Archive for July 2011

Tutorial Suicune

Estou aqui novamente, e dessa vez para trazer o lendário representante da geração Crystal, e também uma homenagem à um grande amigo meu aqui da Aliança Aventuras: Shiny Suicune, de Unova. Admito que nunca veio em minha mente trabalhar num tutorial de um Suicune, eu sempre o julguei um pokémon muito complexo, mas parando para ver o tutorial acho que ele já não é tão difícil de se lidar... (Tirando aquelas malditas fitas que me custaram várias horas com a borracha na mão.)


Bom vamos ao que interessa, o Suicune é um pokémon aquático, e entre os cães lendários na minha opinião é o mais poderoso. O Suicune ainda é uma ameça de primeira linha, com stats defensivos como uma barreira, este pokémon é capaz de aguentar o tranco até das mais poderosas criaturas. Então está na hora de ter esse lendário em seu time, já está com o lápis e papel em mãos? Então prepare-se para a árdua captura desse pokémon, e principalmente, tome cuidado com as fitas cara. A parte mais irritante dessa criatura!!

1°Passo: Vamos montar a base do nosso trabalho e centralizar por onde começar nosso Suicune. (Cara, isso tá parecendo um dachshund) Mas é só a base pessoal, não há com que se preocupar, a base é necessária para que desse modo você possa saber onde traçar as linhas que formarão o corpo do cão lendário.


2° Passo: Ahh, agora já viram um Suicune no desenho, não é? Nessa parte nós desenharemos aquela espécie de coroa em sua cabeça, e também aqueles pêlos de cor rocha em suas costas. Aqui você deverá seguir a base e começar a definir mais precisamente o formato do suicune, para que desse modo ele vá ganhando a aparência original.

 

3° Passo: Aqui nós começaremos a desenhar alguns pequenos detalhes, desenhamos a barriga, os olhos, assim como também damos uma noção de distância aos pêlos rochos como você pode notar na imagem.  E vejam só, nosso suicune já está quase pronto, mas vocês não acham que está faltando alguma coisa? Ele parece sem graça e sem brilho... Exatamente, faltam aquelas fitas que parecem flutuar em sua volta, e é aqui que o bicho pega!!


4° passo: Aii, meu Arceus, essas fitas malditas de novo não. Da primeira vez que eu desenhei meu Suicune parecia um monte de miojo voando, então tive que dar uma procurada em alguns mangás para ver como os desenhistas faziam fitas em movimento. Essa parte é importante que seja bem feita, pois é isso que dará o brilho especial ao Suicune. Na imagem você pode até perceber algumas fitas desenhadas no canto, que serviram como base para que eu definisse o movimento perfeito para o pokémon, algo que fosse suave e ao mesmo tempo robusto como a personalidade de um Suicune. (Ei, é minha impressão ou as fitas estão saindo do... Ah, deixa pra lá.) Auugh, como eu odeio essas fitas!!


5° Passo: Parabéns, agora o Suicune é seu! Acredito que a parte mais difícil mesmo sejam as fitas,  então procure fazer algo mais equilibrado e sem muitas curvas, para que desse modo as fitas não escondam a beleza interna de seu pokémon. Caso você deseje também, sugiro que faça o esboço das fitas antes de começar a definir o formato do Suicune, para que desse modo você não precise depender da borracha nesses momentos. Vamos falar a verdade pessoal, não foi tão difícil!! Quando vemos um pokémon como o Suicune e o Metagross acabamos por pensar que eles são difíceis de se desenhar, mas analizando-os passo a passo agora ficou muito mais fácil!


Aqui está uma versão do Suicune pintado, esse pokémon fica muito bacana se você fizer um sombreado ou coisa parecida, porque as fitas e o manto roxo dão uma noção bonita de sombra. Bom, parece que agora nossa equipe de desenhos já está aumentando, continuem de olho para novos tutoriais de pokémon. (Feito em homenagem ao meu amigo Shiny Suicune, obrigado por tudo cara!)  E para aqueles que desejarem tentar pintá-lo, basta clicar na imagem em preto e branco para ampliá-la! Boa diversão, e obrigado por sua visita ao Aventuras em Sinnoh!

Notas do Autor (Capítulo 13.5)

(PS: Somente leia as Notas do Autor caso já tenha lido o capítulo! Spoilers On)

        Aposto que depois desse capítulo vocês devem ter pensado: Cara, o que esse escritor louco pensa que está fazendo com a história? Então permitam-me explicar mais detalhadamente o que está acontecendo... Muito bem, muito bem, por onde começar? Este especial foi bem curto em relação a todos os outros capítulos da fic, mas por outro lado acredito que ele trouxe algumas revelações que deixou muitos leitores de boca a aberta. Temos aqui nossa pequena protagonista, a Dawn, e agora nos deparamos com algo que provavelmente ninguém imaginava. Ela é orfã.

