Nota: Este artigo é parte integrante do blog Aventuras em Sinnoh. A cópia total ou parcial é considerada plágio. É preciso a nossa autorização para que possa ser compartilhado. Agradecimento ao Serebii,net que serviu como fonte de pesquisa e fornecimento de imagens.
FanArt - Abyssal Heart #1
Nome: João Pedro (Abyssal Heart)
Idade: 13 anos
Estado: Rio de Janeiro
Técnica: PhotoScape, Montagem
Idade: 13 anos
Estado: Rio de Janeiro
Técnica: PhotoScape, Montagem
Acreditem ou não, mas esta capa não será a capa oficial de nossa temporada na Saga Platina! Parece a verdadeira, não é?! Temos aqui uma montagem do nosso companheiro Abyssal Heart, que demonstrou seu apreço pelo Aventuras em Sinnoh com essa capa ficcional sobre a última temporada de nossa história. Quer uma dica, companheiro? Eu diria que essa sua capa está perfeita para a Saga Diamante, na Platina tenho algumas outras atrações além dos lendários. Hoh, hoh, hoh! Acho que acabei dando um baita spoilers sobre o rumo que essa temporada vai tomar! Vamos nos contentar com a Saga Diamante por enquanto, mas em fevereiro já estamos de volta! E cara, muito obrigado pelo fanart, adorei a sua criatividade em fazer uma montagem assim sobre o futuro da fic. Quando nos aproximarmos do primeiro capítulo da Saga Platina eu voltarei a ver essa imagem e direi: Naquela época já acreditavam que eu chegaria até aqui, e é por isso que vou continuar me esforçando. Valeu, cara!
Fire Tales 7

Os Pokémons costumam tornar-se mais ativos durante a noite, enquanto seus donos permanecem adormecidos em um sono profundo eles aproveitam a ocasião para organizar-se e realizar cada uma de suas tarefas diárias. A pequena fogueira dos contos jazia acesa com suas brasas ardentes que aos poucos desapareciam no céu noturno como um toque mágico. Os Fire Tales pareciam preparar algo novo naquela noite, e seguindo as instruções de Gabite toda a equipe trabalhava a todo vapor em alguma espécie de projeto.
O dragão jazia sentado sobre um barril, em seu ombro permanecia Pachirisu que fiscalizava todas as obras em sua volta. Machop carregava grandes toras de madeira a todo momento, de forma que os outros membros presentes naquele momento também fizessem de tudo para ajudar da forma possível. Mothim tinha diversos papéis em suas mãos, eles pareciam ter sido encontrados nas redondezas de alguma cidade e agora traziam rabiscos feitos pelo rapaz.
— Se todo mundo cooperar e nós continuarmos com esse ritmo, poderemos terminar nossa base em cerca de cinco meses. Ao tardar, trezentos e sessenta e quatro dias. — explicou a mariposa Mothim.
Gabite não aprecia satisfeito com aquele comentário. Estava em seus maiores desejos realizar aquele projeto, e com o crescimento da equipe ele logo sentia que seria capaz de realizá-lo. Ele olhou para Pachirisu ao seu lado e deu um sorriso descontraído:
— Rapaz, estou muito afim de construir essa parada, tá ligado? Fala aí, um lugar onde podemos nos reunir e chamar de casa, mas será algo muito mais avançado. — dizia Gabite, parecendo sonhar com algum projeto grande demais para seus pequenos atos.
— O que exatamente você pretende fazer, irmãozão? — perguntou Pachirisu.
— Bola de pêlos, já ouviu falar no termo guilda?
— Hm, acredito que não.
— Eu também não, mas achei o nome muito louco! O esquema é que eu quero construir uma base para a gente, a nossa Fire Tales! Vai ser uma fortaleza móvel em que montaremos um grande ninho e teremos todas as formas artesanais de construções avançadas dos humanos. — dizia o dragão fascinado, ganhando a esperança dos mais jovens ao seu redor.
— Senhor Gabite, quando essa guilda ficaria pronta? — perguntou Shellos.
— De acordo com as informações transmitidas por nosso engenheiro Mothim, trezentos e sessenta e cinco luas, ou aproximadamente quinhentos e vinte e cinco mil e seiscentos minutos. — disse Gabite, apontando para a grande forma circular da lua no céu — Eu não sei quanto isso vale, mas nossa guilda chegará até as estrelas!
Não eram todos os Pokémons que tinham conhecimento de números, mas a ideia de tornarem-se os melhores os fascinava. Roselia e Shellos estavam sentados no chão perto da lareira, assim como Froslass e Shieldon, embora os demais membros não estivessem presentes. A pequena flor aprontou-se e perguntou:
— O que exatamente uma guilda faz?
Roselia parecia pensativa, os mais novos ainda não entendiam aquele termo, apesar de parecer algo realmente emocionante. Shieldon aproximou-se da conversa com um de seus livros, o pequeno fóssil sentou-se e abriu-o com cuidado, folheando algumas páginas.
— De acordo com o lendário livro wikipedia, Guildas são associações de artesões de um mesmo ramo, isto é, criaturas que desenvolviam a mesma atividade profissional. — explicou Shieldon.
Gabite apontou para o companheiro com felicidade a comemorou:
— Exatamente!! É uma parada muito doida que eu vi nuns desenhos que o Mestre estava assistindo. E por isso, decidi montar a minha própria guilda, intitulada como os Fire Tales. Meu engenheiro Mothim, como estão os projetos?
