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Hyrule Warriors [Análise]
Hyrule Warriors não é um jogo tradicional de The Legend of Zelda, mas funcionou bem como uma incrível parceria entre a Koei-tecmo e a Nintendo.
Anunciado em Dezembro de 2013 através de um Nintendo Direct, os fãs enlouqueceram na primeira oportunidade que tiveram de ver Link chegar à nova geração de consoles, e embora o presidente Satoru Iwata tenha afirmado de que não se tratava do próximo título principal, era o suficiente para que a empolgação dos fãs atingisse o auge após Ocarina of Time 3D e A Link Between Worlds, ambos para 3DS. Era a primeira oportunidade de ver a série no Wii U.
A Koei Tecmoi, o estúdio de Dynasty Warriors, representou um verdadeiro avanço para a franquia Zelda que experimentou algo novo em seus 25 anos para agradar todos os tipos de fãs, desde os mais recentes até os antigos que por vezes temem que os títulos futuros sejam audaciosos demais, como ocorreu com Wind Waker que mais tarde provou manter-se na essência de Zelda tornando-se um dos títulos mais aclamados com sua indicação ao "Jogo da Década", no VGA,
Hyrule Warriors é a prova de que Eiji Aonuma sabe o que fazer e em quem confiar para continuar surpreendendo os fãs.
Anunciado em Dezembro de 2013 através de um Nintendo Direct, os fãs enlouqueceram na primeira oportunidade que tiveram de ver Link chegar à nova geração de consoles, e embora o presidente Satoru Iwata tenha afirmado de que não se tratava do próximo título principal, era o suficiente para que a empolgação dos fãs atingisse o auge após Ocarina of Time 3D e A Link Between Worlds, ambos para 3DS. Era a primeira oportunidade de ver a série no Wii U.A Koei Tecmoi, o estúdio de Dynasty Warriors, representou um verdadeiro avanço para a franquia Zelda que experimentou algo novo em seus 25 anos para agradar todos os tipos de fãs, desde os mais recentes até os antigos que por vezes temem que os títulos futuros sejam audaciosos demais, como ocorreu com Wind Waker que mais tarde provou manter-se na essência de Zelda tornando-se um dos títulos mais aclamados com sua indicação ao "Jogo da Década", no VGA,
Hyrule Warriors é a prova de que Eiji Aonuma sabe o que fazer e em quem confiar para continuar surpreendendo os fãs.
Em Hyrule Warriors, você se coloca no papel de um general que comanda os seus exércitos. Você exerce controle apenas sobre suas ações, mas precisa ser ágil e perseverante em saber lidar com perdas de bases e derrotas, sacrificar alguns guerreiros, para que no final a guerra seja vencida. O jogo funciona em um estilo beat-em-up, onde a graça está justamente em atacar para todos os lados e enviar os soldados inimigos pelos ares, uma excelente forma de esfriar a cabeça e descontar a raiva em alguma coisa. Após muitas horas seguidas pode ser que a vista canse, ou que a experiência de fato se torne enjoativa. Hyrule Warriors apresenta esta única proposta: Atacar tudo, destruir tudo e ganhar.
Na trama, três universos são misturados: Ocarina of Time, Twilight Princess e Skyward Sword, uma sacada de mestre por parte dos estúdios como explicação para juntar tantos personagens icônicos sem simplesmente jogá-los num game para agradar os fãs. Embora alguns pareçam meio fora de hora, como Agitha, HW mostra como um pouco de fanservice é sempre bem vindo, então esperamos que eles ouçam os elogios e continuem fazendo mais!
Modos de Jogo
→ O Adventure Mode, provavelmente a opção mais bem vista e aclamada pelos jogadores, assim como o mais desafiador, traz missões que precisam ser cumpridas em determinado tempo, sem perder vidas e destruindo um certo número de inimigos para se conquistar personagens, armas novas e Heart Pieces. O mapa é imenso, baseado em The Legend of Zelda para NES, uma verdadeira homenagem aos fãs dos anos 80! Fica aquela sensação de dever e adquirir todos os extras, e é o provavelmente onde grande parte dos jogadores ficarão a maior parte do tempo.
DLCs. Será que a Nintendo está fazendo certo?
DLCs sempre causaram muito furor entre os fãs da Nintendo, alguns afirmavam que este tipo de atitude era tomada somente por empresas que esperam arrancar cada centavo de seus consumidores, mas muitos foram surpreendidos o quando Mario kart 8 e Hyrule Warriors receberam tais notificações. Não houve raiva por parte dos jogadores, e sim, uma incrível aceitação. Esta oportunidade foi vista como um meio de trazer melhorias para um jogo depois de lançá-lo, impedindo que ele caia no esquecimento com tantas ideias boas que poderiam vir a ser usadas, mas não tiveram tempo de serem devidamente aplicadas. Contanto que o DLC seja bem feito, tenha um preço justo e traga algo que realmente vá motivar os fãs, então ele é muito bem vindo.
O anúncio de DLCs para Hyrule Warriors parecia ambicioso e desnecessário no começo, mas aparenta trazer uma maior dinâmica e longevidade ao game. Algumas franquias e personagens favoritos da galera ficaram de fora, e quando anunciaram que 2 personagens de Majora's Mask viriam a dar as caras foi o suficiente para que de odiados os DLC logo fossem vistos como a salvação. 20 dólares não é barato, mas pela quantidade de conteúdo que se espera é provável que muitas horas de jogo sejam acrescentadas, e não somente por ser bacana ou trazer roupinhas novas, o conteúdo adicional trará personagens novos jogáveis para serem treinados, assim como mais mapas e missões para prolongar a jogatina. É realmente compensador!