    Agora todos vão olhar para mim e dizer: Mas cara, eu lembro que ela havia mencionado os pais dela!! Eu sei que eu tinha falado dos pais dela, mas por sinal, só mencionei. Em nenhum momento eles apareceram na história, e isso explica também diversos outros fatores, como o fato de Dawn ter que trabalhar desde cedo, e também o motivo pelo qual ela ter saído de sua casa sem nem mesmo consultar a opinião de seus pais, ela só recorreu ao Professor Rowan, que seria a única pessoa que cuidou dela quando criança. Esta idéia veio a surgir de repente, admito que fui obrigado a mudar uma coisinha ou outra na fic, e por isso vocês não faziam idéia dessa notícia, então peço desculpas por essa mudança que fiz no enredo da história, mas se vocês voltarem alguns capítulos vão ver que algumas cenas estão diferentes. Uma palavra ou outra pra falar a verdade. Mas isso já estava planejado há cerca de duas semanas.

    Então vocês comentam: Por quê você fez isso com a Dawn?! Cara, eu fiz essa mudança na história pro próprio bem dela, porque se vocês pararem para olhar, qual era a função dela na fic? Fazer casalzinho e romance com um dos protagonistas? Aaah, acho que ela merece bem mais. A Dawn não tinha uma participação na história, ela seria mais uma personagem mulher que só servia pra formar casal. Eu queria algo a mais para ela, queria que as pessoas olhassem e gostassem da Dawn não porque ela beijou o personagem preferido deles, mas porque ela lutou muito para chegar onde ela está atualmente. Muitos outros detalhes sobre a infância da Dawn ainda estão para serem revelados, e como vocês podem notar, nem mesmo os protagonistas sabem disso na história. 

    Não sei se vocês gostam de drama, mas particularmente eu aprecio muito, muitas pessoas chegam e dizem: Ah, eu não gosto de drama. Cara, você sabe o que é drama? É um gênero muito mais vasto do que imaginamos, quando eu comecei a escrever fics eu detestava drama, mas nunca soube o motivo, eu só detestava, e hoje tornou-se um dos meus gêneros preferidos. Acho que com isso eu queria mostrar que o Mundo Pokémon não é somente um mar de rosas, eu queria mostrar que os personagens também têm suas próprias vidas, que eles passam dificuldades e possuem sentimentos. Esse é um dos motivos do drama em minha história. Acredito que essas longas Notas de Autor vão ficando por aqui. Estarei trabalhando no próximo capítulo e em muitos Extras, então espero que gostem! E além de tudo, espero que tenham gostado deste pequeno especial dessa garotinha que tanto amamos. Continuem visitando o Aventuras em Sinnoh pessoal, pois são suas visitas e seus comentários que nos motivam cada vez mais! Até logo!

Capítulo 13.5

        A garota chamou pelo homem na rua, sua voz era fina e ecoava com dificuldade na noite gélida daquela cidade, que quase não era ouvida. Ela esticava os braços machucados pelo frio e pelas pedras; era uma criança, não aparentava ter mais que 10 anos, suas pequenas mãos tremiam com o cansaço, e suas unhas surradas encontravam-se até roxas. Ela continuava sentada debaixo de uma árvore coberta por pequenos flocos de água congelada, em um pequeno banco da praça, que era molhado pelo sereno da noite. 
        A menina abraçava seus próprios joelhos na tentativa de se aquecer e sobreviver a mais uma noite cega, ela escondia sua pequena cabeça entre os braços, enquanto o vento batia nela com vontade de arrancar-lhe a vida. Sua feição era pálida, seus pequenos olhos estavam cobertos por lágrimas de angustia, seus belos lábios de menina estavam ressecados e sem brilho, e mal podiam se mexer para ressoar um grito de ajuda, os finos fios de cabelo recaiam sobre sua face delicada, mas tristonha. A noite estava chuvosa, parecia que chorava com a cena que se alastrava sobre a terra, o céu era dominado pelo véu negro enquanto as pequenas gotas da chuva podiam ser vistas recaindo pela fraca iluminação das ruas.
        — Senhor, você pode me ajudar? — disse a garota com dificuldade direcionando-se ao homem que passava em sua frente — Está frio, e não tenho onde dormir. Há algum lugar onde você possa me indicar?
        O homem a fitou com desprezo e continuou seu rumo sem olhar para trás. Fingia que não podia ouvi-la. Manteve-se em silêncio e atravessou a rua. Ele parecia constrangido por encontrar-se em uma situação como aquela, mas a pequena garota continuava sentada no banco junto da solidão e suas lágrimas. Seus pés estavam machucados pelo tempo, ela não conseguia caminhar, mas continuava tentando.  A paisagem sempre era a mesma, sem vida ou alegria, apenas tristonha e malévola. A menina deitou-se lentamente sobre o mármore frio em frente a uma casa que havia encontrado e esperou que o sono chegasse, seus olhos continuavam encharcados de lágrimas que quase congelavam seu pequeno rosto que não teimavam em cessar. Era só mais uma noite para aquela pequena garota órfã.