— Eu não sou engenheiro, sou explorador. E nessa velocidade presumo que tenhamos cerca de 0,10% de todo o projeto feito.
— Ahá! É um número bem grande, estamos perto de ter tudo pronto!! Onde está minha Comandante Serpente? Tenho assuntos a tratar com a senhorita Titânia! — dizia Gabite.
— Ela saiu para receber quatro novos membros. Presumo que ela logo esteja à caminho, mas pode ter certeza que ela não ficará nada satisfeita quando ver essa bagunça que você fez na nossa área... — brincou Mothim.
Gabite parecia divertir-se com sua nova brincadeira. Pachirisu, Roselia, Machop e Shellos eram os pequenos que mais apreciavam a ideia, Mothim e Shieldon permaneciam logo na entrada de um vasto campo cercado por pedras. Não demorou para que Titânia retornasse para a base na companhia de Piplup e novos integrantes, e ao deparar-se com a enorme bagunça não foi preciso dizer que ela teve uma enorme vontade de matar o organizador da desgraça.
— Vixii, pelas asas de Giratina, está uma zona esse lugar! Parece que eles montaram uma arena de batalha. Bastou nós sairmos algumas horas e eles causam esse alvoroço? — perguntou Piplup.
— Onde está aquele dragão vesgo do Gabite? — resmungou Titânia.
O pinguim fora surpreendido no momento em que Gabite pulou em uma rocha em sua frente, fazendo-o cair pelo susto que levara. O dragão estufava o peito e se dirigia aos companheiros com autoridade.
— Sejam bem vindos ao Fire Tales. — disse Gabite.
— Caramba, que show!! Uma guilda de verdade! — disse um Horsea que estava entre os novos integrantes.
Titânia parecia surpresa, era notável a expressão de surpresa em todos ali presentes, mas para a serpente aquilo ainda não passava de uma brincadeira.
— Guilda? Vocês estão falando sério? — perguntou Titânia.
— De forma alguma, minha doce grandiosa serpente. Você é o segundo mais alto símbolo de toda a nossa equipe, somos os lendários Pokémons que se uniram para criar a revolução! — dizia Gabite.
Titânia adorava elogios, e só de saber que seria tratada como uma das organizadoras já era o suficiente para ela se acalmar. Gabite havia dado alguns tratos na base da equipe, ele costumava agir como um tolo, mas tinha boas ideias para a criação de algo para o bem estar dos companheiros. Na área central, onde se localizava a fogueira, seria a sala de reunião de toda a equipe. Ainda havia muito a ser feito, mas os esquemas e rabiscos eram o suficiente para ter uma ideia do que estava em sua mente.
— Permita-me apresentar-me, meu nome é Aerus, sou um Gabite à serviço da casa real da família Wallers, mas vocês podem chamar-me apenas de Guildmaster! — vangloriava-se o dragão, tentando chamar a atenção dos novos integrantes.
— Na moral, eu nem sabia que você tinha nome cara. — disse Piplup — Ele não bate muito bem da cabeça, mas é temporário, garanto que daqui há um tempo tudo volta ao normal.
Titânia aproximou-se dos novos integrantes no intuito de apresentá-los. Ela sempre era a mais atenciosa quando se tratava dos novatos, era uma guerreira experiente, e provavelmente uma das melhores professoras de combate para qualquer Pokémon.
Haviam quatro outras criaturas na equipe, um deles era um Horsea, acompanhado de uma pequena Feebas que parecia muito animada com todas aquelas ideias. Os outros dois membros eram uma linda Gardevoir e um pequeno Togepi de aparência emburrada. Não demorou para que o Pokémon ovo desaparecesse em meio aos outros integrantes em busca de um canto escuro, aparentemente ele não era muito disposto a conversas.
— Perdoem o Togepi, ele não gosta de ter muitos Pokémons em volta e prefere ficar sozinho. Meu nome é Gardevoir, e sou perita na área de cura e recuperação, e agora estarei participando da equipe de vocês. — disse a mulher.
— Uoow, uma supporter! Acabamos de encontrar a integrante perfeita para nossas casas de cura, eu tenho até um lugar perfeito para você linda, se liga só! — disse Gabite, mostrando uma área vazia que possuía apenas três pedras jogadas no chão — Não olha para a aparência por enquanto, estamos economizando o meio ambiente, mas lá será nosso posto de recuperação.
Titânia ria da diversão dos outros. Era uma simples brincadeira, embora ela apreciasse o estilo e a forma como era conduzida. Lembrava dos tempos antigos em que batalhava e treinava para as batalhas, tinha sua equipe de guerra, mas eram tempos há muito esquecidos por sua memória. A serpente continuava perdida em seus pensamentos, mas logo foi interrompida pela pequena peixinha.
— Oi! Meu nome é Feebas! Eu não sou nativa de Sinnoh, eu vim de Hoenn com alguns companheiros de moradia, mas fico feliz que eu tenha encontrado um grupo divertido como o de vocês. É um prazer conhecê-los! — disse Feebas.
Ela era muito simpática, porém, não se podia deixar de notar que era muito esquisita. Alguns integrantes lutavam para não rir de sua aparência, Roselia e Shellos cochichavam de sua aparência, e como de costume, Gabite não conseguira conter-se.
— Gah, hah, hah!! Manola, você muito esquisita!!