O anúncio de DLCs para Hyrule Warriors parecia ambicioso e desnecessário no começo, mas aparenta trazer uma maior dinâmica e longevidade ao game. Algumas franquias e personagens favoritos da galera ficaram de fora, e quando anunciaram que 2 personagens de Majora's Mask viriam a dar as caras foi o suficiente para que de odiados os DLC logo fossem vistos como a salvação. 20 dólares não é barato, mas pela quantidade de conteúdo que se espera é provável que muitas horas de jogo sejam acrescentadas, e não somente por ser bacana ou trazer roupinhas novas, o conteúdo adicional trará personagens novos jogáveis para serem treinados, assim como mais mapas e missões para prolongar a jogatina. É realmente compensador!
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| Quem comprasse e registrasse o game no Club Nintendo até o dia 23 de Outubro recebia duas roupas especiais de Ganondorf, baseadas em Twilight Princess e Ocarina of Time. |
Hyrule Warriors, mais Zelda ou mais Dynasty Warriors?
É incrível a maneira como ambos os títulos fluíram bem! Todos os golpes utilizados por todos os personagens fazem parte dos movimentos originais que vemos nos títulos da série Zelda. O uso de itens, inimigos, cenários, e até mesmo magnífica trilha sonora original de Koji Kondo são vistas como uma espécie de remix: Tudo que conhecemos, mas de uma maneira diferente. Isso nos leva a perceber como esses pequenos detalhes são essenciais para formar a perfeita experiência que é jogar um game da série The Legend of Zelda.
Os produtores da Koei Tecmo realmente fizeram um excelente trabalho, pois com toda a experiência que tiveram em seus próprios jogos eles provaram como é possível fazer uso de uma temática para criar uma experiência ainda mais incrível.
Os produtores da Koei Tecmo realmente fizeram um excelente trabalho, pois com toda a experiência que tiveram em seus próprios jogos eles provaram como é possível fazer uso de uma temática para criar uma experiência ainda mais incrível.
Ouvi algumas críticas pesadas ao game. O jogo funciona bem em co-op ou online?
A IGN deu a nota 7 ao jogo, criticando a má performance enquanto se joga de dois. Ainda não entendo o motivo da nota tão baixa.
Atualmente, parece que todos os jogos precisam ter um modo online ou com rankings globais para serem aceitos e bem cotados, mas é incrível como Hyrule Warriors se mantém sozinho. O co-op funciona com um jogador olhando para a TV e outro fazendo uso do GamePad. Embora pareça uma má proposta, é bem melhor do que se ambos os jogadores tivessem que compartilhar uma única tela ou se fosse exclusivamente single player, o que teria diminuído muito a diversão. A taxa de queda de frames é nítida, mas o segundo jogador deve ser visto como um bônus.
Algumas missões são mais fáceis quando há outro general para ajudá-lo na conquista de território e de estratégias. Quando a batalha é perdida a culpa cai sobre os dois, a decepção é mútua, ambos fracassaram. Pode parecer cansativo ficar várias horas seguidas em missões exaustivas, mas compartilhá-la com um amigo ou irmão torna tudo mais agradável e divertido, sendo possível treinar vários personagens, customizá-los, procurar itens raros e matar chefões para consegui-los. Hyrule Warriors pode não ter seu próprio modo online, mas realmente não é necessário. Continuem trazendo novos personagens, missões,e conteúdo. Vontade para jogar não faltará até que o título principal de Zelda seja lançado em 2015.
Atualmente, parece que todos os jogos precisam ter um modo online ou com rankings globais para serem aceitos e bem cotados, mas é incrível como Hyrule Warriors se mantém sozinho. O co-op funciona com um jogador olhando para a TV e outro fazendo uso do GamePad. Embora pareça uma má proposta, é bem melhor do que se ambos os jogadores tivessem que compartilhar uma única tela ou se fosse exclusivamente single player, o que teria diminuído muito a diversão. A taxa de queda de frames é nítida, mas o segundo jogador deve ser visto como um bônus.
Algumas missões são mais fáceis quando há outro general para ajudá-lo na conquista de território e de estratégias. Quando a batalha é perdida a culpa cai sobre os dois, a decepção é mútua, ambos fracassaram. Pode parecer cansativo ficar várias horas seguidas em missões exaustivas, mas compartilhá-la com um amigo ou irmão torna tudo mais agradável e divertido, sendo possível treinar vários personagens, customizá-los, procurar itens raros e matar chefões para consegui-los. Hyrule Warriors pode não ter seu próprio modo online, mas realmente não é necessário. Continuem trazendo novos personagens, missões,e conteúdo. Vontade para jogar não faltará até que o título principal de Zelda seja lançado em 2015.
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| Cara, minha irmã fez uma ilustração dessa cena em forma de quadro! |
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| Cenas Épicas. Fanservice Everywhere. |
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| PEITOS EM UM JOGO DE ZELDA? Não acredito. E pra melhorar, ela ainda é fascinada pelo Link que nem algumas pessoas que eu conheço. (Ela tem quadros dele por toda parte, cara! É sinistro.) |
Avaliação da Sinnoh Produções
→ GRÁFICO 10
Provavelmente um dos melhores gráficos que a série Zelda já teve desde o lançamento de Twilight Princess, muitos fãs da série ansiavam por algo assim. Quando Eiji Aonuma anunciou que o próximo Zelda de 2015 parecerá cartoonizado novamente, a internet se revoltou. Muitos esperam por algo mais sério e adulto como Twilight Princess e Majora's Mask, torcendo para que o mestre Aonuma não deixe de levar em conta o aprendizado que teve com HW.
