Archive for January 2014

Random Access Memories

Há muito tempo, um especial que envolvesse o Volkner e a Elesa era um dos planos mais antigos que eu e o Sui tínhamos para interligar Sinnoh e Unova,  essa ideia esteve perambulando nossa mente desde os primeiros dias da Aliança Aventuras, mas infelizmente ela nunca aconteceu. Provavelmente porque trabalhar em parcerias assim e com personagens da franquia seja difícil, já que às vezes os pontos de vista não batem, e tratando de dois personagens tão amados nós sabíamos que tinha que sair algo realmente bom.

Depois que o Sui saiu, o especial caiu no poço do esquecimento... Foi então que surgiu uma leitora, apaixonada por nosso líder elétrico e que esperava uma história que ele não tivesse sempre de fazer par com a Jasmine, afinal, é impossível agradar gregos e troianos, não é mesmo? Aí entramos na parte cômica dessa história: E o que fazer com a promessa que eu tinha feito para a Marina? *risos* Eu posso demorar bastante para cumprir minhas promessas, mas não importa o tempo que demore, eu farei.

Tive que encontrar a resposta para a seguinte questão: Como fazer o Volkner terminar com duas personagens completamente diferentes ao mesmo tempo? Não foi nada fácil, mas acho que eu consegui.

Agradeçam à Luana Crispim, que fez esse especial acontecer, e que, por sinal, está sendo postado justamente hoje por um motivo: 31 de Janeiro é um aniversário dela. Feliz aniversário, querida! Esperamos que curta o presente, e que eu tenha conseguido acertar no roteiro certo para agradá-la. Com estes dois shippings inusitados, Volkner x Jasmine e Volkner x Elesa, eu espero que vocês não misturem as histórias e imaginem ele como um cara que ficaria com várias ao mesmo tempo. Escolham a opção que mais curtirem, e pelo menos dessa maneira todos nós saímos ganhando, não é? Algumas vezes nessa vida não podemos simplesmente escolher um lado preferido, então fazemos o possível para que todo mundo saia feliz! Boa leitura, galera.  Canas Ominous.


Random Access Memories
A Gym Leader's Life

Falar sobre amor é complicado. Alguns não sabem dizer onde erraram, e nem se a oportunidade apareceu em suas vidas. Preferem lamentar o que não tiveram ou esperarem a chegada da pessoa perfeita, aquela cara metade que completa a laranja e a alma. Coisa do destino. Bem, mas nem todos acreditam em destino. Ele vive pregando peças em certas pessoas como o sujeito desta história. Talvez seja ele que tenha levado a vida como uma brincadeira quando era criança, e continuou com essa mania até os dias atuais.
Mas alguns só percebem o que perderam depois de quebrar a cara.
Quando as pessoas dizem que conheceram a mulher perfeita bem ao lado de casa, é difícil acreditar. É comum perdermos essas oportunidades, mas quando voltamos dispostos a correr atrás, certas coisas já passaram.
Quando falo em perfeição não me refiro somente a beleza. Algumas vezes é até mais importante encontrar uma moça do tipo que o faz sentir-se bem, apenas isso. Ela era cheia de seus defeitos. Tinha seus próprios sonhos, suas próprias manias. Falava dos assuntos que ela gostava, e evitava aquilo que não era de seu agrado.
Perfeita por simplesmente ser dessa maneira.

Bottom Titânia - Anne/Tsuki Lieurance #3


Nome: Anne/Tsuki Lieurance
Idade: 17 anos
Estado: Rio de Janeiro
Técnica: Criatividade

Eu gostaria de dizer: INVEJEM-ME, EU TENHO UM BOTTOM DA TIH!
(e pretendo fazer um de Mikalena e da Glaciallis assim que possível)
via facebook

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Estarei cobiçando eternamente este seu bottom, Anne. Eternamente. kkkkk
E ficou tão foda que eu tive que compartilhar aqui no blog também! Sério, adorei a criatividade, preciso arranjar tempo para colocar a mão na massa e fazer mais coisinhas criativas assim. Será que mais tarde eu consigo imprimir as outras temporadas, ou o super trunfo, umas xícaras personalizadas, coisa do tipo? Adorei de verdade, o bottom é seu, mas senti como se ele tivesse um pouquinho de toda a história daqui.