Feebas cessou seu sorriso e abaixou o rosto. Ela demonstrava tristeza, embora já aparecesse acostumada a receber tal comentário. Gabite demorava a perceber quando tinha feito algo de errado, mas o olhar intimidador de Titânia era o suficiente para causar medo em qualquer um. Shieldon e Froslass estavam até sem graças pelo comentário, e até Pachirisu dera um cutucão no amigo.
— Gabite, não seja mal educado... — disse Pachirisu.
— Peça desculpas. Agora. — retrucou Titânia.
Feebas levantou seu rosto e sorriu, ela sabia que era feia, mas não deixava aquilo abalá-la, pois era feliz com quem era. Por outro lado, seu companheiro não parecia nem um pouco feliz com o comentário do dragão, encarando-o no mesmo instante.
— Ei cara, qual é a sua? Você pensa que é quem para chegar aí e falar mal dos outros sem olhar para si mesmo?
Gabite cessou o riso. Ele levava tudo na tranquilidade, mas odiava quando não entendiam que não passava de uma brincadeira. Ele encarou o Horsea em sua frente com um olhar de raiva, aquela era a primeira vez que qualquer um de seus companheiros o via irritado.
— E quem seria você, novato? — disse Gabite, fazendo questão de enfatizar sua última palavra.
— Meu nome é Mikau, sou um Horsea, e eu sou amigo da Feebas. — respondeu ele.
Gabite era muito maior do que o indefeso Horsea. O pequeno não era bom de briga, e estava claro que nunca tivera muito treino, mas não podia conter-se quando faltavam com respeito para com seus amigos. Talvez Gabite agisse de forma rude, mas ele não permitia que qualquer iniciante tentasse bancar o dominante para cima de si.
— Eu não sei se você percebeu, mas eu sou o líder dessa parada. Se quer bancar o espertinho é melhor fazer isso com outro. — intimou Gabite.
Horsea parecia irritado, mas ele não tinha tanta experiência quanto o dragão. Titânia aproximou-se de Gabite e segurou com a cauda contra uma parede, encarando-o de forma séria.
— Eu aceito numa boa essa sua brincadeira de guilda, mas a partir do momento que você faltar com respeito com alguém eu juro que acabo com ela, e você, na mesma hora. — disse a serpente.
— Qual é, Tih! O novato veio pra cima de mim tentando bancar o herói, acha que eu vou sentar e ficar quieto? — respondeu Gabite.
Titânia soltou o dragão e caminhou em direção dos novos membros para desculpar-se. Horsea era educado, pedindo desculpas para Gabite por perceber e ter respeito a quem estava no comando há mais tempo. Feebas e Horsea agora caminhavam juntos conhecendo os outros membros, todos se divertiam com a base, e agora Gabite encarava tudo com seriedade.
— Você não quer ser o líder? Então deve agir como líder. — disse Titânia.
— Essa vida de mestre é tensa. Quer virar a líder? — riu Gabite.
— Você que fundou a corporação, vai desistir antes de ela completar meia hora de existência? — dizia Titânia com um sorriso descontraído em seu rosto — Você deverá tomar as rédeas e guiar a equipe, e para começar, vá supervisionar cada uma das áreas que criou e verifique o bem estar de todos.
— Ahhhhhh, tô com preguiça.
Gabite era o único que conseguia fazer Titânia rir. A mulher parecia sempre estar séria e focada nos treinos, mas ela era uma verdadeira amiga do dragão que também apreciava a velha amizade com a serpente. Pachirisu correu para o ombro de seu amigo e apoiou-se sobre ele. Os três se sentaram próximos de uma colina enquanto observavam a lua. Ela estava pálida como de costume, e agora trazia um certo brilho especial que parecia guiar cada um dos integrantes.
— Viver com todo mundo vai ser como um sonho. — dizia Pachirisu.
— Apesar de ser apenas uma brincadeira, devo admitir que adorei a ideia. Acho que isso incentiva os outros membros a treinarem e poderem tornar-se mais fortes para o bem da própria equipe. Isso é bom para nossos verdadeiros Mestres. — sorriu Titânia.
— Bom, chefia. Estou indo dar uma volta pela base. Quero continuar dando uma olhada nos acampamentos, ver se encontro um canto só meu, sabe? Estou pensando em tornar essa área elevada no Salão Principal, e essa pedra será a Pedra do Mestre!
— Mas é só uma pedra normal. — comentou o esquilo pensativo.
— Pachirisu, quantos anos você acha que demorou para esse objeto surgir diante de nossos pés? Devemos entender que tudo tem uma história, e por milhares de anos essa pedra pode ter caminhado para finalmente surgir em nosso caminho. — explicou Titânia.
O esquilo agora observava aquilo com outros olhos, a pedra passaria a fazer parte de sua vida, e apesar de parecer algo normal, era nítido que possuía um valor diferente dos demais membros. Muitos treinadores tratam seus Pokémons como simples armas de combate, mas é necessário saber que eles possuem suas próprias vidas e costumes.
Gabite deixou a pedra sob cuidado de Pachirisu, e logo distanciou-se dos dois começando a caminhar pela pequena base. Cada um havia encontrado sua área, Shieldon adorava objetos perdidos, e por isso aproveitava para montar uma área onde pudesse colocar seus equipamentos.
Mothim mantinha tudo em controle tendo a ajuda de Machop para construir algumas construções móveis, os dois eram os únicos que continuavam a trabalhar.
— Chefe, chega mais! Veja só aquela ideia que tivemos. Com as Iron Balls do Shieldon somos capazes de criar uma moradia que possamos levar para onde quisermos. — disse Mothim.