Com cutscenes muito bonitas de serem apreciadas; um uso muito bacana de personagens jogáveis, (ainda que sem muita profundidade na história principal), um Link para fazer as garotas babarem e mulheres lindas como Cia, Ruto, Zelda, Impa, Fi, Midna, enfim... Wind Waker já nos surpreendeu uma vez com seus gráficos, mas não custa continuar sonhando com aquela versão perfeita de um Zelda "adulto" como a galera costuma dizer. Diversão é bom, mas gráficos também são bem vindos!
As músicas originais da série estão presentes, desde as pequenas fanfarras de itens até as melhores melodias musicais de Ocarina of Time. Cada cenário de cada universo foi muito bem escolhido e trabalhado, e embora pareça uma reciclagem, Hyrule Warriors conseguiu passar o melhor da série sem sair completando lacunas como bem entendessem. Tudo que está ali foi devidamente calculado.
Os ataques se resumem a dois botões. Embora seja possível usar o GamePad, o Wii Remote e o Pro Controller, às vezes é confuso trocá-los. O maior problema aqui é a repetição. Destruir tudo ao seu redor é divertido no começo, mas depois de um tempo sentimos falta de um roteiro maior ou quem sabe algo diferente, só pra variar. Enfim, os movimentos são rápidos de se aprender, simples e diretos. Pode-se utilizar itens para melhorá-los, o que leva o jogador a continuar caçando certos monstros ou inimigos para adquiri-los. Ainda sim, a repetição continua sendo o maior inimigo. Ataque tudo ao seu redor, destrua tudo que poder, e corra.
Diversão garantida, personagens cativantes, ótimo uso de itens e armas, e upgrades que vão requerer boas horas de jogo até que sejam todos completos. Matar soldadinhos é um deleite necessário para se subir de nível, então mesmo sem querer você acaba treinando. Há muita coisa acontecendo na tela ao mesmo tempo, até para quem está olhando é divertido, aconselhando quais bases estão sendo atacadas e ajudando ou enchendo o saco sobre o que deve ser feito.
O Legend Mode é relativamente curto, mas para conquistar todas as Gold Skulltulas e Heart Pieces será necessário voltar algumas várias e várias vezes. O verdadeiro desafio é o Adventure Mode é onde está diversão, um modo impecável cheio de missões desafiadoras. Após terminado o jogo, é possível seguir numa espécie de Evil Mode também. Sem contar que treinar todos os personagens é parte da meta, você acaba se identificando com todos e sendo obrigado a jogar com cada um deles para que eles aguentem as missões mais difíceis que requerem seu uso, então algumas o retorno é garantido.
NOTA FINAL: 8.8
Conclusão: Sendo este um jogo completamente novo, mas ainda ancorado aos personagens e ao universo de Zelda, vemos Hyrule de uma maneira completamente nova e temos a possibilidade de jogar com uma dezena de personagens, algo que nunca antes havia sido possível na série.Mesclando a ação e voracidade de Dynasty Warriors com tudo que o maravilhoso universo de Zelda tem a oferecer, vemos em Hyrule Warriors uma bela combinação que preservou muito bem o núcleo de ambos os títulos. Embora repetitivo, a ação e aventura neste game é o suficiente para experimentarmos algo novo, aprendermos com os erros, e que os estúdios trabalhem para fazer o próximo Zelda um dos jogos mais incríveis já criados. Quem sabe não surgem outros spin-offs do gênero? Estaremos na torcida!
EarthBound SNES [Análise]
Earthbound (também conhecido como Mother 2, no Japão) é um JRPG desenvolvido pela Ape em parceria com a HAL Laboratory, e foi lançado originalmente para SNES em 1995, tendo retornado para o Virtual Console do Wii U, onde ganhou ainda mais força.
Idealizado por Shigesato Itoi, a produção do game teve a participação de figuras como Satoru Iwata antes de tornar-se CEO da empresa e Hirokazu Tanaka. O game buscava parodiar e brincar com vários elementos da cultura americana dos anos 90, de uma forma bem leve e humorada, com uma história envolvendo abdução e invasão alienígena aliada à habilidade de poderes psíquicos e paranormais.
O Meteoro que Caiu perto de Casa
→ Uma frase que representa muito bem este jogo é aquela que diz: "Há muitos momentos difíceis pela frente, mas você deve manter o seu senso de humor." Esta citação demonstra o ritmo de Earthbound onde de primeira instância você está tranquilo em sua casam e de repente se vê obrigado a sair e salvar o mundo porque um meteoro caiu na vizinhança e um inseto esquisito te deu poderes sobrenaturais psíquicos como seu último desejo.
Ness, o personagem principal, ganhou ainda mais fama após sua participação recorrente nos títulos da série Super Smash Bros., e desde então ele repetiu aparição em SSB Melee e Brawl, onde recebeu apoio de Lucas, de Mother 3.
Mas no jogo, ele não se sustenta sozinho. Ness, Paula, Jeff e Poo são os protagonistas dessa jornada e também os 4 personagens jogáveis de sua equipe (você pode nomeá-los como quiser, tornando a experiência ainda mais profunda). Eles precisam combater monstros bizarros, mas criativos, como baratas gigantes, UFOs em miniatura e montes de sujeira que mais parecem um enorme pedaço de... fezes. Precisam também ajudar dois macacos a se apaixonarem, enfrentar alienígenas, e tudo isso de uma maneira que flui perfeitamente bem. Os personagens vêm aos poucos, tudo é muito inusitado e imprevisível. Este e tantos outros fatores tornam Earthbound um clássico, um jogo que continua tão incrível e desafiador quanto era em 1995.