A Tourist in a Dream

Por algum motivo, conversar com a Marina me fazia bem... Houve uma vez que tivemos a oportunidade de planejarmos uma parceria entre Sinnoh e Johto utilizando o Volkner e a Jasmine como dois dos líderes mais adorados de nossas regiões, e como tantas outras ideias que temos de interligações na aliança, elas dificilmente acontecem... Todos sabemos que não é nada fácil duas pessoas juntarem suas escritas tão diferentes para trabalharem um especial que requer um carinho em especia de ambas as partes, para sair algo deve realmente existir certa química nessas parcerias, em cada palavra. Uma espécie de carinho pelo outro, uma comunhão. 

Eu estava muito inspirado para trabalhar neste especial, e pela primeira vez senti que poderia sair alguma coisa [e isso foi há uns 8 meses...] Mesmo que hoje a Marina esteja afastada por seus próprios motivos, senti que eu deveria fazer isso para ela. Há tempos eu não a vejo, mas espero que esteja tudo bem. Conversamos apenas uma vez sobre o enredo que este especial deveria tomar, tratamos de conhecer o que cada um preparava com seu personagem uma única vez, e a Marina deixou o restante em minhas mãos. Todavia, ela pediu para que eu colocasse essa frase em especial: Johto não tem belas paisagens como esta.

Bem, o tempo passou. Não sei se ela virá a ler isso ou sequer terá conhecimento desta pequena homenagem, mas que um dia chegue aos seus ouvidos. Com carinho,   Canas Ominous.


A Tourist in a Dream
A Gym Leader's Life

Homenagem à: Marina Bacchini.

A atenção de alguns moradores de Sunyshore foi atraída quando, inesperadamente, o farol da cidade voltou a funcionar. Pessoas espiavam pela janela, observando a luz com atenção e não escondendo um sorriso rasteiro ou um comentário que saía sem querer: Nossa, o farol está funcionando. Fazia tanto tempo que isso não acontecia...
Volkner tinha acabado de fazer os últimos reparos na central elétrica da construção, fazia uso da energia de seu Electivire para gerar toda a eletricidade necessária, enquanto sua Rotom e os demais Pokémons organizavam os móveis tirando aquela velha aparência de um farol assustador e esquecido pelo tempo. Estava abandonado há alguns anos, mas para o líder parecia que não ficara nem uma semana em sua ausência. Quando percebeu o estado daquilo que ele havia ajudado a construir, sentiu até mesmo arrependimento em deixar que a situação chegasse àquele ponto.
O homem levou as mãos até o bolso e encarou a janela principal suja de poeira. Mal dava pra enxergar o mar, teve de subir até o pico somente para sentir a brisa soprar para que a verdadeira beleza daquela cena fosse contemplada.
— Já faz quanto tempo que não subo aqui em cima? — sussurrou Volkner.
Sua Rotom apareceu repentinamente em sua frente, rodeando-o sem parar. O homem sorriu e tocou levemente nela com uma das mãos.
— Você também estava com saudade daqui, não? Muitas histórias, muitas lembranças... — disse Volkner ao apoiar os braços nas grades de ferro. — Por que será que durante um tempo eu deixei de amar essa visão?
Volkner ficou ali encarando o mar, mas sentiu que queria chegar mais perto dele, sentir as ondas, um pedacinho da cidade que já fazia parte dele.

Saria [Papercraft]


Saria é uma Kokiri que fez sua primeira aparição em The Legend of Zelda: Ocarina of Time, sendo uma das poucas amigas de Link quando ele ainda vivia na Kokiri Forest. Saria é bem querida entre todos os Kokiri, e em particular por Mido, cuja antipatia com Link pode ser parcialmente explicada pela estreita amizade deles. Saria muitas vezes viaja para a Sacred Forest Meadow tocar sua Ocarina, uma canção animada e otimista que inspira as pessoas a dançarem.

Sendo uma de minhas personagens favoritas da série, já fazia muito tempo que eu vinha pedindo para a Litos trabalhar na Saria, e mesmo com toda a espera ela finalmente veio, vindo a tornar-se uma de minhas peças preferidas.

Inclusive foi recentemente revelado que Saria terá um troféu no novo Super Smash Bros, para Wii U e 3DS, conforme visto na imagem ao lado. Ela apareceu com sua nova aparência do Zelda Ocarina of Time, refeito para o 3DS.

Você pode escolher entre o tamanho de 16cm e 22cm para montá-la, e também há a versão onde ela está sentada, tocando a Ocarina, que pode ser encontrada na internet feita por outros autores.