— Muito louco cara, vai ser uma boa para que a gente possa levar nossas coisas e montar um acampamento móvel. — concluiu o dragão.
— Bem que vocês poderiam dar uma ajudada nessa parte braçal! Poxa, só eu que estou trabalhando aqui! — disse Machop.
— Ninguém mandou você ser o único que tem polegares opositores. — brincou Mothim.
Gabite continuou seguindo, Gardevoir estava na companhia da equipe de Dawn que agora fazia uma visita à equipe. Glaceon estava acompanhada de Leafeon e Lairon como de costume, e eles também pareciam apreciar a ideia de montar a equipe dos Fire Tales.
— Tudo muito simples, mas devo admitir, possui seus charmes. — dizia a esnobe Glaceon.
— Yow, Gabite! Essa ideia da guilda foi sua? Uma grande sacada, tenho certeza que é essa criatividade que faz marca à equipe de vocês. Tenho um pouco de habilidade com construções e madeira, se precisarem de ajuda é só dar um toque para nós que estaremos tentando ajudá-los em nosso tempo livre. — disse Leafeon.
Gardevoir era muito receptiva. Ela com certeza faria um bom papel em sua sala de recuperação, própria para qualquer membro que precisasse de ajuda, estando eles envenenados, queimados ou sofrendo de alguma paralisia por conta das batalhas. Gabite parecia alegre com toda a diversão do Pokémons, ter a ajuda da equipe de Glaceon seria excelente, e agora o progresso da guilda parecia aumentar. O dragão continuou a caminhar até ouvir uma ligeira voz vindo das sombras de um beco.
— Psiu... Maluco, chega mais ae. — disse a sombra.
Gabite não era nada curioso, e sem hesitar rapidamente andou em direção do beco. Se fosse algum Pokémon mal intencionado ele estaria com problemas, nada que ele não pudesse resolver, mas por sorte era apenas o novo integrante, Togepi.
— Eae.
— Eae.
— Firmeza?
— Firmeza.
— De boa?
— De boas...
— De boas...
— Sussa.
Os dois estranhos continuaram se cumprimentando parecendo compreender-se perfeitamente enquanto balançavam suas cabeças positivamente.
— Eae cara, você é um dos novatos, não é? — perguntou Gabite.
— Pode crer, mas não curto essa rapaziada que sai por aí falando dos outros e fazendo apresentações para uma cambada. Têmo que sê atento pra os inimigo, maluco, às vezes ele tá do teu lado, tá ligado?
— Pode pá. — disse Gabite, parecendo finalmente ter encontrado alguém que compreendesse seu modo convencional de se comunicar.
Gabite estranhava aquele Pokémon, ele era muito mal encarado, embora não apresentasse nenhuma ameaça com seu tamanho. Os dois permaneceram em silêncio por um tempo, mas Togepi logo retirou um saco de sua bolsa e apresentou vários itens medicinais.
— Tô vendendo umas ervas brother, tenho Revival Herb, Heal Powder, Energy Root... Tem um gosto ruim pra caramba, mas se tu usar garanto que vai ficar acordado até amanhã. — disse Togepi.
— Você é engraçado, cara. Mas me manda um Energy Root, acho que ter você na equipe vai ser maneiro para contrabandear umas paradas.
— Demorô, tô sempre aqui nas trevas.
Gabite soltou uma longa risada. Aquele Togepi dizia ser capaz de conseguir qualquer objeto necessário, embora fosse de má qualidade. Não se sabia onde ele andava durante a manhã, nem de onde tirava os itens, mas ele sempre dava um jeito de encontrar o que queria, sendo conhecido como o Mercado Negro.
O dragão logo lançou as raízes goela a baixo, odiava vegetais, e fato aquele alimento era terrível. Porém, não demorou para que após alguns minutos ele saísse saltitante pela base. A Energy Root parecia fazer efeito de um energético, e ele logo sentia como se tivesse acabado de acordar. Gabite pulou em cima de Titânia e começou a gritar:
— Caraca manolita, eu já disse que amo você??
Titânia derrubou o dragão e socou-o para dentro de uma pedra. Observando-o com um olhar assustado.
— Por Arceus Gabite, que bicho mordeu você?! Você está enfeitiçado pela magia negra de Darkrai? Nunca o vi agir de tal maneira.— perguntou a serpente.
— Vixi, nunca viram ninguém feliz não?! Esse povo é foda, se estamos de mal humor eles brigam, e se estamos felizes eles acham mais estranho ainda. — perguntou Gabite.
— Sai daqui.
Gabite continuava a caminhar pela base enquanto procurava algo de interessante para fazer. Todos pareciam muito ocupados, por outro lado, os novos integrantes aquáticos pareciam dispostos a conversar. Horsea logo se deu conta de quem se aproximava, entrando em frente de Feebas e apressando o passo como se quisesse evitar um contato maior, mas Gabite pulou em frente aos dois com um grande sorriso.
— Opa! Se não é o novato encrenqueiro!! — disse Gabite.
Horsea lançou um olhar de lado para o dragão como se não estivesse muito disposto a conversar, por outro lado, Feebas era muito gentil e educada, e não deixaria de responder.
— Olá, Senhor Gabite. O que o trás aqui?
— Felicidade! O fato de estar vivo e poder compartilhar isso com as pessoas!
— Você pegou uma das ervas energéticas do Togepi? Heh, heh... — perguntou Feebas, dando uma singela risada para o dragão — Você é engraçado.