Ness, o personagem principal, ganhou ainda mais fama após sua participação recorrente nos títulos da série Super Smash Bros., e desde então ele repetiu aparição em SSB Melee e Brawl, onde recebeu apoio de Lucas, de Mother 3.Mas no jogo, ele não se sustenta sozinho. Ness, Paula, Jeff e Poo são os protagonistas dessa jornada e também os 4 personagens jogáveis de sua equipe (você pode nomeá-los como quiser, tornando a experiência ainda mais profunda). Eles precisam combater monstros bizarros, mas criativos, como baratas gigantes, UFOs em miniatura e montes de sujeira que mais parecem um enorme pedaço de... fezes. Precisam também ajudar dois macacos a se apaixonarem, enfrentar alienígenas, e tudo isso de uma maneira que flui perfeitamente bem. Os personagens vêm aos poucos, tudo é muito inusitado e imprevisível. Este e tantos outros fatores tornam Earthbound um clássico, um jogo que continua tão incrível e desafiador quanto era em 1995.
Apesar de sua idade, EarthBound é um game que introduziu inovações que, ainda hoje, se mostram como incrivelmente inteligentes e únicas. A vida dos personagens, por exemplo, é representada por rodas numéricas. Ao invés de seus pontos de vida esgotarem instantaneamente com cada ataque do inimigo, a roda gira lentamente para baixo até que todos os pontos de vida estejam esgotados. Por exemplo, após um ataque muito poderoso, se um personagem recebe o golpe fatal ainda existe a chance de curá-lo antes de morrer — como se parasse um sangramento. Observar os números rodarem em direção do zero enquanto está freneticamente em meio à luta é de enlouquecer, podendo de modo que a velocidade com que os comandos são feitos influencia completamente na partida.
Lembro-me de um item que representa um celular que tem a incrível habilidade de só receber ligações, sem poder fazê-las. E isso de volta ao tempo em que nossos pais ainda usavam aqueles tijolões e nem sonhávamos com tablets ou coisas do tipo. É engraçado pensar em como a tecnologia evoluiu na própria linha temporal do game, assim como na nossa realidade.
Lembro-me de um item que representa um celular que tem a incrível habilidade de só receber ligações, sem poder fazê-las. E isso de volta ao tempo em que nossos pais ainda usavam aqueles tijolões e nem sonhávamos com tablets ou coisas do tipo. É engraçado pensar em como a tecnologia evoluiu na própria linha temporal do game, assim como na nossa realidade.
Earthbound é considerado um JRPG nada convencional. Os inimigos estão sempre visíveis no mapa, assim você não terá que se preocupar com entrar em batalhas em um mau momento, sendo pego desprevenido. E para melhorar, se o nível de seu grupo é muito superior ao de um inimigo, ele vai fugir de medo. Se você pegá-lo, você simplesmente ganha automaticamente. Isso faz com que revisitar áreas anteriores torne-se uma brisa absoluta, livre de batalhas inúteis.
A trama parece simples: Um garoto que sai de sua casa para salvar o mundo, enquanto seu vizinho maluco continua arranjando intrigas por aí e tentando superá-lo. Com o tempo você passa perceber como os personagens se encaixam em bons momentos, ocasionalmente deixando o grupo ou fazendo aparições inesperadas como cair no meio de um cemitério usando uma máquina voadora.
Earthbound leva quatro crianças a salvarem o planeta, sendo três delas dotadas de poderes sobrenaturais e um gênio. Por mais que não haja muitos diálogos entre os protagonistas, nos encontramos pensando em como a amizade desses quatro os torna realmente próximos, dando esperanças de um remake criativo, no melhor estilo dos JRPG dos japoneses com sidequests, conversas aleatória características, momentos divertidos e cheios de humor, e quem sabe uma pontadinha de romance. Earthbound possui uma história digna de livros! E ficamos com aquele desejo remoto de no futuro a Nintendo dar a atenção que a série Mother merece...
A trama parece simples: Um garoto que sai de sua casa para salvar o mundo, enquanto seu vizinho maluco continua arranjando intrigas por aí e tentando superá-lo. Com o tempo você passa perceber como os personagens se encaixam em bons momentos, ocasionalmente deixando o grupo ou fazendo aparições inesperadas como cair no meio de um cemitério usando uma máquina voadora.
Earthbound leva quatro crianças a salvarem o planeta, sendo três delas dotadas de poderes sobrenaturais e um gênio. Por mais que não haja muitos diálogos entre os protagonistas, nos encontramos pensando em como a amizade desses quatro os torna realmente próximos, dando esperanças de um remake criativo, no melhor estilo dos JRPG dos japoneses com sidequests, conversas aleatória características, momentos divertidos e cheios de humor, e quem sabe uma pontadinha de romance. Earthbound possui uma história digna de livros! E ficamos com aquele desejo remoto de no futuro a Nintendo dar a atenção que a série Mother merece...
Avaliação da Sinnoh Produções
→ GRÁFICO 7
Ao meu ver, uma mecânica que poderia ter recebido mais atenção eram as batalhas. Seria bom pelo menos ter algum estímulo visual. Enquanto nós estamos apanhando, não há muita ação. Tudo que você vê é uma imagem estática de cada inimigo e efeitos mágicos contra fundos psicodélicos. Não é a coisa mais emocionante de assistir, mas felizmente cada personagem é único o suficiente para manter interessante a tomada de decisões.
→ SOM 10
Com uma trilha sonora incrível que conta com cerca de 170 músicas, a Soundtrack de Earthbound consegue retratar muito bem cada momento e cenário, deixando o jogador no clima do ambiente. Repleto de sons aleatórios e barulhos bizarros, ainda é de se impressionar o que a equipe de produção pôde fazer com uma franquia que mal recebia atenção e tendo tantas limitações para a criação. Você conquista oito pedaços de uma melodias como o prêmio final por concluir uma fase, só para notar a influência da música no game. Nossa memória automaticamente relembra melodias como as utilizadas em Super Smash Bros., e entre as minhas favoritas estão Snowman, Because I Love You, Eight Melodies e o som bizarro da batalha final contra Giygas.