A Saria e nossa coleção foi montada por Litos.
Créditos aos devidos criadores deste Papercraft.

Notas do Autor (Capítulo 92)

[SPOILERS ALERT!]

Por fim, aqui estamos. Na última batalha da Liga Pokémon, contra um dos mais antigos personagens dessa história. Muitos esperavam que a batalha final fosse Luke contra Lukas, mas decidi que o Stanley foi o escolhido por muitos motivos que aqui já foram citados.

Ele foi o primeiro rival que criei, e eu vinha guardando sua real capacidade até o momento que fosse hora de mostrar do que ele era capaz. O Lukas tem seus motivos para ganhar, mas o Stanley tinha mais do que qualquer outro. E mais ainda, é o Drinian que sai daqui como um campeão.




Drinian, o Torterra.

Eis aqui uma pequena curiosidade: Uma de minhas principais ideias para esse fim de temporada era que esse Torterra fosse o 12° integrante do Luke, ou seja, somente depois de quase 90 capítulos nosso protagonista teria seu "inicial" da região. Mas, conforme o tempo foi passando, percebi que o Drinian nunca poderia sair do lado do Stanley. Esse é um dos poderes mais impressionantes das histórias, chega uma hora que parece que os personagens falam por si só, e por mais que eu quisesse esse Torterra na equipe principal, ele se virava e respondia: Não posso. Meu lugar é com o Stanley.
Eu passei a respeitar esse cara no momento em que ele se tornou manco, calou a boca dos que duvidavam dele, derrubou gigantes em batalha como Chaud e o General, e ainda arrancou alguns dentes do Aerus. Sozinho. A luta pode não ter sido equilibrada, mas era a luta interna de um único guerreiro contra todo o mundo que não acreditava no que ele poderia ser capaz. Quando todos já cantavam a vitória de Luke Wallers, o jovem percebeu que sempre vai ter alguém para surpreendê-lo.

O que vem a seguir?


Com uma luta de final surpreendente, e que realça um personagem mais surpreendente ainda, concluímos uma etapa. O que vem a seguir? Prometi o Grande Festival, e ele virá para vocês como se um belo episódio do Anime ou uma competição acirrada do jogo, misturarei tudo e trarei o que elas podem ter de melhor. Depois vamos para a Elite dos 4, e aí nossa história continua, mas por hora vamos deixar o Luke aproveitar sua glória e deixar as coisas acontecerem... É melhor ele descansar bastante, enquanto pode.
Quando eu disse que tudo isso era só um preparatório eu não mentia. A guerra de verdade está apenas para começar.

Capítulo 92

Quando os Sonhos se Realizam


Eleito pelos leitores a Melhor Batalha do Torneio de Guildas
no The Omascar da Saga Platina!