— Você também é esquisita. Quero dizer, você também é gente boa, sabe?
Horsea mantinha um olhar fuzilante, mas sempre que se dava conta Gabite acenava para o Pokémon.
— Olha, acho que começamos com o pé direito agora a pouco. Quero dizer, pé esquerdo., sei lá. Tô feliz. Heh... Esquece. Na verdade é pata, mas se levar para o lado desse cavalo marinho acho que seria rabo. Pra falar a verdade, você é um mamífero ou peixe?
— Peixe-ósseo. — disse Horsea de modo indiferente.
— Foi mal aquela treta nossa agora a pouco, mas sejam bem vindos ao grupo! — disse Gabite.
— Obrigada, Senhor. — respondeu Feebas com um aceno.
A garota podia não ser atraente, mas era muito educada e modesta. Horsea continuou a caminhar na companhia de sua amiga, enquanto Feebas lançava olhares para trás vendo Gabite saltitar pelo restante do acampamento.
— Ele pode parecer um bruto, mas sei que tem sentimentos. Tenho certeza que é um grande líder e amigo para essa guilda. — sorriu Feebas.
— Qual é, viu como ele falou com você? Não gosto desse cara, de verdade. — dizia Horsea.
— Ah, Mikau. Não seja bobo, não me importo se me acharem estranha! Espero que vocês dois ainda sejam grandes amigos.
— Amigo daquele cara? Vai ser difícil...
Gabite finalmente aproximou-se da fogueira central e soltou um grunhido para chamar a atenção de todos os outros. A fogueira dos contos agora seria utilizada como uma sala de reunião, de forma que todos os atuais membros dos Fire Tales estivessem presentes. Gabite subiu em uma grande pedra e assim chamou a atenção de todos:
— Ae pessoal, quero dar umas palavrinhas importantes!
Todos os membros olharam para o dragão. Gabite fechou os olhos e encostou sua cabeça em seu ombro, parecendo meditar para dizer algo realmente profundo, porém, não houve resposta por um longo tempo.
— É minha impressão ou ele está dormindo? — perguntou Piplup.
— Efeito das ervas brother, efeito das ervas. — respondeu Togepi.
Titânia deu um rápido empurrão no dragão que logo tomou consciência e continuou seu discurso. O dragão tropeçou de cima da pedra, mas logo retomou seu discurso agora parecendo mais concentrado.
— Bom, estou aqui para anunciar a entrada dos novos Pokémons na guilda. Novos membros, equipe. — disse Gabite, apontando para os novos integrantes e em seguida para seus amigos antigos — Equipe, novos membros. Prontinho, estão apresentados.
Titânia subiu na rocha e tomou o lado de Gabite que permanecia de braços cruzados enquanto encarava a serpente. Pachirisu deu um rápido pulo posicionando-se no ombro de Gabite com um singelo sorriso. Ver os três maiores guerreiros da equipe era animador, aquela era a hora de anunciar a inauguração oficial da equipe.
— Acho que não há necessidade de apresentar pessoas que já podemos chamar de irmãos. — disse Titânia, sentando-se sobre a pedra e apoiando sua cabeça em uma de suas mãos.
— Tenho umas paradas pra dizer ao pessoal novato e para os companheiros que ainda não tive oportunidade de compartilhar.
O grupo parecia levar Gabite a sério. O dragão costumava ser muito brincalhão, mas por algum motivo aquelas palavras chamavam atenção de todos. Todos sabiam que ainda era somente o primeiro dia de criação da equipe, mas com toda certeza ainda haveria muito pela frente.
— O poder para superar os obstáculos surge da força de vontade de cada um. Quando o efeito da vida surge nos Pokémons e humanos, eles podem contemplar de um sentimento que não vemos, mas sentimos com nossos corações. Vocês precisam de força para proteger seus amigos, precisam de força para realizar as tarefas dos treinadores nas horas certas. Se vocês quiserem seguir para frente sozinhos, temo em dizer que não chegarão em nada.
Gabite fez uma pausa e finalmente olhou para o céu.
— Nunca esqueçam do valor da amizade. É isso que nos move a cada dia.
O grupo dos Fire Tales soltaram um alto grito de confirmação. Gabite podia não ser o líder mais adequado, da mesma forma que também não tinha a apreciação de todos os companheiros, mas seu discurso fora o suficiente para que todos se sentissem inspirados a continuar seguindo em frente. Os Pokémons só foram interrompidos no momento que seus treinadores se levantaram assustados de suas camas na floresta, mas ao se virarem não havia mais nada no local. Os três logo voltaram a dormir, de modo que os Fire Tales fossem aos poucos se revelando.
— Fale mais baixo da próxima vez. Idiota. — disse Piplup.
— Foi mal, é que eu tava inspirado. — riu Gabite.
— E que venham os Fire Tales! — concluiu Titânia, para finalmente encerrar aquela noite.Meus direitos!
Muitas pessoas sequer têm conta disso, mas qualquer imagem ou artigo copiado da internet possuem seus direitos autorais. Há poucos dias tivemos os diversos ocorridos da lei S.O.P.A., uma tentativa de proibir a pirataria na internet, mas como proibir algo que já tornou-se tão normal? O próprio template utilizado no fundo dos Blogs possui seus direitos, mas o que nos passa despercebidos é que muitas vezes utilizamos algo que não é de nossa administração pelo simples fato de esperar que o verdadeiro usuário nunca chegue a nos encontrar.