Com uma trilha sonora incrível que conta com cerca de 170 músicas, a Soundtrack de Earthbound consegue retratar muito bem cada momento e cenário, deixando o jogador no clima do ambiente. Repleto de sons aleatórios e barulhos bizarros, ainda é de se impressionar o que a equipe de produção pôde fazer com uma franquia que mal recebia atenção e tendo tantas limitações para a criação. Você conquista oito pedaços de uma melodias como o prêmio final por concluir uma fase, só para notar a influência da música no game. Nossa memória automaticamente relembra melodias como as utilizadas em Super Smash Bros., e entre as minhas favoritas estão Snowman, Because I Love You, Eight Melodies e o som bizarro da batalha final contra Giygas.
→ JOGABILIDADE 8
A dicotomia entre o sério e o irreverente também é transportada para o gameplay. Embora cheio de sprites bonitinhos e música encantadora, EarthBound não se desculpa por ser um (leia-se: DIFÍCIL) RPG japonês tradicional. O jogo apresenta uma dificuldade acentuada logo no começo, quando Ness está sozinho e mal equipado. Torna-se menos brutal conforme o enredo toma forma, mas nunca é fácil. Espaços no inventário tornam-se incrivelmente limitados, adquirir XP é praticamente uma obrigação, Ness e seus amigos ocasionalmente têm uma precisão frustrante em combate. E enquanto eu encontrei na dificuldade um belo desafio a ser superado, corre-se o risco de enviar os novos jogadores correndo para as colinas.
→ DIVERSÃO 10
O jogo envolve traços tradicionais em sua configuração de 1990. No arsenal de armas temos brinquedos como ioiôs, bastões de baseball e panelas que são usadas contra cachorros com raiva, hippies loucos e mendigos problemáticos. Para salvar o jogo, Ness vai ao telefone público mais próximo e liga para sua mãe, enquanto o dinheiro vem do caixa eletrônico mais perto, onde seu pai deposita uma graninha extra de tempos em tempo. Muita criatividade!
→ REPLAY 10
O jogo foi lançado em 1995, e quase 20 anos se passaram, mas o legado que Earthbound deixou apenas vêm gerando mais e mais apreciadores. A série Mother é velha, completou 25 anos em 2014, e nunca recebeu nem 10% da atenção que merece, mas o fato de Earthbound ter chegado ao ocidente no Virtual Console do Wii U é a prova de que a Nintendo não esqueceu a franquia e, quem sabe, no futuro ainda vejamos Mother 3 ou uma possível continuação? Quem sabe um Remake HD?
O jogo foi lançado em 1995, e quase 20 anos se passaram, mas o legado que Earthbound deixou apenas vêm gerando mais e mais apreciadores. A série Mother é velha, completou 25 anos em 2014, e nunca recebeu nem 10% da atenção que merece, mas o fato de Earthbound ter chegado ao ocidente no Virtual Console do Wii U é a prova de que a Nintendo não esqueceu a franquia e, quem sabe, no futuro ainda vejamos Mother 3 ou uma possível continuação? Quem sabe um Remake HD?
NOTA FINAL: 9.0
Earthbound se destaca não apenas por ser uma das experiências de RPG mais originais e refrescantes, mas também por ser divertido, criativo e épico. Misturando elementos clássicos com algo mais moderno, o jogo de alguma forma parece familiar e ao mesmo tempo estranho.Com um visual bacana, trilha sonora e enredo extremamente bem planejados, jogar Earthbound nos dias atuais é como revisitar memórias da infância para quem era dessa época, e também notar como um bom jogo não deve ser visto pelos gráficos. E como mencionado pela própria IGN: Você não pode repetir o passado, mas certamente pode visitá-lo.
Earthbound envelheceu bem, e continua forte como uma das mais inovadoras e únicas experiências que os JRPG podem fornecer. — IGN.
Shovel Knight [Análise]
Anunciado durante a E3 de 2014, Shovel Knight é um game indie lançado em Junho pela Yacht Club para as plataformas de 3DS, Wii U e PC. Desde essa primeira aparição desenvolvi certo interesse pelo título. Decidi então correr atrás e descobrir se realmente valia a pena e, certamente, não me arrependi.
Se você é do tipo que acredita que gráficos fazem um bom jogo, então não leia essa postagem e vá fazer alguma outra coisa. Shovel Knight conta gráficos no estilo clássico 8-bits para os amantes da época do Nintendinho. É um game capaz de unir diversos elementos da época do NES para criar uma experiência nostálgica, e que ao mesmo tempo consegue ser fiel à própria ideia e tema. Conta com uma personalidade incrível, que não carece de ter um nome forte ou estar presente há anos no mercado para cativar, um elemento que a indústria de jogos têm sofrido bastante nos últimos tempos, apostando em sequências de cinco, dez, vinte jogos com a busca pelo lucro do que já se sabe que vai dar certo.
Shovel Knight é o primeiro jogo desenvolvido pela Yacht Club e dirigido por Sean Velasco. A empreitada começou no Kickstarter, um site de financiamento coletivo que visa buscar projetos inovadores. A quota inicial era atingir os $70.000 dólares, e a campanha para Shovel Knight terminou com o estrondoso sucesso de $311.502!
Porém, antes de adquiri-lo, eu não estava a par dessa história e Shovel Knight se revelava apenas como um jogo com um título que eu não conhecia. Durante bastante tempo cogitei a possibilidade de comprá-lo, afinal, será que realmente valia a pena experimentar um game com gráficos tão "simples"? Bem, aqui entra a questão do velho "quem vê cara, não vê coração." Gamers que só apreciam um jogo por conta de gráficos estão fadados a perder experiências incríveis como esta, que nem sempre uma imagem em Full HD pode fornecer, e que por vezes pode ser como uma mulher de aparência linda, mas pobre de mente e coração.