Há tempos não sentia tamanha tranquilidade. Luke continuava sentado em sua poltrona dentro de seu próprio camarote na Liga, e esperava ali ficar, como o rei do mundo. Vinha sendo tratado com carinho pelas garotas e com respeito pelos mais velhos, recebia todas as carícias e cortesias dos visitantes, vinham trazer-lhe refrigerante decorado com guarda-chuvinhas e faziam massagem em seus pés. Era como se estivesse no paraíso.
Quando fechava os olhos, ainda podia ouvir todos gritando: Luke! Luke! Luke! Este era o seu nome, simplesmente imbatível por ter chegado ali, o homem mais poderoso da terra, e nada poderia fazê-lo mudar de ideia.
 Ei, irmão, está preparado para a batalha de hoje à noite?
Luke abriu os olhos arregalados quando ouviu aquelas palavras. Ergueu a poltrona e olhou para o lado onde estava Lukas, com o sorriso singelo no rosto e trazendo uma mochila no outro braço.
 Batalha? — Luke repetiu.
 Sim, sim. Você não esqueceu que ainda tem as finais da Liga Pokémon, certo? Ou pensou que era só me derrotar que já teria vitória? — o moreno deu uma risada calorosa. — Vamos lá, falta muito pouco. As finais acontecem amanhã.
Luke continuou sentado, e por um instante todos seus pensamentos de concretização desapareceram.
 Cara, eu tinha esquecido... Cheguei às finais agora — murmurou, um pouco constrangido. — Eu já estava me sentindo o campeão, — ele esticou os braços para trás da cabeça e voltou a deitar-se na poltrona — e para ser bem sincero, não acho que nenhum outro treinador apresentará um desafio mais difícil do que o seu.
 Ah, mas o seu adversário é um velho conhecido seu.
Luke começou a contar nos dedos, vendo se tinha esquecido alguém.
 O pai entrou na Liga?
 Lógico que não! É o Stanley, esqueceu? O seu primeiro rival, seu melhor amigo dos tempos de colégio. Depois vocês brigaram, se acertaram, e nem sei mais como estão agora. Vocês se viram semana passada antes de nossa luta, como pôde esquecê-lo?
Luke cerrou os olhos e ficou encarando o vazio.
 Stanley... Stanley... Sinto que já ouvi esse nome em algum lugar...
— Puxa, que consideração por seu melhor amigo.
Fez-se o silêncio antes que Luke acenasse a mão com uma risada.
— Tô zoando, pivete. O Stan! Hah, hah... Cara, não acredito que ele também chegou nas finais. Quem diria, o meu amigão das antigas derrubou alguns dos maiores treinadores dessa temporada, saiu do mundo das sombras e chegou até o pódio junto comigo.
 Luke, é melhor você não julgá-lo... Lembre-se, o Stanley ainda é o seu primeiro rival de toda a história! Desde os tempos do colégio vocês disputavam para ver quem era o melhor. E eu nunca os vi batalhar desde que saímos em jornada.
 Mano, o Stan não está no nível de me vencer. Simples assim.
— Luke...
— Ele pode ser bom, tem os segredos dele e aquele Torterra fodão que eu queria para mim, mas ele não poderia ganhar. Então, tecnicamente, já podemos comemorar minha vitória como vencedor da Liga Pokémon deste ano, né?! Hah, hah, hah... Essa vai ser mais fácil do que tirar doce de criança!
Luke levantou-se, caminhando de um lado para o outro de maneira irriquieta. Lukas suspirou, torcendo para que seu irmão não continuasse com o ego inflado até o momento da batalha, ou poderia sofrer as consequência. Porém, Lukas percebeu algo diferente no olhar do irmão, e concluiu que no fundo ele não estava confiante como queria parecer.
 Você está preocupado.
 O que disse? — indagou Luke.
 Você está nervoso — Lukas aproximou-se do irmão, segurando sua mão e vendo que ela tremia. — Está eufórico, andando de um lado para o outro. Você conhecia os demais treinadores que vencemos até agora. Lúcio, Riley, Volkner, eu... Mas o Stan? Ao mesmo tempo que vocês se conhecem, sinto que não sabem nada um do outro. Mesmo com tanto tempo de amizade.
Luke voltou a encará-lo, dando uma risadinha descontraída, enfiando as mãos no bolso e caminhando por seu camarote.
— Você me pegou. Okay. Estou apavorado.
Lukas deu uma risada, e seu irmão continuou:
 Isto é verdade, não lutei contra o Stan até agora desde que me tornei um treinador oficial. Ele é o meu primeiro rival, e talvez o mais importante de todos. O Stan é imprevisível, sempre foi. Quando eu briguei com ele, esperei que o cara fosse ter raiva de mim e planejar algo para me derrubar, mas ele voltou e pediu desculpas. Apesar de sermos amigos há tanto tempo, sinto agora que ele guarda mais mistérios do que eu esperava.
Lukas deu alguns tapinhas nas costas do amigo, trouxe a boina púrpura e colocou-a na cabeça de Luke.
 Fica tranquilo, irmão. Siga em frente e dê o seu melhor.
Luke respirou fundo.
— Só imagino que o Stanley também vá seguir o mesmo ideal...

Plastic Trophy

Support Conversation (Conde x Glory)
Gênero e Disclaimers: Romance, Drama;
Tema: Por que o ser humano se preocupa com coisas tão superficiais?;
Notas: Este Support se conecta diretamente com a História Central,
sendo a continuação do Capítulo 91.5, ocorrido após a batalha em dupla 
da Red Fortress e Pink Anarchy na Liga Pokémon.