Quero citar uma experiência que aconteceu comigo na última noite. Não foi algo que me deixasse constrangido, mas serviu como uma verdadeira questão de experiência no vasto mundo da internet, e eu estou feliz que isso tenha feito de minha visão mais ampla para a concepção do que ocorre naturalmente no nosso dia a dia. Eu precisava de um personagem mal encarado para fazer o papel do Lúcio na história, então procurei por várias horas no Google até encontrar uma imagem que coubesse perfeitamente no papel designado. Encontrado. Copiei a imagem e simplesmente comecei a utilizá-lo, provavelmente o treinador pertencia à algum usuário dos Estados Unidos, então eu pensava: Eles nunca vão descobrir, as chances são de um em um milhão para que o desenhista descubra que um brasileiro do fim do mundo usou seu personagem. O ditado popular "A mentira tem perna curta" é o suficiente para desencadear o final da história. Recebi o e-mail do autor, em inglês, pedindo gentilmente para que eu desse os devidos créditos pelo desenho do Lúcio.
De fato, fiquei desesperado. Conversar com estrangeiros sempre é uma tarefa difícil, mas por sorte tenho experiência em um inglês fluente por conta de vídeo games e jogos online como Ragnarok. (Cerca de 50% de tudo que sei em inglês vem de jogos, 30% de cursos, e os outros 20% do que ensinam na escola, eram mais questões gramaticais.) Comecei a conversar com o sujeito, vez ou outra eu consultava o Google Tradutor para tirar uma dúvida repentina de uma determinada palavra. Retirei a imagem do Lúcio no mesmo instante, e pedi desculpas por todo o ocorrido dessa questão dos direitos autorais.
Mas neste caso, acredito que eu tenha sido estranhamente afortunado. Tive sorte de que o dono verdadeiro do personagem era muito simpático, ele disse que eu poderia usar a imagem do Lúcio o quanto eu quisesse, contanto que desse os devidos créditos aos dois autores quando a imagem fosse disponibilizada. Acredito que essa experiência tenha sido muito mais do que só uma questão de direitos autorais na internet, praticamente tudo que usamos deve ter o consentimento do usuário, e não basta simplesmente colocar a fonte embaixo como todo mundo faz. Segundo as leis dirigidas aos blogs, é necessário que o autor verdadeiro saiba, nem que seja por um e-mail, por onde suas obras estão caminhando.
O male de colocar fanfictions em outros lugares é que os autores verdadeiros perdem comentários, mas no caso desta imagem tive sorte, pois deste modo o desenho do Lúcio seria popularizado. E por isso eu gostaria de deixar bem claro que tudo na internet têm seus direitos, qualquer imagem, artigo, o que quer que seja. E sinceramente, se você pensa que está enganando alguém, vai acabar recebendo uma rasteira. Não digo isso porque fiz na maldade de pegar uma imagem afirmando que ela fosse de minha autoria, eu nunca fiz isso, eu apenas utilizei uma imagem de um treinador para uma história, é algo que os ficwriters costumam fazer na inocência, sem ter noção do grau que a situação pode tomar.
Passei a conversar com o autor do Lúcio (o personagem na verdade chama-se Kai), digo que essa experiência foi muito mais do que somente falar inglês, quando passamos para uma língua tão importante sabemos que os projetos realmente estão tomando medidas maiores. Este rapaz sugeriu a ideia de uma tradução da fanfiction, e digo que este seria um de meus novos projetos para 2012.
Hm... Uma tradução vai ser complicada, mas acredito que o blog tomaria medidas imensuráveis. De repente consigo trabalhar em uma tradução de capítulo a cada mês, porque seria extremamente complicado traduzir algo que não domino com maestria, e ainda trazer capítulos semanais toda a sexta feira! Hah, hah, hah... Não sou fluente em inglês, tenho dúvidas gramaticais e utilização de uma ou outra palavra na língua estrangeira, como sotaques ou gírias que só são encontrados em locais determinados, mas para mim será um projeto interessante. Agradeço a atenção de todos vocês que se interessaram nesta pequena ocasião. Pode ser comigo, pode ser com você, e por isso, esteja preparado.
By: Mysterious-Flame (Design) & Meibatsu (Art)
Artbook - The Genderbend Experiment
Autor(a): Canas Ominous
Técnica: Pintura Digital
Resolução: 1610 x 1177
Tamanho: 2,38 mb
Descrição: Pokémon Gijinka.
Marco, Vista e Mozilla trabalham em um experimento que não termina como o esperado. Ilustração do episódio FT 38, a troca de gêneros.
FanArt - Mary VI

Nome: Mary
Idade: 16 anos
Estado: São Paulo
Técnica: Lápis HB e 6B
Yow! Já é o sexto fanart da Mary, e a cada momento parece que ela se supera. Bom, já tivemos nossas treinadoras May e Dawn, um Empoleon, um Darkrai, e agora um Staraptor para completar a equipe. Eu soube que a Mary gosta desses Pokémons, muitos deles são essenciais para a jornada de iniciantes, mas eu preferi começar a minha com um Chatot na equipe. Troquei com minha irmã que já tinha começado, então tive uma equipe bem convencional para início de jornada.
Eu percebi que você conseguiu dar uma iluminada no desenho e fazer algo bem mais elaborado do que os outros, esse ficou com um ar melhor, e eu devo dizer que na minha opinião foi um dos melhores! (Só perde para aquele com os personagens da história, aquele foi show!!) Pode deixar que assim que possível estarei lendo a terceira Edição da Revista Light Mary, eu já baixei, mas agora só falta tirar um tempinho. Obrigado por mais um fanart, Mary! Quando sairá um novo? Hah, hah, hah! Abraços!
