milady passou a mão em seus cabelos a ponto de arrancá-los fora. Sua paciência naquela manhã se esgotara.
— Do que vocês estão falando, seus plebeus miseráveis? Inclua-se nisso, senhor Isaac! Não tem nenhuma aranha aqui, ou vocês são cegos?!! SERÁ QUE UMA MULHER NÃO PODE MAIS TOMAR BANHO EM PAZ?
Isaac arregalou os olhos.
— Querida. Não se mexa.
— Ohhh, e por que eu não deveria? É para o senhor olhar melhor o meu corpinho e compará-lo ao da Malbora, não é? Eu sabia, sua traidora! Como se minha ilustre presença ao seu lado na cama todos os dias não bastasse, Isaac. E vocês ainda me aparecem com um plano infalível desses? Quanta ironia, eu vou demitir todos vocês!
Isaac recuou um passo cada vez que sua esposa tentava aproximar-se, na mesma medida que Malbora mantinha distância na tentativa de agarrar sua lança que estava ali perto. Magnum estava escondido do lado de fora, mas tinha a visão boa o suficiente para enxergar a aranha gigantesca que andava em uma das paredes, provavelmente meio atordoada pelo calor do banheiro. Mas ainda assim, exatamente ao lado de onde a Rainha se encontrava.
— O que foi? Meu corpo é tão perfeito que perderam a fala?
O show só começou depois que os três apontaram em direção da aranha, e Milady finalmente colocou os olhos na criaturinha. O alvoroço foi tanto que a Glaceon saiu correndo dali com o sabão no corpo e o cabelo ainda todo molhado, deixando uma toalha e um rastro de destruição por onde que passasse, gritando tão alto que provavelmente todos os seus companheiros da Fire Tales teriam escutado.
— E-Eu disse que tinha uma aranha aí dentro... — comentou Magnum, discreto.

{ 2 comments... read them below or Comment }

  1. Ah, esses episódios ecchis <3
    Pela amor de Deus, nunca ri tanto na minha vida kkkkk Como eu senti falta de um capítulo só com a maldita histeria da Milady. Ai, ai.
    "Deixe-me procurar o seu cérebro em meu bolso, pois você provavelmente o esqueceu em algum lugar, não acha?" <-- lembrar de começar essa frase :v

    Olha só, olha só, então temos uma fechadura quebrada. Parece que a conspiração ecchi soa por esse capítulo.
    Mentirinhas de tarados são tensas, mas "aranha gigante level 69" é mais tenso ainda.
    Malbora lindosa, tão fofa, tão delicada, a típica inocência em um capítulo de tarados.
    Aprenda uma coisa : Num anime/mangá/AeS ecchi o amado da tsundere vai sempre se ferrar no final. Não sei como ela não socou ele :v
    Magnum saiu numa boa... MILAGRE ! O tarado sempre se ferra.

    De fato, essa semana ecchi foi a melhor, aliás, não é todo dia que você vê a Milady e a Malbora em um banheiro e o Magnum espiando pela fechadura :33 Adorei o capítulo

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    1. kkkkkk Eu já estava sentindo falta de algo mais picante, mesmo que esse Support não tenha carregado todo aquele clima sensual dos outros, um pouquinho de comédia é sempre vinda ainda mais com personagem que tiveram tão poucas aparições quanto a galerinha da Milady. Essa foi a oportunidade que encontrei de falar um pouco do carinho dela pela Malbora, assim como o fato de que mesmo fazendo todas as cagadas o velho Magnum nunca leva a culpa kk

      O próximo Support que preparei é da Wiki, dessa vez mais para o público masculino, mas é uma história bacana a se acompanhar não por ter safadezas, mas por falar bastante do passado da Wiki e de como ela age quando não está na frente das pessoas. Afinal, ela ainda é mulher e carrega dúvidas e dificuldades como todas as outras kk Vai ser bonitinho!

      Você é quem manja de mangás e animes shoujos, eu apenas retrato o cotidiano de sempre dessas histórias kkkk E vamos ficar de olho porque essa Semana R16 ainda vai looooooonge... Beijos! \õ

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