Glory continuava com o olhar perdido no tempo. Sentada em um canto escuro e completamente esquecido, não tinha disposição e nem força de vontade para tentar mais nada. Alguns faxineiros já limpavam a sujeira deixada pelo público, mas ela continuava ali, com a cabeça encostada na parede e sua respiração contínua inalterada.
Conde foi se aproximando da mulher, caminhando com mãos para trás e o queixo erguido da maneira autônoma como sempre fazia. Glory nem olhou para trás ao vê-lo chegar, e por alguns segundos eles se mantiveram presos ao silêncio.
 Este lugar é bom, quando não há humanos e nem Pokémons correndo para todos os lados, fazendo barulho e gritando feito loucos. E especialmente quando não estão lutando entre eles por algo maior — disse o Empoleon. — O silêncio me conforta.
— Perdi... — disse Glory com um suspiro, presa no horizonte e com uma clara expressão de desamparo. — Eu perdi, Conde. Nas semifinais. Eu perdi.
O homem balançou a cabeça, como se soubesse que uma hora ou outra aconteceria, e cedo ou tarde eles teriam de lidar com aquilo.
Glory não havia percebido, mas involuntariamente algumas lágrimas começaram a rolar de seu rosto e ela tentou impedir o choro na frente do imperador. Ela retirou suas luvas emborrachadas e conteve o som. Desamparado, Conde pensava em como reconforta-la.
— É impossível habituar-se ao fato de perder, seja vilão ou bonzinho, importante ou desfalecido. Ninguém quer perder — explicou-lhe o homem, dando-lhe um sorriso. — Pense que mim, eliminado nas oitavas! Isto fita o meu ego inflado?
Glory deu uma risadinha ligeira, os olhos ainda avermelhados.
— Eu lutei tanto para chegar até aqui, tanto...
— Todos nós lutamos, minha querida, mas acredite que certos sonhos não são realizados todos os dias.
O homem ajeitou sua capa para trás e sentou-se ao lado da mulher, onde os dois permaneceram sozinhos encarando o vazio que fora deixado no ginásio, e que agora era preparado para as finais do dia seguinte. Finais aquela que nenhum dos dois estariam presentes.
— Sabe, quando eu era menino meu pai costumava fazer competições de cartas — comentou Conde. — Ah, e posso garantir que até hoje levo jeito para esse ramo! Blefar, mentir, enganar e aproveitar-se dos outros. Eu tinha tudo para me dar bem nesses jogos.
Glory olhou para ele, interessada na história que o homem estava disposto a contar.
— Certo dia, houve um campeonato em casa, somente entre os próprios amigos. Nossa, eu era apenas um Piplup naquela época... Eu joguei e me destaquei perante qualquer um, cheguei até as finais e surpreendi à todos.
Conde soltou um suspiro pesado.
— E naquelas mesmas finais. Eu perdi. Fui derrotado. Todas as minhas esperanças de colocar a mão naquele lindo troféu foram destruídas enquanto as pessoas davam tapinhas nas minhas costas e diziam: Você pode tentar de novo.
Ele riu sozinho de sua própria história.
— Mas eu não queria tentar de novo. Eu precisava daquele troféu, queria colocar minhas mãos nele, sentir a sua textura, ouvir a sua glória enquanto todos batiam palmas para mim e me consideravam o melhor de todos.
Glory abaixou a cabeça conforme a história foi tomando seu rumo final, e o Empoleon continuou:
— Demorou muito tempo até que compreendesse por que eu perdi — ele explicou. — Eu não conseguia entender, depois de ter lutado tanto para chegar até aquelas finais, como eu poderia ficar só com o desprezível e repugnante segundo lugar? Existe algo pior do que isso? O segundo colocado nunca recebe a glória do primeiro, nem se sente um vencedor por ter conseguido ao menos chegar ao pódio em terceiro. Ele é o eterno segundo, a sombra do primeiro. O renegado.
Conde apertou seu próprio punho, como se quisesse apunhalar aquelas lembranças.
— Se eu era tão merecedor, por que não ganhei aquele troféu? Nunca percebi que, assim como eu, meus amigos também tinham batalhado para chegar até lá. E no fim das contas eles ganharam, porque foram melhores do que eu teria sido capaz.
Conde ajeitou sua capa para proteger-se melhor do frio que fazia.
— Hoje eu olho para aquele velho troféu na estante dos outros e penso: Quanta infantilidade de minha parte... Quantas noites eu chorei e esperneei por... um Troféu de Plástico, daqueles que você pode comprar em qualquer loja de esquina.
Os dois trocaram olhares no silêncio.
— Por que buscamos coisas tão... superficiais?
— O que torna um troféu prestigioso é o fato de lutarmos para tê-lo — comentou Glory.
— Exatamente. Somente hoje eu percebo que, no fim das contas, eu não precisava dele. Nunca precisei.
Glory enxugou suas lágrimas e tentou forçar um sorriso.
— Bem, mas o troféu do torneio era de ouro — ela caiu na risada.
Conde levantou-se e ergueu a mão para ela.
— Ora essa, minha nobre donzela, mas nós não precisamos de ouro.
Conde retirou uma caixinha cor de vinho de seu bolso, e ali dentro estava um colar singelo em forma de asinhas feito de ouro, que foi gentilmente depositado nos ombros de Glory que corou pelo gesto inesperado.
—Estou acostumada a ser tratada como a mulher vulgar e desprezível, mas... Pelo visto tem homens que gostam — disse Glory. — Obrigada, Conde. Nenhum homem nunca fez isso por mim.
— Eu não sou qualquer um — ele ajeitou sua capa. — Sou um vilão terrível.
A mulher ajeitou seu cabelo e retocou a maquiagem manchada.
— Ainda precisa de uma rainha para seu reinado de terror?
— A vaga continua aberta, se estiver disposta.
Conde voltou a segurar em uma das mãos da mulher que estavam libertas das luvas de plástico. Pela mesma saída que entraram, eles partiram juntos, para algum dia voltarem a tentar de novo, merecedores da primeira posição e prevalecendo diante todos os demais. Ninguém nunca se acostumará ao fato de ficar em segundo lugar, pois este posto representava que eles eram os primeiros perdedores.
E ainda assim, merecedores de terem chegado até ali, com Honra e Glória.