Spiritomb (Como capturar?)
O Spiritomb é uma criatura única no mundo Pokémon. Compartilhando os mesmos tipos do famoso Sableye de Hoenn, esse Pokémon não possui sequer uma fraqueza para ser levada em conta, e isto lhe dá uma vantagem impressionante em qualquer batalha. Seguindo estes passos você é capaz de descobrir o método inicial de obtê-lo, mas uma vez que você o conseguir será fácil reproduzi-lo e logo começar a procriar seus Spiritombs e distribuir para os companheiros.
Odd Keystone
Siga até a Rota 209 e traga uma Odd Keystone consigo. Você pode encontrá-las facilmente por Sinnoh, mais especificamente duas de forma normal e diversas outras cavando no subterrâneo da região. A primeira pode ser encontrada em Twinleaf Town com o uso da Dowsing Machine na área com água, enquanto a segunda pode ser adquirida com um Black Belt, um treinador de Pokémons lutadores que se localiza na rota antes de Hearthome, à esquerda. Pegue o seu item e o leve até a Hallowed Tower na rota 209 e coloque-a dentro da fonte. A partir deste ponto você estará iniciando evento do Spirittomb.
Seu próximo passo é no subterrâneo da região. Não é uma tarefa difícil, mas você terá alguns probleminhas para completá-la caso não esteja preparado. É preciso conversar com 32 jogadores via wireless, e os Hikers da região não contam! Se você é um frequente usuário da internet, então não terá problemas, mas caso não tenha nem sequer um amigo com Pokémon D/P/Pt em mãos e um Nintendo DS, então você está encrencado. Mas olha só uma dica, você não precisa ter 32 amigos diferentes, se tiver apenas um já será possível conseguir entrando e saindo do subterrâneo. Basta ter paciência para sair e entrar 32 vezes até que o número seja alcançado, e de quebra, os dois poderão capturar o Spiritomb!Baseando-se na quantidade de treinadores que você encontrar no subterrâneo as frases na Hallowed Tower começarão a alterar-se. Você sabe que o evento está em andamento quando puder ver as seguintes falas:
"It's the Hallowed Tower. It appears to have been built many years ago."
"...Is that crying coming from inside the tower?"
"Is the tower shaking ever so slightly?"
Capturando o Spiritomb
Após ter conversado com as 32 pessoas você deve seguir de volta para a Hallowed Tower na rota 209, e então você encontrará um Spiritomb selvagem de nível 25. Você pode realizar este evento quantas vezes quiser, contanto que tenha uma Odd Keystone e esteja diposto a conversar com mais 32 pessoas no subterrâneo, logo, seria muito melhor apenas cruzá-lo até conquistar o Spiritomb perfeito. Os Spiritombs são muito poderosos, sua combinação única e os elevados níveis de defesa o tornam um grande Pokémon defensivo, mas o que sempre me encantou nessa criatura foi o método convencional de capturá-lo e essa aparência sinistra! Até mesmo a campeã Cynthia tem um, e você não poderia deixá-lo de fora para completar sua pokédex, não é mesmo?

FanArt - Samurai

Nome: Mauricio "Samurai" Amaral
Idade: 15 anos
Estado: São Paulo
Técnica: Lápis e Borracha
Opa, vejam só! Temos em mãos um fanart feito pelo Maurício, mais conhecido como Samurai. Não consigo esconder que adoro quando os desenhos são feitos baseados nos personagens da minha história, quando eu recebo algo assim é tipo... Nhá, não dá para explicar, fico muito feliz! Aqui vemos uma linda apresentação do Lukas com seu Pachirisu e sua Roselia, o autor disse que essa aparição ainda não ocorreu, mas pode ter certeza que eles ainda terão a oportunidade de realizar juntos uma linda apresentação em um torneio! Olhem só, o Luke e a Dawn também estão na plateia, e de quebra o Piplup e o Gabite também estão torcendo por seus companheiros.
Rapaz, adorei a ideia, a expressão no rosto de cada um e a aparência dos personagens, pois a roupa deles ficou certinha! Na primeira vez que o Samurai me mandou o desenho ele esqueceu de mandar anexado, mas pelo menos agora estou com ele aqui, fiquei morrendo de curiosidade para saber como era! *risos* É cara, sorte que você me mandou agora, devo dizer que adorei! Cara, da mesma forma que o Maurício disse que se inspira com minha história, eu também tiro minha inspiração do carinho de cada leitor. Obrigado, pessoal!
The Ribbon Society
Localizada ao norte da Resort Area reside a Ribbon Society. Esta sociedade é bem exclusiva e você será muito pressionado para entrar aqui pela primeira vez. Existem alguns requisitos para que você se torne um membro e passe a usufruir de suas mordomias. Você precisará ter um Pokémon com pelo menos 10 Ribbons, e somente então você poderá entrar no local.
Por ser uma área restrita e com poucos membros você não vai encontrar muitas pessoas para conversar. na recepção há uma senhora que poderá vender-lhe os mais famosos Ribbons da região, glamourosos, e que você não encontrará em nenhum outro lugar. A fita será colocada no primeiro Pokémon da equipe, e só pode ser comprada na ordem que seus Pokémons possuam as três. É bom preparar a carteira, pois tenha certeza, depois dessa você ficará zerado! Mas você deve admitir que são as mais belas fitas, e qualquer Pokémon sentiria-se orgulhoso em ter uma dessas.