É como conhecer jogadores iniciantes ou mais novos que não desenvolveram afeto por jogos independentes esequer demonstram interesse nestas empresas, concentrados em comprar apenas os títulos mais celebrados. Quando experimentei Shovel Knight, pude jogar um dos melhores jogos que vi até agora para o Wii U, e não precisou ser feito diretamente pela Nintendo. Com uma história muito bem elaborada conforme a proposta estabelecida, gameplay excelente, extras e especiais muitíssimo eficientes, trilha sonora envolvente e personagens carismáticos, Shovel Knight não peca em absolutamente nada que propõe dentro de seus limites.
Na história, controlamos Shovel Knight, o destemido cavaleiro da pá que parte em busca de sua amada e se vê forçado a enfrentar a Order of No Quarter e a temível The Enchantress para resgatá-la. Ao invés de usar uma espada para derrotar os seus inimigos, é cômico imaginar como um guerreiro seria capaz de seguir aventura usando como ferramenta apenas uma pá.
Shovel Knight é desafiador tanto nas batalhas como nas áreas de exploração de cada mapa, pulando em plataformas estreitas, enfrentando chefões cada qual com sua habilidade especial. A dificuldade entra como um dos fatores mais desafiadores e que levou muitos fãs de vídeo games a testarem a paciência e suas capacidades, como nos velhos tempos.
Avaliação da Sinnoh Produções
Gráfico 10
Os desenvolvedores tiveram muito cuidado na hora de elaborar cada nível, desenhado especificamente para o chefão final da fase. Tal fator colaborou para que o game ficasse mais variado, os níveis introduzem mecânicas e inimigos inusitados, evitando que o jogo se torne repetitivo durante a primeira experiência. Levei cerca de sete horas para terminá-lo, fazendo tudo aos poucos, experimentando ao máximo cada elemento e sem muita pressa. O mapa que conecta o mundo permite que você passe pelos níveis na ordem que quiser, reprise-os ou retorne para o vilarejo, onde você pode fazer upgrades nas armas e comprar itens a qualquer momento.
Som 9
Com uma trilha sonora nostálgica no melhor estilo retrô, Jake Kaufman traz uma sensação específica para cada cenário e ambiente por onde o cavaleiro da pá passa. Você também pode desbloquear as canções encontrando pergaminhos musicais e entregando-os ao bardo da vila. Tem jeito melhor de conquistar a Soundtrack inteira com seu próprio esforço?
Jogabilidade 9
A jogabilidade funciona incrivelmente bem, o jogo traz elementos que fizeram clássicos como Castlevania, Ducktales, Mario e até Zelda se tornarem clássicos e cria uma experiência que definitivamente faz justiça ao legado desses jogos.
Diversão 9
A indústria dos jogos hoje tenta se limitar a explicar tudo passo a passo para seus jogadores, diferente de antigamente quando mapas, explicações e controles eram extremamente limitados, obrigando o jogador a descobrir tudo por si só. Este é um fator excelente em Shovel Knight que não carece de explicar as mecânicas para o jogador como se ele tivesse cinco anos de idade, então se prepare para morrer várias vezes antes de dominar uma mecânica nova.
Replay 8
Repleto de desafios especiais conhecidos como "feat", é impossível conseguir todos eles na primeira vez que se zera Shovel Knight. Após terminar o game uma vez, você desbloqueia o modo New Game +Plus com uma dificuldade mais atenuada, enquanto continua tentando desbloquear as missões mais difíceis como aquela de zerar o jogo sem cair de nenhum penhasco... Esse aqui é difícil até para a galera mais hardcore!
Nota Final: 9.0

Shovel Knight é celebrado não apenas por ser um jogo com um estilo clássico e retrô em tempos onde ligam mais para gráficos do que a essência do jogo em si. Ele tem personalidade, tem seu próprio estilo baseando-se em algo que conhecemos, mas com uma visão completamente nova.
É um excelente jogo e que poderia ser facilmente confundido com um dos clássicos do NES. Seu visual e a alta dificuldade serão um grande estímulo para aqueles que procuram um game mais desafiador.
O fato do game ter recebido tanto apoio no Kickstarter é aprova de que a indústria indie segue com força total e que ideias inovadoras merecem apoio, e têm toda a chance de aparecer em uma das grandes empresas, seja na Nintendo, no Xbox ou Playstation. Não é uma tarefa impossível, e sabendo como trabalhar com suas ideias há muita gente decidida a investir nesses projetos para que eles se tornem realidade.
Shovel Knight -- em toda a sua glória old school -- é sem dúvida o melhor jogo lançado até agora em 2014. — IGN.
Pokémon Rumble Blast 3DS [Análise]
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| Foto: Vanessa Navegante Forin[StarChan]
Pokémon Rumble Blast (Nintendo 3DS)
Lançado em 21 de Agosto de 2011(Japão) e em 9 de dezembro de
2011(Brasil), Pokémon Rumble Blast segue o modelo
de Pokémon Rumble, lançado para Nintendo Wii na plataforma
de WiiWare.
Talvez tenham sido poucas as pessoas que jogaram o primeiro jogo
da série, então meio que se estranharam com o anuncio de Rumble Blast,
ainda mais quando o jogo não é produzido pela famosa GameFreak, e
sim pela Ambrella(que eu vou ler Umbrella eternamente), então o
jogo foi meio que ignorado.
Cordas e Pokémon
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Esqueça tudo que você jogou em Pokémon, esqueça o lance de
conseguir insígnias, capturas e treinar Pokémon. Você agora é o Pokémon, e um
brinquedo de corda e seu objetivo único e principal é socar outros brinquedos
Pokémon com um dos seus dois golpes disponíveis e subir no ranking até ser o
mestre dos brinquedos. Isso parece ser uma boa ideia?