ASK. [Eva, Milady, Isaac, Chaud, Duke]


Eva: Eu adorei, se Espeon é tudo que eu gostaria! No fim das contas, mesmo que eu não tenha conseguido me tornar uma guerra Steel-type, estou contente com o resultado. Estou aprendendo a gostar de rosa, dei uma tingida no capítulo e acho que o pessoal se acostumou.

Às vezes me pergunto como seria se eu tivesse me transformado em uma Umbreon, ou qualquer outra Eeveelution. Tenho o poder de prever certas coisas com o Future Sight, mas eu daria de tudo para dar uma espiada em outras realidades alternativas. Será que ainda aprenderei golpes psíquicos desse tipo? Este foi um dos maiores benefícios de minha evolução, ganhei poderes que eu nunca poderia ter imaginado, e creio que essa tenha sido minha parte favorita.

Reação de Eva à pergunta
Pergunta feita no dia 08 de Novembro de 2013.


Duke: Não é por nada, mas acho que você está fazendo essa pergunta para a pessoa errada...
Eu te conheço?

Reação de Duke à pergunta
Pergunta feita no dia 04 de Dezembro de 2013.


Chaud: Todas as guerras são violentas, todas são sangrentas, e em todas elas os dois lados saem perdendo. Já lutei em guerras o suficiente para desejar nunca mais ver uma, mas se houver a necessidade, sou capaz de dar a vida por meus companheiros. Eu não poderia suportar perdê-los mais uma vez, e provavelmente esta seja a minha maior perdição: Nunca esquecer.

Reação de Chaud à pergunta
Pergunta feita no dia 05 de Dezembro de 2013.


Milady: Não. Não. Não. Não.Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Absolutamente, NÃO. Quem trouxe essa ideia de jerico para cima de meu marido? 
Isaac: Ohh, minha querida princesa, mas seria tão maravilhoso um terceiro membro para nossa família, um terceiro herdeiro! Imagine só como o Duke ficaria feliz em ter um irmãozinho ou irmãzinha, e até mesmo a Eva daria uma boa irmã mais velha em qualquer ocasião. O senhor Atros seria um tio tão atencioso, e a Malbora e o Magnum adorariam correr atrás de crianças pela manhã. Um filho deixaria nossa casa mais feliz!
Milady: Não preciso de mais felicidade, já temos o suficiente, e isso me enjoa. Nossa filha, tentando cuidar de alguém?! AH, TÁ. Não me faça rir, Issac, ela ainda nem consegue limpar o quarto dela sozinha.
Isaac: Mas por causa de seus poderes psíquicos, Eva não precisa nem levantar-se para fazer isso...
Milady: E agora não tenho mais motivos para brigar com ela! E isso me deixa furiosa. FURIOSA.
Isaac: Querida, você está precisando tomar um chá. É melhor deixarmos a conversa dos filhos para depois...

Reação de Isaac à pergunta
Reação de Milady à pergunta
Pergunta feita no dia 08 de Novembro de 2013.