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        Dawn levantou-se aflita de sua cama, ela mantinha um olhar confuso para o quarto do Centro Pokémon. Seus olhos também estavam cobertos por lágrimas, a garota levemente passou a mão em seu rosto avermelhado e levantou-se para ir ao banheiro. No caminho ela agachou-se na altura do criado mudo e procurou por um relógio, eram três e meia da manhã. A jovem dirigiu-se ao banheiro e olhando-se no espelho, percebeu a feição que apresentava; a mesma face de inocência e tristeza da garota de sua imaginação, mas aquela não era a primeira vez que aquela lembrança viera à tona, ela tivera o mesmo sonho ainda em Jubilife quando foi consolada por Luke.
       Dawn manteve a luz de seu quarto apagada e abriu a janela, ela apoiou-se sobre a varanda e ficou por um tempo observando a praça da cidade de Floaroma à procura de qualquer pessoa que passasse por necessidade, mas não havia ninguém. O vento frio batia sobre seu rosto que fazia seus longos cabelos dançarem a música da noite, por um minuto ela fechou seus olhos e levou os pensamentos ao longe, e em seguida recolheu-se pensativa, fechando a janela. Ela sentou-se na beira de sua cama e pegou uma mochila que estava no chão, dentro havia um pequeno quadro com o vidro um pouco embaçado devido o frio que fazia, ela passou seu finos dedos sobre o vidro que revelou a imagem de uma linda mulher na companhia de seu marido, e ao lado, uma pequena garotinha de cabelos negros. A jovem deu um leve sorriso quando viu a foto, mas seus olhos continuavam cheios de lágrimas, em seguida, ela sussurrou com sua voz cansada:
        — Já faz tanto tempo... — comentou a garota, seguido de um suspiro.
       Dawn guardou o porta-retrato e lentamente deitou-se em sua cama, descansando sua cabeça sobre suas mãos juntas. O quarto foi dominado por um profundo silêncio, apenas o vento podia ser escutado, que atravessava com dificuldade uma pequena abertura da janela trazendo lembranças que a garota lutava para que não viessem à tona. A imagem da menina solitária em seu sonho era muito real, uma vez que ela já havia vivido aquilo. Dawn suspirou e fechou lentamente seus olhos até que o sono a cobriu. O sereno da noite continuou a banhar a praça, e agora tudo que restavam eram memórias de uma infância difícil.

      

Evolutionary Stones

Muitos devem conhecer-me por minha reputação no continente de Hoenn, eu sou Steven Stone, sucessor da Devon Corporation e também um apreciador exímio de pokémon metálicos. Viajo por vários continentes e regiões diversas à procura de pedras raras, e com estudos avançados fui capaz de entender um pouco mais sobre estes misteriosos artefatos que tanto fascinam viajantes do mundo inteiro. O que acham de aprender um pouco sobre as Evolutionary Stones?

As pedras de evolução possuem uma energia misteriosa que faz determinados pokémon adquirirem a capacidade de evoluir quando há contato com o objeto. Elas podem ser usadas a qualquer momento, pois causam uma evolução instantânea, por outro lado, todas as pedras que causam evolução em um Pokémon são consumidas após a evolução.

Alguns Pokémons deixam de aprender novos golpes quando evoluem por estas pedras, por isso, é preferível deixar um pokémon bem treinado antes de evoluí-lo. Mas o que realmente fascina os cientistas é a capacidade que estes objetos possuem de melhorar um pokémon, tornando-o uma criatura mais poderosa, ou algo completamente diferente dependendo do gênero das espécies, como as Dawn Stones. Existem várias perguntas que a ciência ainda não pode explicar, por quê uma pedra negra como a Dusk Stone só é capaz de evoluir pokémons sombrios? Ou então por que as Everstone impedem a evolução das outras criaturas? 

E um Pokémon ainda mais misterioso são os Eevees, uma criatura de difícil reprodução e que possui um um DNA totalmente modificado, o que faz este pokémon adaptar-se perfeitamente em qualquer tipo de ambiente. Vamos prosseguir com nossa pesquisa, e permita-me demonstrar as pedras conhecidas atualmente e as respetivas criaturas que podem ser evoluídas com sua aquisição.

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No caso da Dawn Stone, o pokémon precisa ser de um determinado gênero para que a evolução aconteça. Caso a Kirlia seja macho, ela poderá evoluir para um Gallade com o uso da pedra, enquanto o Snorunt evoluirá para uma Froslass casos seja fêmea.
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Everstone é uma pedra que não evolui nenhum pokémon, mas pelo contrário, ela previne que qualquer pokémon evolua. A criatura que possuir este objeto não evoluirá, e só tornará a evoluir se soltar a pedra.

As Pedras Evolutivas são parte de um universo muito mais complexo do que imaginamos, e por isso os cientistas de minha empresa trabalham para a aquisição de possíveis informações sobre estes itens ancestrais. É provável que existam dezenas de outros pokémons que só evoluem por estes métodos, porém, os segredos dessas Pedras Evolutivas só poderão ser respondidos por meio de algo que o homem nunca será capaz de criar: o Tempo.
Steven Stone.

Nota: Este post é parte integrante do blog Aventuras em Sinnoh. A cópia total ou parcial deste artigo é  tida como plágio. É preciso nossa autorização para poder compartilhá-lo. Agradecimento especial ao Pokémon Mythology e Bulbapedia que serviram como fonte.

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