Depende do ponto de vista, estamos falando de um jogo que mudou o
esquema de Pokémon, e vai depender da pessoa que aceita novas ideias sobre esse
mundo. A verdade é que todos amam quando se trata de um jogo em que você é o
Pokémon, temos o Mystery Dungeon, que faz um enorme sucesso, e agora
temos Pokémon Rumble, que bem, pode-se dizer que você mistura o
esquema de pegar Pokémon, no caso brinquedos, com o Mystery Dungeon em
batalhas.
Batalhe até a morte!
Lembram-se do esquema de batalhas Pokémon? Cada Pokémon atacava no
seu turno e uso de itens, isso ocorre até mesmo em Pokémon Mystery
Dungeon, mas nesse jogo, o negócio é socar seu inimigo até ele... Morrer,
ou melhor, desmaiar, ou quebrar, já que ele é um brinquedo.
Falando assim, até parece que isso é ruim, mas você até acostuma,
apertar várias vezes o B ou o A do 3DS é divertido, te deixa entusiasmado. Mas
se você é exigente, vai criticar muito, porque seus inimigos não perdoam e te
atacam em bando, e você é um só. Mas não se preocupe, às vezes você dá sorte de
quebrar um e ganhar ele no seu inventário, ou seja, você pode trocar de Pokémon
quando quiser. Nesse jogo você tem HP, e três “cordas” que seria sua vida ou
chances, se acaba, é GAME OVER e você começa na vila do jogo.
As “fases” são divididas por “casinhas/cenários”, cada parte
tem fases com temas variados(cavernas, florestas ou praias) e um Ring,
sim, Ring, lá, é onde o bicho pega, literalmente, eles jogam vários Pokémon já
vistos anteriormente, você tem que destruir todos e logo surgem um ou dois
chefões, se você ganhar passa, se não, tente novamente. A parte legal(ou chata)
é que, quando você vai por um ring, as batalhas podem varias por tipo e estilo.
Exemplo, alguns usam só tipo Inseto, quando ao estilo de batalha, podemos lutar
usando três Pokémon ao mesmo tempo.
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Brincadeira de criança
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| O sonho de toda criança de criar um cenário para seus bonecos foi realizado |
Eu tenho certeza que
você brincava de bonecos de ação e imaginava cenários maravilhosos que seus
bonecos desbravavam. Então, com Pokémon Rumble Blast, esses cenários tomam vida, aliás, se você acessar o Shopscope, verá que o mundo dos seus brinquedos são
maquetes em uma loja de brinquedos, e isso mexe um pouco com a reação entre
realidade e imaginação, porque, se você parar para pensar, estamos falando de
um mundo que você cria, então, todos jogo não passa da sua imaginação. Isso não
é incrível?
Nunca desista
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| Patamar da glória! |
Esse jogo é aquele que quanto mais longe você vai, mais fica
difícil. Aí você já está pensando que a dificuldade é intensa, bem, não é. O
jogo pode salvar e tudo, mas se tratando da dificuldade, ele peca. Por quê?
Olha só, quando você pega um Pokémon, ele vem com um nível de poder, e a cada
fase vai aparecendo Pokémon com níveis maiores, o que faz você descartar os
mais fracos e ir para a batalha com os maiores.
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| Colecione Pokémon |
Devo dizer que esse jogo tem uma jogatina online, mas eu não sei
como funciona, pois nunca experimentei.
Mas, para concluir isso, devo dizer que é um bom jogo, não é um
jogo que você deve se desesperar para comprar, você joga uma vez, se diverti e
só joga de novo quando dá saudade. O som e a música são animadas, mas quando
tem batalha, a música dá essa sensação de que é hora de briga, principalmente
quando você vai no ring do jogo. O 3D é básico, funciona legal, mas faz seu
papel, mesmo não sendo entusiasmante.
Notas

NOTA FINAL: 7,0
Gráfico: 8,0
Estamos tratando de um jogo que se passa em um mundo de
"brinquedos", então o cenário não é tão realista, mas é bonito, faz
você se sentir que está em um clima tropical, ou em uma caverna escura, não há
tanto o movimento de coisas no cenários, mas ele faz seu trabalho.
Som: 7,0
Não espere OSTs ou aquelas músicas que te fazem arrepiar a pele só
porque é um jogo do Pokémon, nesse caso, o som é algo passageiro aqui, há horas
que você nem sente falta dele. Mas, ele sabe se encaixar no clima do cenário ou
da batalha.
Jogabilidade: 8,0
Eu não vi muita dificuldade em controlar o jogo, todos são bem
indicados, respondem perfeitamente, mas ficar apertando só dois botões na
maioria das vezes cansa um pouco, seu dedo chega a viciar no botão e os outros
se tornam inúteis.
Diversão: 7,0
Sabe aqueles jogos de sites de jogos que você joga uma vez, se
diverte na hora, e depois fecha e esquece por um bom tempo? Então, Pokémon
Rumble Blast não está muito diferente desse nível, você joga hoje, passa um
enorme tempo, e você joga para relembrar. É uma diversão momentânea, mas por se
tratar de um jogo do Pokémon, te faz perder várias horas.
Replay: 7,0
Zerar uma vez esse jogo é legal e animador de momento, a partir desse momento, você abandona o jogo e só volta a jogar, mais uma vez, para relembrar. O jogo não te deixa animado para jogar ele milhares de vezes.
Zerar uma vez esse jogo é legal e animador de momento, a partir desse momento, você abandona o jogo e só volta a jogar, mais uma vez, para relembrar. O jogo não te deixa animado para jogar ele milhares de vezes.