Isaac: Não é fácil. Não é mesmo. Enquanto alguns dizem que sou paciente, creio que todo relacionamento tenha seus atos e baixo, e requer muita colaboração por ambas as partes. Minha Milady é do tipo que acorda estressada se o cabelo dela estiver bagunçado, e cabe a mim lidar com este problema, elogiando-a ou deixando-a em paz até que o estresse diminua.

Conforme o tempo passa nós vamos aprendendo alguns truques, e alguns em especial que infelizmente não poderei comentar aqui. Ohh, mas no fim das contas devo dizer que conheço essa mulher como ninguém, posso dizer somente pelo olhar dela quando manter a distância e quando ela implora por um pouco de carinho e atenção! Existem casais que se completam, são as almas gêmeas que vivem vagando pelo mundo até encontrarem o seu par, e eu certamente encontrei o meu. [Mas para qualquer ocasião, sempre prepare alguns chocolates.]

Reação de Isaac à pergunta
Pergunta feita no dia 07 de Novembro de 2013.

ASK. [Aerus, Watt, Titânia]


Titânia: Por favor, entendam que a minha relação com o Aerus não passa de... uma amizade muito intensa. Eu tenho um imenso carinho por ele, protejo-o como se fosse parte de minha família, e só de pensar o que nos aguarda nos capítulos finais já sinto um arrepio subir por meu corpo. É impossível prever o que vai acontecer até lá, mas estou preparada para tudo. Pessoas que se amam de verdade não seriam capazes de ferir uma à outra, e o Aerus que me perdoe, mas eu não vou me segurar. Não sei dizer como funciona um namoro, mas depois de tudo que passei, acho que entendo ao menos o que significa amor... Será que irei senti-lo antes do fim, ou eu já perdi a oportunidade e não percebi?

Reação de Titânia à pergunta
Pergunta feita no dia 01 de Dezembro de 2013.


Titânia: Se eu detivesse todo o poder dos Pokémons Fairy-type em minhas mãos... Não faço ideia de como seria. Gosto de minha armadura pesada, e só de pensar em usar roupas cor de rosa com vestidos longos e rendas... já me assusto. Dizem que os Pokémons fada são um dos tipos defensivos mais poderosos da última geração, então, talvez nós pudéssemos nos dar bem. Mas sem vestidos, por favor... Tenho pavor deles.

Reação de Titânia à pergunta
Pergunta feita no dia 01 de Dezembro de 2013.


Watt: Fico feliz que eu esteja no rank de seus personagens favoritos, não é nada fácil deixar para trás outros tantos guerreiros poderosos! [Você só não precisava citar o nome do Mikau, digamos que ele não fique muito contente de ser jogado para segundo plano...] Treinei bastante nos últimos meses, e creio que a melhor maneira de eu saber se valeu a pena é pelo público. Garanto que eu e o Aerus continuaremos dando o nosso melhor, e quem sabe no fim da temporada posso concorrer ao prêmio de Melhor Pokémon no The Omascar? [Se o Mikau não decidir descontar a raiva em alguém até lá...]

Reação de Watt à pergunta
Pergunta feita no dia 15 de Outubro de 2013.

ASK. [Al Capone, Sophie, Lyndis, Karl]


Lyndis: Se antes eu e o Karl eramos apenas amigos que cresceram juntos, acho que eu acabei me apaixonado por ele... Pois é, admito, mas foi sem querer! ♥ Vamos ver o que acontece daqui pra frente, pode ser que o relacionamento fique mais forte, mas essas coisas sérias levam tempo, preciso pensar... Por enquanto, quero aproveitar enquanto está pegando fogo! 

Reação de Karl à pergunta
Pergunta feita no dia 14 de Novembro de 2013.

ASK. [Marco Polo, Wiki, Mozilla, Vista, Eleanor]

Marco: Ah, a gente não escolhe por quem vai se apaixonar... Essas coisas acontecem. Por um bom tempo lembro que eu era o zé mané da guilda, até o Duke era mais importante do que eu! [Com tudo respeito, amigão.] Isso porque eu não tinha sonhos, não tinha objetivos, anseios, nada. Eu vivia à deriva, jogado ao vento e sem um rumo nesse mundo. Quando a Wiki me encontrou, senti que fui resgatado desse poço de amargura e depressão, porque o sorriso dela é como as estrelas que iluminam o meu caminho todas as noites quando as demais luzes se apagam.