No segundo andar do local você tem acesso à uma sala em que quatro garotas farão massagem em um de seus Pokémons na equipe. A massagem daqui aumentará a felicidade de seu Pokémon muito mais do que em qualquer outro lugar de Sinnoh, embora somente seja usada uma vez por dia.Trophy Garden

Localizado na Rota 212 existe uma mansão com poucos moradores. Em seu interior existe um campo com algumas Roselias, Staravias, Pichus, Pikachus e Kricketunes; porém, se você conversar com o dono na casa no quarto à direita, você será capaz de ativar alguns Pokémons extras.

Se você conversar com ele todos os dias ele pedirá para que seu mordomo saia do local e então traga uma criatura que não seria comumente encontrada no pátio da mansão. Algumas vezes serão Pokémons raros de Sinnoh, enquanto outro somente poderão vir a serem acionados com a National Pokédex. Seus níveis está por volta do Lv. 16 e Lv.19, então traga algo por volta disso. Você pode encontrar dois Pokémons dos listados abaixo por dia, embora eles sejam os mais raros. Os Pokémons encontrados representam os alocados no dia e no dia anterior.
O Ditto é exclusivo da versão Platinum, enquanto o Porygon aparece em Diamond e Pearl.





O Destino dos Fire Tales
Boa noite, meus caros! Hoje trarei algumas informações e ideias à respeito de nossos adoráveis Fire Tales. Esses Pokémons carismáticos ganharam cada vez mais espaço em nossa história, e de fato, acho que é um dos atrativos mais criativos e promissores do blog. Continuo trabalhando a mil por hora nos personagens, e já tenho aproximadamente cinco novos prontos. Estou com algumas propostas para o futuro desse nosso especial, e eu gostaria sinceramente que deixassem a opinião de vocês para o que acharem mais interessante ou melhor para o futuro do site.
- Tudo bem, conte-me a ideia.
Todos sabemos que o gênero principal de Fire Tales é comédia. Odeio comédia. Acreditem, odeio aquela coisa forçada que parece que nos obriga a dar risada. Tudo bem, também não é para tanto, morro de rir com Two and a Half Man, mas eu tenho que estar descontraído para achar graça em alguma coisa. Apenas digo que comédia não é lá meu gênero preferido, e nem meu forte. Eu acho muito complicado fazer algo que não domino. Tenho inspirações momentâneas, e pior é que eu sei que é isso que atrai os leitores nos Fire Tales.
- Wahh?! Quer dizer que você vai tirar a comédia?
Vocês ficariam irritados se a comédia e os contos diminuíssem, e esse especial passasse a ter um enredo mais próprio? Os contos diminuirão, mas os episódios desse especial serão muito mais frequentes, pois sempre que entrar alguém novo pretendo postar um, e acreditem, temos uns 10 personagens para essa temporada! Teremos muitos caras novas, muitos mesmo, e eu posso montar quase que uma fanfiction a parte com isso. Se eu diminuir a comédia, terei mais chance de de me dedicar a algo melhor bolado. Ainda não me xinguem, continuem lendo e só então tirem as conclusões... O que acham de uma guilda?
- Uma guilda?
Tenho uma pequena proposta, provavelmente todo mundo percebeu que eu tirei o nome Fire Tales de Fairy Tail. É proposital, é como uma homenagem. Quem gosta do Anime vai entender, e eu tenho uma ideia fascinante para o especial. Eu quero trabalhar com uma espécie de guilda entre os Pokémons, não para saírem em missões e usar magia, mas para organizar os 30 personagens que estão para vir, e fazer algo próprio para mim. Quem adora essas coisas medievais, grupos, guerreiros, soldados com honra? Eu adoraria uma guilda na história, não precisa nem ter esse nome, eu chamaria apenas de "Secret Base".
- O que ganhamos com isso?
É muito enredo para pouca história, vai chegar uma hora que vocês começarão a perguntar: Onde está aquele Pokémon que desapareceu? Você sempre faz os mesmos Pokémons! Se eu trabalhar com os Fire Tales como uma guilda, será como uma grande aventura muito mais vasta! Terei mais histórias para contar, mais conflitos entre personagens, personalidades ainda melhores, amores secretos, acontecimentos de amizades fantásticas, e ainda por cima, vou tentar continuar com o gênero engraçado. A única diferença é que vou diminuir a quantidade de comédia, e nem sempre estarei trazendo um conto no capítulo como de costume.
- Resultado!
Eu preciso da opinião de vocês para eu começar a trabalhar nisso. Se a ideia da guilda ganhar podem ter certeza que reformularei a página dos Fire Tales completamente. Quero fazer uma parte para A História, Membros e Ranks, será como uma fanfiction melhorada dentro da história central! Confesso que adoro os Pokémons dos protagonistas, e agora que o grupo está crescendo tenho que encontrar uma forma de dar atenção à todos. Serão várias atividades de entretenimento, e eu gostaria de trabalhar nisso, mas ainda gostaria de ouvir a opinião de vocês. Bom, estou indo nessa então! Ainda estou em fase de mudança de casa, está uma correria danada, tanto é que esqueci de programar o Guia pela manhã! Enfim, nos vemos nos comentários!








