NOTA FINAL: 7,0
Pokémon Rumble Blast é sem dúvida um jogo para os fãs de Pokémon, aquele fã
que adora qualquer coisa que saí com o nome da
franquia. O 3D desse jogo chega a ser comum demais, e sem dúvidas, não vale a pena comprar um 3DS por causa desse jogo.
Talvez essa inovação de jogabilidade tenha causado uma má impressão, e também, por ser desenvolvido por uma empresa que não é tradicional de Pokémon,o preconceito surgiu por mim. Mas acredite, esse jogo cobre muito meu tempo quando estou querendo algo novo.
franquia. O 3D desse jogo chega a ser comum demais, e sem dúvidas, não vale a pena comprar um 3DS por causa desse jogo.
Talvez essa inovação de jogabilidade tenha causado uma má impressão, e também, por ser desenvolvido por uma empresa que não é tradicional de Pokémon,o preconceito surgiu por mim. Mas acredite, esse jogo cobre muito meu tempo quando estou querendo algo novo.
Fire Tales, no Tomodachi Life! #1
No dia 6 de Junho, a Nintendo lançou para o ocidente o game Tomodachi Life para 3DS. Em uma matéria feita aqui no blog há poucas semanas, comentei sobre as minhas primeiras impressões quanto à demo do jogo disponibilizada via e-mail, e fiquei nessa imensa ansiedade só imaginando como eu poderia utilizar tudo isso ao meu favor. Aproveitando o apoio da Nintendo em fazer o download digital, pude ter acesso ao game exatamente no mesmo dia e já estou aqui me divertindo muito junto de minhas irmãs com tantas possibilidades! O que acham de dar uma espiada no que andamos fazendo com nossos Miis?
Para começar, a equipe aqui do blog utilizou seus próprios Miis. Eu criei o Canas, e minhas irmãs fizeram uma representação delas com a Litos e a Leeca. Para tudo ficar mais interessante, cada um de nós criou seu respectivo parceiro e possível "amante", sendo eles a Sinnoh, Taiga Kagami e o Link (hey, listen!).
Até aí tudo bem, mas a magia começou quando inventamos de colocar a galera da Fire Tales em nossa ilha. E não é que os personagens começaram a atuar iguaizinhas aos originais? Wiki esbanjando charme, Aerus só xingando todo mundo e a Tih toda séria, como de costume. E o Mikau já começou a dar em cima da Litos, acredita...? Quanto atrevimento! E aí?
Quer dar uma espiada em algumas das nossas melhores fotos do momento?
SINNOH, MINHA DIVA! Ela é perfeita demais kkkk
(E eu, pra variar, só saio feio em foto. É coisa de Darkrai, só pode.)
Estou de reformas aqui em casa, então aproveitei para também já dar uma mudada na aparência do quarto do Canas no jogo e ver o que eu poderia fazer de bacana. Uma biblioteca dessas seria o sonho, não?
Aerus e Titânia. Par super romântico dando uma volta no parque. Adoro a maneira como a Tih sempre parece estar sempre emburrada com alguma coisa que o Aerus aprontou.
Mikau e Aerus, BEST FRIENDS FOREVER! #BFF
A Litos decidiu montar o Link como seu "sweetheart" na ilha, mas agora ela está no dilema de escolher entre o Link e o Mikau. Oh, vida cruel! São tantos pretendentes...
Espero que eu não seja uma das únicas pessoas por aí que adora usar terno. Eu iria para estudar de terno se eu pudesse! (Depois que se começa a trabalhar, aí é outra história...)
Link manja de pescar. (E eu sou tão descolado que vou pescar de terno.)
Wasup, man! De boas aqui fazendo um show de rap com os brother.
O pretendente da Leeca é aquele Taiga Kagami, do Anime Kuroko no Basket.
Acho que tem alguém ali atrás espionando esses dois... (Deve ser alguém muito ciumento.)
Esse Mikau malandro já está dando em cima da minha irmã.
Até aqui, manooo?? Milena e Akagi estão de olho em você, hein.
Leeca e Sinnoh na praia, que maneiro!
Conversando com a Titânia sobre algumas possíveis ideias que virão para a história na Liga Pokémon. Só não sei se ela está com cara de quem vai concordar...
Aerus #forever_alone jogando futebol na praia.
E você? Acha que esse par romântico tem apenas 56% de compatibilidade? #SQN
WIKI sendo WIKI. Apenas.
Wiki, Mikau, Litos e Link praticando yôga ou sei lá o quê.
Estou aqui só de olho nesse Link dando em cima da minha irmã. De novo.
Mikau e Wiki formando um casal, e... WHAT?! HOLY, SH*T!
AEEEE, CARAAAIOOOO! — frase de Aerus Draconeon quando está feliz.
(Isso porque ele nem foi chamado para a festa...)
Canas e Litos se divertindo com o Wii U. Está que nem aqui em casa, tudo em reforma, não tem móveis e nem sofá pra sentar, mas a gente continua jogando kkkk
Tinha que ser o Canas!
SINNOOOOOOOOH!
Estamos completando apenas o segundo dia que temos o novo Tomodachi Life em mãos, mas já pudemos passar por algumas experiências bem divertidas! Eu sinceramente nunca tive muita esperança de que o jogo saísse do Japão, mas depois do sucesso que ele fez na terra do sol nascente não é de se surpreender que a Nintendo tenha investido para trazê-lo para cá, e fez muito bem.
Enquanto essa diversão durar, estaremos aí trazendo mais algumas fotos dessa galera para entretê-los com o improvável, até porque o pessoal da Fire Tales merece um bom descanso de vez em quando. Por enquanto temos apenas o Aerus, Mikau, Wiki e Titânia na vila. Quem mais deveria ser agraciado com esse convite?





























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