Eu me apaixonei pela Wiki porque ela me completou. Lembro que antigamente eu tinha esse interesse de encontrar uma garota para mim porque eu pensava que isso me tornaria mais importante, que melhoraria a maneira como os outros me olhavam. No fim das contas, foi mais ou menos isso. Hoje percebi que quero me tornar mais forte por ela, quero estar sempre melhorando pela Wiki que cuida de mim e me dá toda atenção que eu preciso. Não é mais pelos outros, e sim, por nós. Apesar do jeitinho meio exagerado e excessivamente atencioso dela, não consigo me imaginar com mais ninguém. Eu me apaixonei pela Wiki acidentalmente, e quando eu menos esperava, essa foi a minha maior dádiva.

Reação de Marco à pergunta
Pergunta feita no dia 7 de Novembro de 2013.


Wiki: Posso dizer que eu já experimentei de tudo nessa vida. Sou uma daquelas pessoas que realizam grande parte de seus sonhos ainda bem jovem, e por isso nos últimos anos fiquei completamente perdida. Eu não sabia mais o que eu queria, mas continuei seguindo, até que o destino me apresentasse mais algumas surpresas, e foi justamente ele que jogou o Marco na minha frente.

Nós nos conhecemos numa tarde tranquila, quando o Marquinho estava triste por ter levado um fora. [Só não fico com pena dele porque isso precisou acontecer para que nos conhecêssemos, rs]. Então conversa vai, conversa vem... E não rolou. Eu só queria ajudá-lo, mas sem segundas intenções, o que é raro de minha parte. O Marco nunca foi meu tipo de homem, e muito tempo se passou até que eu aprendesse a reparar no que ele tinha de especial. Ele me deu atenção de maneira que poucos fizeram, ele me ouvia, atendia aos meus pedidos e fazia massagem quando eu precisava... Ohh, ele foi me conquistando aos poucos, num desses acasos que a vida nos proporciona, porque nem eu poderia imaginar! E talvez seja justamente essa aproximação singela que foi surgindo aos poucos que tornou nossa relação tão... incrível. 

Reação de Wiki à pergunta
Pergunta feita no dia 7 de Novembro de 2013.

ASK. [The Remarkable Five]


Sonnen: Não é exatamente um jeito estranho, digamos que seja por... precaução. As mulheres estão sempre envolvidas na desgraça dos homens, grandes guerreiros caíram por conta do amor, uma traição, ou simplesmente enlouquecem quando não conseguem ficar sem elas. As pessoas perdem a razão quando ficam apaixonadas! Levando em conta toda a experiência que adquiri em minhas viagens, cheguei à conclusão de que mulheres só me atrapalhariam.

Sophie: Irmãozinho, o café tá na mesa!

Sonnen: OBA! Pensando bem, até que algumas poucas mulheres podem ser especiais... Vou conversar com minha irmã à respeito, vamos ver o que ela acha da ideia...

Reação de Sonnen à pergunta
Pergunta feita no dia 08 de Novembro de 2013.


Tashiki: Olha bem pra minha cara, e aí pense novamente na sua pergunta.

Reação de Tashiki à pergunta
Pergunta feita no dia 27 de Novembro de 2013.

K. K. Slider [Papercraft]


K.K. Slider, também conhecido como Totakeke no Japão, é um personagem presente nas séries do game Animal Crossing, tocando seu violão e fazendo shows nos sábados à noite, depois das 20:00h. Sua função é cantar e tocar músicas para os jogadores que mais tarde poderão colocá-las nos aparelhos de som de suas casas. K.K. é um grande músico e possui os mais diversos gêneros musicais, com mais de 90 canções em AC: New Leaf.

Ele é baseado no compositor de som dos games da série Animal Crossing, chamado Kazumi Totaka. Seu nome japonês é tomada a partir do fato de que, no Japão, sobrenomes são escritos em primeiro lugar, de modo que seria Totaka Kazumi. Isso pode ser encurtado para "Totaka K.", que soa como "Totakeke".

Sua maior dificuldade neste papercraft será montá-lo sem linhas, uma vez que K.K. é inteiro branco e as linhas não ajudariam muito no resultado final. Trabalhar na guitarra também não será muito fácil, e se tiver interesse procure aumentar o tamanho da banqueta, porque o peso da cabeça pode derrubá-lo caso não haja equilíbrio.

O K.K. Slider de nossa coleção foi montado por Litos.
Créditos aos devidos criadores deste Papercraft.

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